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28 de out. de 2016

ANDREA AMENDOEIRA CANTA ELIS, NO MAP




A Fundação Municipal de Cultura apresenta neste domingo, dia 30 de outubro, às 11h, o show “Samba da Pimenta”, com a cantora mineira Andrea Amendoeira. Em homenagem à Elis Regina, Andrea interpreta canções que foram imortalizadas na voz da emblemática cantora. O espetáculo é realizado com recursos da lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e tem entrada gratuita

“Samba da Pimenta”, nome que faz referência ao apelido Pimentinha de Elis Regina, traz releituras com uma personalidade diferente. No entanto, mesmo com essa nova identidade, a essência das obras se mantém. A mescla de samba, jazz e bossa nova presente na MPB de Elis Regina também marca presença no show e é muito bem executada graças ao talento dos músicos e a boa química entre eles e Andrea.

Além da apresentação musical, o espetáculo ainda conta com a participação especial de Tutti Maravilha. O radialista que foi produtor, amigo e compadre de Elis Regina, atua como um mestre de cerimônias da montagem e entre as músicas conta histórias de seu convívio com a cantora.

A Pimentinha
Considerada uma das maiores cantoras do Brasil, Elis Regina, se viva estaria com 71 anos. Mesmo tendo uma vida breve (morreu com apenas 36 anos), seu legado é de extrema importância para a construção da Música Popular Brasileira. Tamanho foi seu sucesso em vida, que chegou a ser reconhecida internacionalmente. Elis realizou turnês pelo exterior e cantou em importantes festivais estrangeiros. No fim de novembro deste ano, está previsto a estreia de um filme biográfico sobre a cantora. O papel principal foi encarnado pela atriz Andréia Horta que já foi premiada em Gramado pela sua performance em cena.

Samba da Pimenta| Andrea Amendoeira
Dia 30 de novembro | domingo | às 11h
Museu de Arte da Pampulha (Av. Otacílio Negrão Lima, 16585, Pampulha)
ENTRADA GRATUITA
Informações para o público: (31) 3277-6325

24 de ago. de 2015

BOLSA PAMPULHA - EDITAL ABERTO

Estão abertas as inscrições para a 6ª edição do Programa Bolsa Pampulha. Serão selecionados 10 artistas/bolsistas, que passarão por um período de residência em Belo Horizonte, acompanhados por críticos, curadores e artistas.
O Bolsa Pampulha acontece desde 2003, e tem como propósito promover e fomentar as artes visuais em Belo Horizonte, contribuindo para o processo formativo e atendendo às necessidades e expectativas da comunidade artística local e nacional, favorecendo a produção artística jovem. Este programa se tornou um celeiro de artistas, projetando diversos profissionais ao cenário nacional e internacional.
Os candidatos devem enviar pelos Correios, ou por serviços de entrega expressa, com Aviso de Recebimento, a ficha de inscrição, devidamente preenchida e assinada, juntamente com todos os documentos solicitados no edital, para o endereço do Museu de Arte da Pampulha.
Informações adicionais, leia o edital:http://ow.ly/QI6jY

19 de jun. de 2015

RUA DA AQUARELA

No dia 27 de junho, o MAP abre suas portas para a primeira edição de
um evento interativo em conceito Arte-Ciência! 
No encerramento da programação, o show
CELINHA BRAGA CANTA CARMEN MIRANDA – AQUARELA DO BRASIL
contará com cenário e percussão do público oficineiro.


  
Será no dia 27 de junho, sábado, à partir das 10h, uma parceria conjunta inusitada entre a Celinha Braga Oficina de Música, o Museu de Arte da Pampulha e a Escola Miguel Arcanjo  realiza o projeto “A Rua da Aquarela”.

“Rua da Aquarela” foi criado dentro do conceito de Arte-Ciência, que combina o conhecimento prático educativo, arte, beleza, e a alegria de uma experiência na qual toda a família pode participar criando o bom, o belo e o verdadeiro.

