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16 de jan. de 2026

REGISTRO HISTÓRICO: João Belleza e 14Bis lançam Mesmo de Brincadeira, nas plataformas digitais, com direito a clipe

 












Fotos: Encantah Comunicações


Um clássico musical chega às plataformas digitais em janeiro. Com a participação da Banda 14BIS, o cantor e violonista João Belleza celebra o lançamento da música “Mesmo de Brincadeira” (Cláudio Venturini/Vermelho/Mariozinho Rocha), nas plataformas digitais. 

O vídeo oficial também ganha o YouTube. Ambos no dia 16. E os fãs recebem dose dupla de momentos valiosos da respeitável banda mineira, formada na década de 70, ao lado de João Belleza, cuja carreira desponta entre os talentos atuais. O artista soma DVD, quatro EPs gravados, entre eles, Nos Tons da MPB que contou as participações dos cantores Tadeu Franco, Adriana Araújo e de Cláudio Venturini (14 Bis).

Interpretada por João Belleza e 14 Bis, com produção de Christiano Caldas e Produção Artística do GRUPO RCS, “Mesmo de Brincadeira” foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Bemol por Christiano Caldas (exceto a voz de João Belleza – gravada no Estúdio Hybrida. Bateria e Percussão: Hely Rodrigues. Contra Baixo e Vocal: Sergio Magrão. Violão e Vocal: Cláudio Venturini. Violão: Renato Saldanha. Banjo: Rogério Delayon, Pedal Steel: Adair Torres. Teclado e Programação: Christiano Caldas. Distibuição: OneRPM

Gravar com o 14 Bis foi uma emoção muito grande e uma honra imensa. Graças ao Christiano Caldas, conheci Cláudio Venturini. Esse grande artista participou do meu EP,  e, agora, proporciona a realização deste momento singular na minha trajetória musical. Afinal, admirador que sou, do trabalho longevo e primoroso do 14BIS,  cantar junto é muito especial.  

Escolhemos Mesmo de Brincadeira (Cláudio Venturini/Vermelho/Mariozinho Rocha), do álbum Espelho das Águas (1981), pela sua harmonia e pela sua letra que fala de uma paixão de um mineiro que vai ao mar! A música ganhou novo arranjo, feito pelo Christiano Caldas.”

(João Belleza)


É com muita alegria que eu venho falar do João Belleza. É um menino que tem um talento incrível, está fazendo um trabalho muito bonito e gravou esta canção com a gente - com todos do 14. Uma música que pra mim é muito importante, muito emblemática. Foi a primeira música que eu fiz e que, depois, com a parceira do Vermelho e do Mariozinho Rocha foi gravada pelo14Bis. Depois, muitas outras mas, esta foi a primeira.

Eu fiz essa música em Fortaleza, em um dia num daqueles hotéis de frente pro mar, ali, na Praia do Futuro. Mineiro, sabe como é - olhando aquele mar todo eu fiz a música e gravei. Depois o Mariozinho Rocha ouviu e falou "Nossa! Isso é muito legal" ... O Vermelho disse "precisamos investir nessa música". Aí começou a fazer a letra e eu falei "Ô Mariozinho", mas, eu fiz de brincadeira. Foi de brincadeira que eu fiz! Tava só tocando, olhando pro mar"... Ele falou: "É esse o título: Mesmo de Brincadeira".

E, para minha alegria, para alegria de todos nós, esta música foi 1° lugar nas paradas dos Anos 80, no Brasil inteiro. Inclusive, gravamos o Globo de Ouro, que trazia as "dez mais"!

Então, eu fico muito feliz pelo João ter gravado com a gente - de uma maneira tão bacana, tão linda -, uma música que para mim é tão especial. Olha... Esse menino vai longe!" 

(Cláudio Venturini)


Produzir Mesmo de Brincadeira nesse novo encontro foi uma alegria enorme pra mim. Ver um artista jovem como o João Belleza se conectar com uma obra tão marcante dos anos 80, ao lado do próprio 14 Bis, é daqueles momentos que dão sentido ao que a gente faz na música. O 14 Bis ajudou a construir uma fase riquíssima da música brasileira, com canções que atravessam o tempo e continuam emocionando. Acredito muito na importância das novas gerações reconhecerem e revisitarem esse repertório que moldou nossa cultura musical. Esse encontro foi natural, verdadeiro e fruto de uma troca muito verdadeira — e o resultado carrega exatamente essa energia. Mal posso esperar para que o público escute e sinta isso também.” 

(Christiano Caldas) 











JOÃO BELLEZA 

João Belleza é cantor e violonista, natural de Belo Horizonte – MG. Começou sua formação em Violão e Canto aos 9 anos de idade, fazendo seu primeiro show aos 12 anos no Teatro do Colégio Imaculada Conceição, na capital mineira. Estudioso da MPB, é graduado em Música Popular & Gestão de Carreira pelo UNI-BH. Estudou violão no CEFART – Palácio das Artes e na Arte Music BH. Aprimorou sua formação como violonista na renomada Berklee College of Music, em Boston, MA, EUA. Segue em aperfeiçoamento vocal com o vocal coach Anthonio Marra. É um apaixonado pela Música Popular Brasileira de todos os tempos. Em 2024, lançou o DVD Em Cantos Brasileiros, cujas músicas estão disponíveis nas plataformas digitais. O DVD, gravado no Espaço Meet Porcão, contou com as participações do pianista Túlio Mourão e do violoncelista Henrique Toledo.

Em abril de 2025, João Belleza lançou o EP Nos Tons da MPB com participações dos cantores Tadeu Franco, Cláudio Venturini (14 Bis) e Adriana Araújo. Os clipes relacionados contaram com locações na Argentina: em Puerto Madero, Caminito e Floraris Generica. Produção do Grupo RCS e produção musical de Christiano Caldas. 

A trajetória do artista, inclui os shows Posso Ainda Ser Eu (João Belleza e Banda), Canto o Que a Gente é (Voz e Violão), ambos realizados no Teatro de Bolso do Sesiminas, Recordando os Festivais (participação do pianista Lucas Paulo) no projeto Jardim Musical, da jornalista Márcia Francisco, na Casa Belloni. 

João Belleza abriu a turnê do DVD por cidades mineiras. Esteve em Itambacuri e Oliveira, sendo muito aplaudido pelo público local. A turnê segue neste primeiro semestre de 2026. Agora é a hora do lançamento com o 14 Bis  -  Mesmo de Brincadeira (Cláudio Venturini/Vermelho/Mariozinho Rocha)  -  gravado por ele e toda a banda.

Veja @joaobellezaoficial IG

14BIS

O 14 Bis é uma banda surgida no final dos anos 1970, inicialmente, com Flávio  Venturini como vocalista. Em 1989, Flávio seguiu carreira solo e Cláudio Venturini assumiu a voz principal, mantendo a formação original até hoje. A  banda faz uma ponte entre o Rock Progressivo e a MPB Mineira e, foi, pra muitos mineiros, o primeiro contato com o Rock. Dentro do meu trabalho de perpetuação da MPB, gravar com o 14 Bis é a realização de um sonho, onde divido o palco com colegas que admiro enormemente. Tanto “Pequenas Coisas” quanto “Mesmo de Brincadeira” trazem a mineiridade poeticamente.



3 de jan. de 2024

Elas, a saudade, o amanhã

Literíssima abre inscrições para antologia feminina














A Editora Literíssima está com inscrições abertas para sua nova publicação de Antologia na Série Elas, até o dia 21 de janeiro.  "Elas, a saudade, o amanhã"  convida mulheres que escrevem poesia e desejam levar a público seus escritos. 

Um caminho valioso na expansão da literatura é a Antologia. Uma publicação que apresenta várias escritoras. Estar junto a outras escritoras, participantes das antologias, agrega valor à  presença no universo da literatura, através da apresentação coletiva.

As antologias da Série Elas, pela Editora Literíssima, já somam oito edições e a respeitabilidade desta editora, que tem à frente a jornalista Leida Reis. 

As publicações anteriores da série incluíram nomes expoentes como Maria Valéria Rezende, Ana Elisa Ribeiro, Maria Esther Maciel e Ana Martins Marques e esta reserva surpresas. Várias escritoras já se apresentaram a partir das publicações. 

Informações adicionais, edital e inscrições:aqui

16 de nov. de 2023

Literatura perde o escritor Olavo Romano

 

FOTO: Jota Renan


Presidente emérito da Academia Mineira de letras - AML, o escritor Olavo Romano morreu, às 16h40 da tarde de hoje, 16 de novembro, aos 85 anos. 
Olavo Romano (Morro do Ferro/MG 06/09/1938 – Belo Horizonte/MG - 16/11/2023), estava internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Madre Teresa, desde o dia 8 de novembro, onde morreu vítima de câncer de pulmão, com metástase óssea. 
O velório será realizado nesta sexta-feira, dia 17, das 10h às 15h, no Edifício Vivaldi Moreira da Academia Mineira de Letras – AML (Rua da Bahia, 1466 - BH). O sepultamento acontecerá no sábado, dia 18, às 9h30, no Cemitério Parque da Colina. 
Olavo Romano deixa esposa, dois filhos, seis netos e um bisneto. 