A primeira edição do projeto acontecerá no Museu de Arte da Pampulha – MAP (Av. Otacílio Negrão Lima, 16585 - Pampulha– BH) com o Café do Museu aberto ao público. Oficinas gratuitas e música ao vivo no café  integram o programa do evento, que se encerra com Celinha Braga canta – Carmen Miranda. O show “Aquarela do Brasil” contará com as artes feitas pelo público para a composição do cenário e participação dos oficineiros  de percussão.
A cantora Celinha Braga se apresenta com Dodô Rodrigues(violão), Analu (percussão) e Chico Bastos (cavaquinho e flauta)

As Oficinas serão gratuitas.
O show “Aquarela do Brasil – Celinha Braga canta Carmen Miranda” terá ingresso no valor R$ 25,00.
Informações adicionais e ingressos antecipados:
(31) 3441 3465 – Celinha Braga Oficina de Música













RUA DA AQUARELA
Programação:
10h:  Abertura do Café do Museu.
10h30: Oficina de Aquarela .
13h: Música ao Vivo no Café
15h: Oficina para construção de instrumentos de Percussão.
16h: Oficina de Percussão.
19h: Show “Aquarela do Brasil” - Celinha Braga canta – Carmen Miranda  (que contará com as artes feitas  pelo público para a composição do cenário e participação dos oficineiros  de percussão.

CELINHA BRAGA CANTA CARMEM MIRANDA
“Celinha Braga canta Carmen Miranda” surgiu quando em maio de 2013,  recebe um convite
do Alfândega Bar para participar do projeto Divas Brasileiras; interpretando a trajetória artística de uma grande cantora da MPB.
Na década de 90, Celinha Braga integrou o elenco do musical Hollywood Bananas, dirigida por
Eid Ribeiro, onde pesquisou intensamente a obra de Carmem Miranda, em sua música,
olhares e trejeitos.
Por identificação, Celinha escolheu a “ pequena notável” para ser homenageada.
 Canções  e sucessos  tais como : “ O que é que a Baiana Tem”, de Dorival Caymmi, “Tico-
Tico no Fubá” - Zequinha de Abreu/Eurico Barreiros ( 1917); Zequinha de Abreu/ Aloysio de
Oliveira, “Camisa Listrada” de Assis Valente, “Disseram que eu Voltei” – Vicente Paiva/Luiz
Peixoto  são interpretadas  com  balangandãs, muita alegria  e espontaneidade.
A enorme importância artística de Carmen Miranda para a cultura brasileira, sucesso absoluto
no teatro, rádio, televisão, teatro de revista, cinema, são narradas ao público de forma
emocionante e costuram o show entre as canções.
Violão, pandeiro e flauta fazem a composição do espetáculo, e Celinha Braga interpreta as
canções com emoção e muita alegria.
O espetáculo é indicado para empresas, instituições, espaços públicos e privados que se
interessem pela vida e obra de Carmen Miranda.
Celinha Braga canta Carmem Miranda já foi realizado no Alfândega Bar, na Celinha Braga
Oficina de Musica, Teatro da Biblioteca Pública de BH, Virada Cultura de BH, AMATRA
( Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho),  Museu de Arte da
Pampulha ,  Noite do Museus ,  17 Mostra de Cinema de Tiradentes,  dentre outros.