DEPOIMENTOS
“Nunca passou em minha vida uma pessoa tão generosa, tão coração, tão sensível. Passo por problemas delicados de saúde e, vejam só, é Olavo que sempre me deu a mão. Voa, Olavo! Seus sonhos serão cumpridos”
(Lucas Guimaraens, escritor)

“Olavo Romano foi uma pessoa exuberante em vários sentidos: pela inteligência, pela generosidade, pela escrita cativante e capacidade de comunicação. Na Academia Mineira de Letras, sua gestão como presidente imprimiu à instituição os novos rumos que vamos trilhando. Em luto pela privação da convivência, a Academia celebra os frutos deixados por tão rica vida para a literatura e a cultura brasileira”
 (Jacyntho Lins Brandão, atual presidente da AML)

“Além de respeitável pela sua história, trajetória na literatura, admirável pela ética, generosidade, carisma e sorriso, Olavo Romano era um dos meus grandes amigos, meu padrinho, ao lado da querida Kátia, sua esposa. Com ele aprendi muito, de muitas maneiras, mais ainda pela suavidade de sua conexão com o ser e espiritualidade, como essência da vida. Muitas histórias memoráveis. E, hoje, após a notícia - durante conversa telefônica com Lucas Guimaraens, pouco antes do pôr-do-sol, em Belo Horizonte -, da janela vi o céu escuro, anunciando chuva e uma cena que nunca experimentei: um arco-iris saltar da escuridão.  Entre analogias e metáforas, tentativa de autoacolhimento ou fé, não tive dúvidas: sinal em conexão com Olavo, indo à sua maneira, contar causos no firmamento – no que Lucas, concordou. Resta, junto à saudade, gratidão”. 
(Márcia Francisco – jornalista e escritora)

ELEGIA  PARA OLAVO ROMANO
Elegia?
Olavo era alegria.
Meu Deus, como ele ria!

Olavo soltava gargalhada
Como voo de passarada
Cada caso que ele contava
Todos caíamos na risada.

A história que mais me comoveu;
A daquele menino da roça
Que foi pela estrada de Santiago
Levando um espelhinho
Com um escudo do Vasco
E um pente Flamengo:
Tudo na santa paz
E no silêncio profundo
Quando o menino descobriu
Como era grande o mundo...

Se não me engano,
Encantou-se para sempre
Olavo Romano.
(Caio Junqueira Maciel, escritor)

“Olavo Romano foi uma das melhores pessoas que conheci na vida: generoso, alegre, fraterno, solidário, o sorriso sempre aberto. Pouca gente consegue manter viva dentro de si a criança que foi um dia. Ele conseguiu. Fará uma falta tremenda”
(Rogério Faria Tavares , acadêmico e Presidente Emérito da AML)

No WhatsApp, o grupo Literatura de Minas que reúne escritores, mudou nome e substituiu a foto por uma imagem preta. “Em luto, por Olavo Romano”. Inúmeros depoimentos e fotos, estão sendo postados, desde a hora da notícia.

OLAVO ROMANO
“Olavo Romano está entre os maiores contistas de Minas Gerais e sua prosa matiza a nossa língua, renovando-a na medida em que refunda a própria noção de mineiridade. Suas histórias são passagens da vida de gente simples tomando café ao pé do fogão, de homens do campo fazendo catira na porteira, da rotina do paiol e do curral,  do encontro de amigas na saída da missa para botar a conversa em dia, da lida com a terra e a  criação, do estirão de légua e meia em marcha picada. Os causos contados por Olavo são, enfim, um retorno ao tempo antigo, sempre reverenciado e, sobretudo, atualizado nas páginas de quem domina o ofício de bem dizer”.
(Leonardo Costaneto – Caravana Editora)

Olavo Romano nasceu em Morro do Ferro, distrito de Oliveira, na região Oeste de Minas Gerais, em 1938. Foi presidente emérito da Academia Mineira de Letras, onde ocupou a cadeira 37, editor sênior da Caravana e autor homenageado da Bienal Mineira do Livro de 2022. Formado em Direito, Romano cursou o mestrado em Administração na Fundação Getúlio Vargas. Ele também foi professor nos cursos de Serviço Social e Comunicação da PUC e fez carreira no serviço público aposentando-se como Procurador do Estado.  
“Casos de Minas”, seu livro de estreia, completou 40 anos em 2022. A obra, lançada em 1982, registrou o jeito mineiro de ser, viver e falar do Brasil rural em que Olavo nasceu e foi criado.
omano não parou de escrever e na sequência vieram “Minas e seus casos” (Ática, 1984), “Dedo de prosa, Prosa de Mineiro” (Lê, 1986), “Os mundos daquele tempo” (Atual, 1988), “Um presente para sempre” (Atual, 1990), “Memórias meio misturadas de um jacaré de bom papo” (Dimensão,  2002), “São Francisco rio abaixo” (Abigraf, 2006),  “Retratos de Minas” (Conceito, 2007), com o fotógrafo José Israel Abrantes, “Eta mineiro jeito de ser” (Leitura 2007), com relatos que, encenados, resultaram em três CD-ROMs distribuídos em escolas públicas.  A toada de casos mineiros prosseguiu com “A cidade submersa” (Ramalhete, 2016) e agora com este “Café com prosa” (2021).  
A produção de Olavo Romano incluiu, ainda, outras vertentes, como a coordenação do concurso de relatos selecionados presentes em “A História das Eleições é também a minha História”, de 2013. A obra fez parte da celebração dos 80 anos da instalação da Justiça Eleitoral no Brasil. Olavo também participou de antologias, como Tertúlias Quixotescas (Caravana, 2020) e duas outras alusivas à pandemia da COVID 19.   
Pela Fundação João Pinheiro, o autor participou de Belo Horizonte & o Comércio, 100 anos de História, 1977, seguido de dez fascículos focalizando a vida de empresários da Capital. Para Além da Cidade Planejada, 1997, focaliza o Colégio Magnum e região Nordeste da Capital mineira. Memória Viva (1998) resume 50 anos da Alcan em Ouro Preto; Mestres Minas Ofícios Gerais (2000) resgata culturalmente o artesanato em Araxá. Seu livro Pés no Caiçara – um olhar sobre a Pampulha, escrito para o Shopping del Rey, foi lançado em 2003.  Iluminando os caminhos de Minas (2005) registra os 50 anos da Cemig, enquanto Notas e tons de Israel (2014) conta a vida do empresário Israel Kuperman, resgatando sua experiência de “judeu que saiu da arca”. 
O conto “Como a gente negoceia” gerou o curta-metragem “Negócio Fechado”, produção premiada no Festival de Gramado de 2001. O texto Zeca Lifonso serviu de base a curta metragem produzida em Muriaé pelo cineasta Euler Luz.  
Com o concertista Roberto Corrêa, desenvolveu, pelo interior de Minas, o projeto Causo, Viola e Cachaça, do SEBRAE/AMPARC. Já com o projeto Minas Além das Gerais, do Governo do Estado, apresentou-se em Brasília, Rio de Janeiro e em São Paulo. No programa “Sempre um Papo”, animou saraus por diversas cidades mineiras. Fez parcerias musicais com Pereira da Viola, Chico Lobo, Lu e Celinha, com apresentações em shows e animados saraus. Durante muitos anos, aos domingos, participou do quadro Prosa Arrumada, do programa Arrumação, ao lado de Saulo Laranjeira.  
Presidiu a Associação dos Amigos da Biblioteca Pública Prof. Luiz de Bessa e pertenceu ao Conselho Curador da Fundação Caio Martins, ao Conselho de Integração Social da Faculdade Estácio de Sá e integrou os Conselhos Consultivo de Instituto Fernando Pacheco e o de Administração da Imprensa Oficial de Minas Gerais. Foi Sócio Benemérito do Instituto Maestro João Horta. 
No sossego do sítio onde se refugiou, Olavo Romano organizou seu legado, construído nos últimos quarenta anos. Presente com oito obras na Bienal Mineira do Livro de 2022, autografou também exemplares de dois livros conjuntos: “Tertúlia Quixotesca” e “FAMÍLIA ROMANO: Memória – Afeto – Gratidão”. Além disto, ainda em 2022, recebeu no projeto “Prosa e Cantoria”, os amigos Carlos Farias, Celso Adolfo, Chico Lobo, Lu e Celinha, Paulinho Pedra Azul, Rodrigo Delage, Saulo Laranjeira, Tau Brasil, Tino Gomes e Wilson Dias. 