A Escola Miguel Arcanjo é uma instituição de ensino fundamental referenciada na Pedagogia Waldorf, a qual, por sua vez, é embasada na Antroposofia, que focaliza a pessoa humana de modo integrado em seu caminho de desenvolvimento e em suas diferentes dimensões.
Celinha Braga Oficina de Música, o Museu de Arte da Pampulha e a Escola Miguel Arcanjo apresentam
RUA DA AQUARELA
27 de junho, sábado, à partir das 10h
Museu de Arte da Pampulha – MAP
Av. Otacílio Negrão Lima, 16585 - Pampulha– BH
Oficinas gratuitas.
Ingressos para o Show “Aquarela do Brasil – Celinha Braga canta Carmen Miranda: R$ 25,00 (vinte e cinco reais)
Informações adicionais e ingressos antecipados:
(31) 3441 3465 – Celinha Braga Oficina de Música

5 de set. de 2013

Ainda: o livro como performance


 
A Fundação Municipal de Cultura inaugura nesta quinta-feira, dia 5, às 19h30, no Museu de Arte da Pampulha (MAP), a exposição “Ainda: o livro como performance”, que apresenta quase cinquenta livros de artista que mostram algumas das possíveis relações entre o livro e a performance. A exposição é a primeira selecionada através do edital “arte.con” realizado em fevereiro deste ano. A mostra tem entrada gratuita e pode ser visitada de terça a domingo, das 9h às 19h.

A curadoria é do artista gráfico e professor da EBA/UFMG, Amir Cadôr. A proposta da exposição é lançar um novo olhar sobre a produção artística contemporânea de performance, indo além do mero registro e trazendo o conceito de performatividade como um campo de ação, em que a obra de arte pode deixar de ser percebida como produto ou resultado de uma ação para ser vista como proposição ou instrução para a realização de uma ação artística. “Um conjunto significativo de livros de artista com este tema ainda não foi mostrado, o que permite perceber aproximações entre obras que estão distantes no tempo, ou mostrar o contexto internacional de livros publicados no Brasil nas décadas de 1960 e 1970”, afirma.

Os livros que compõe a mostra foram agrupados em cinco eixos temáticos: performance para a câmera; performance para a página; partituras; representação gráfica do movimento e documentos. Em cada um destes eixos, a obra dialoga de maneira diferente. Um bom exemplo são as obras concebidas e realizadas para a fotografia (performances para a câmera) que reúne obras que não existem de outra forma a não ser como fotografia e dispensam a presença do público – é o caso das “situações” de Sigurdur Gudmundsson, ou a fotonovela de Cláudia e Beatriz Jaguaribe, realizada com a participação de atores profissionais. Nesta seção, têm destaque as performances para a câmera de Lenora de Barros que serão exibidas em seu contexto original, como parte de uma “revista de invenção” chamada “Zero à esquerda”.

Na exposição, nem todas as obras ficarão em vitrines: as páginas de texto de “O Performer”, livro de Fábio Morais, serão ampliadas utilizando plotagem. O livro “Amor e Felicidade no casamento”, de Jonathas Andrade e Yana Parente, também foi apresentado como uma fotoinstalação, com 80 fotografias tipo poster, de dimensões variáveis.

A mostra também faz um resgate histórico de obras que foram poucas vezes vistas no Brasil, como o livro “Objetos Verbais”, de Moacy Cirne, com instruções em uma série de folhas soltas, que foi exibido pela última vez no Brasil há 30 anos, na 1ª Mostra Nacional de Livros de Artista realizada em Recife. Fazem parte da mostra obras pioneiras, como o relato da experiência de Flávio de Carvalho realizada em 1931 ou os livros de Allan Kaprow dos anos 1970.

Amir Cadôr


Artista gráfico e professor da Habilitação em Artes Gráficas da Escola de Belas Artes da UFMG. Doutor em Artes na UFMG, realiza pesquisas sobre livros de artista. Participou de mostras coletivas de gravura e de poesia visual. Em 2011, realizou exposição individual em Belo Horizonte. Traduziu "A nova arte de fazer livros", de Ulises Carrión. Publicou os livros "A Night Visit to the Library", "Specimen Book", "Historia Natural" e "Elogio da Mão" pelas edições Andante em 2011.
De 5 de setembro a 13 de outubro
Terça a Domingo, das 9h às 19h

Museu de Arte da Pampulha
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Pampulha

ENTRADA GRATUITA

Informações para o público: (31) 3277-7946