24 de jul. de 2023

LADSTON DO NASCIMENTO APRESENTA SHOW INÉDITO, NO JARDIM MUSICAL

 

O projeto Jardim Musical recebe o cantor, compositor e violonista, Ladston do Nascimento, no dia 10 de agosto, quinta-feira, às 20h, na Casa Belloni (Av. João Pinheiro, 287 - BH - MG).

Em show inédito, no dia do seu aniversário, Ladston nos convida para um passeio musical de pura poesia. A concepção do show contempla: manhã, tarde, noite, amor! No repertório, a trilogia: "A Bailarina e o último samurai”, "A Flor dos três rios" e "O último samurai e a Bailarina" e músicas dos seus três álbuns: "A voz do coração" , "Simbora João" e "Lugarzim", incluindo parcerias com Antônio Martins, Fernando Brant, Paulo César Pinheiro e Tadeu Franco.

Ladston, voz e violão, se apresenta ao lado de Clóvis Aguiar, piano.

 

O evento realizado pela Casa Belloni (de Íris Perigolo e Bárbara Belloni) e Márcia Francisco, com curadoria e produção da jornalista, terá o Jardim é aberto a partir das 19h. Show com início às 20h e término às 22h.  O bistrô estará em funcionamento. 

Os ingressos: R$60,00 (sessenta reais), para o evento já estão à venda pelo Sympla:

https://www.sympla.com.br/ladston-do-nascimento----jardim-musical---casa-belloni__2089433

 

Ladston do Nascimento

Natural de Belo Horizonte/MG, Ladston do Nascimento gravou seu primeiro disco, em 1991. O LP Vida, com parcerias e produção de Antônio Martins, arranjos de Zezinho Moura. O CD A Voz do Coração, chegou em 1998, com arranjos de Juarez Moreira e Ladston do Nascimento, sendo distribuído nos Estados Unidos com o nome de Voice of the Heart. Entre 2003/2004, lançou o CD, o Simbora, João!, que contou com a participação do cantor/compositor Edu Lobo, produção de Antônio Martins,  letras de Antnio Martins e Fernando Brant, arranjos de Juarez Moreira, Rogério Leonel, Ladston do Nascimento. O arranjo coral foi assinado por Zezinho Moura e arranjos rítmicos de base, de Esdra Neném Ferreira, além dos músicos Robertinho Silva, e Cristóvão Bastos, entre outros. A Voz do Coração traz Manhã, integrante datrilha sonora da novela “Serras Azuis”, da Rede Bandeirantes e Baiãozim, que teve um videoclipe dirigido por Éder Santos, veiculado na MTV, concorrente na categoria “Melhor Clipe do Ano”, em 98/99.

Voice of the Heart, foi lançado pela Malandro Records, do produtor americano Rick Warm, sendo distribuído também na Europa e no Japão. Jazztimes, revista americana especializada em música, escolheu este CD como um dos melhores discos lançados nos Estados Unidos, em 2000. Ladston participou como intérprete, das trilhas sonoras compostas por Marcus Viana, para as minisséries “ A Casa das Sete Mulheres” e “ Aquarela do Brasil”, interpretando o Hino Nacional e o Hino dos Expedicionários, todas exibidas pela Rede Globo. O artista é um dos mais premiados criadores de trilhas sonoras para o teatro de Minas, musicando mais de 70 peças. Foram premiadas como melhor trilha: “A Prostituta Respeitosa”, “ A Comédia dos Sexos” “Bicho de Lata”, “ A Bela e a Fera” e “Gasparzinho”. Em julho de 2009, recebeu o Prêmio SIMPARC de melhor trilha infantil, com a peça “ Mogli o Menino Lobo”. Foi classificado para o 6°e 9° Prêmio VISA MPB compositores, em São Paulo. Foi dos Vencedores do III Prêmio BDMG Instrumental, com músicas de sua autoria no Teatro Izabela Hendrix, em Belo Horizonte.  Desde 2003, participa, como cantor, da Missa dos Quilombos”, criada por Milton Nascimento, Dom Pedro Casaldáliga e Pedro Tierra, encenada pelo grupo Ensaio Aberto do Rio de Janeiro, direção de Luiz Fernando Lobo, apresentando-se em várias cidades brasileiras, e a direção musical do compositor, instrumentista e arranjador Túlio Mourão. Em 2013, integrou a montagem foi apresentada em Portugal, Porto e Lisboa, no ano Brasil/Portugal. Participou da trilha sonora do longa “Filhas do Vento” como intérprete do tema original, composto por Marcus Viana. Em 2011, lançou o CD “Lugarzim” com seus parceiros, Fernando Brant, Tadeu Franco e o mais constante, Antônio Martins. A produção fonográfica traz arranjos de Francis Hime, Túlio Mourão, Jota Moraes e Robertinho Silva. Nascimento participou da montagem do espetáculo “ Terra de Livres”- história de São João Del Rey/MG  -, uma montagem do grupo de teatro Manicômicos, trilha sonora do Túlio Mourão,  encenada por 120 atores, grande sucesso do Teatro de Rua. Em agosto de 2015, participou do Projeto “Dois na Quinta” do BDMG cultural, dividindo o palco com a cantora Carol Serdeira. No mesmo ano, começou uma parceria com o compositor/escritor Paulo Cesar Pinheiro.  Entre 2018 e 2021, participou de diversos shows e projetos musicais, como convidado especial. Destaque para espetáculos de Thelmo Lins, Sérgio Moreira e Lívia Itaborahy. Em 2021 realizou o show “’O auto do samba”, no Cine Theatro Brasil Vallourec. Em 2022, integrou a programação do Projeto Matriz, em Conceição do Mato Dentro/MG, ao lado de Zélia Duncan, Felipe Bedetti e Tom Nascimento e apresentou-se no Festival Internacional de Corais – FIC, entre outras realizações. Atualmente está em turnê por Minas Gerais e capitais brasileiras.

 

O Projeto Jardim Musical teve estreia memorável e promissora. Com número limitado de lugares, esgotados em poucos dias, a edição recebeu a música de Clóvis Aguiar e Célio Balona. O mesmo aconteceu as edições que receberam  Amaranto e Tabajara Belo, no show “Vinícius”, Tadeu Franco e Duo Serenata.  A constatação foi de uma experiência singular, na capital mineira: um espaço onde as pessoas já compreenderam o diferencial de viver instantes especiais em audição e escuta ativa de boa música, em experiência sensorial, para aguçar os sentidos, curtindo autores e interpretes qualitativos, com a possibilidade de apreciar boa gastronomia e conexões refinadas, em ambiente intimista e sofisticado.

20 de jul. de 2023

LÍRIA PORTO E JORGE FERNANDO DOS SANTOS - LANÇAMENTO MIGUILIM EM BH


A Editora Miguilim convida para a manhã de autógrafos e lançamento dos livros “Sem pecado não tem salvação”, de Líria Porto e “Belo Horizonte em letra e música”, de Jorge Fernando dos Santos.  O evento acontece no dia 29 de julho, de 11h às 14h, na Livraria da Rua (Rua Antônio de Albuquerque, 913 – Savassi – BH – MG) e contará com o show “Tango e otras herbas”, do músico  argentino Demian Alimenti. Entrada franca.  

SEM PECADO NÃO TEM SALVAÇÃO – LÍRIA PORTO

Líria Porto, natural de Araguari/MG, tem sido reconhecida como uma das escritoras brasileiras mais importantes da atualidade. Autora local homenageada no Fliaraxá 2023, figurou na lista dos livros mais vendidos do evento.

Sua bibliografia é composta pelas obras “Borboleta desfolhada” e “De lua” (Portugal, 2009), “Asa de passarinho” (Editora Lê, 2014), “Garimpo” (Editora Lê, 2014, com o qual foi finalista do prêmio Jabuti em 2015), “Cadela prateada” (Editora Phenalux, 2017), “Olho nu” (Editora Patuá, 2018), “Nem cai nem haicai” (editado manualmente pela Imagística Encadernadora). Participou de algumas antologias, entre elas “Dedo de moça”, e da coleção “Leve um livro” com “Para compensar a força bruta”. É autora do blog Tanto Mar e tem publicações em jornais, revistas e sites.

 

“Escrevo todos os dias, sobre variados temas (vida, morte, natureza, emoções, sentimentos, tempo, sexo, política), sem jamais me lembrar do poema de ontem, nem saber sobre o que surgirá amanhã - a poesia aparece (ou não) e acorda as palavras... "Sem pecado não tem salvação", o livro mais recente, nasceu de uma provocação de Maurício Manzo, que manifestou seu desejo de ilustrar meus poemas "mais apimentados"... fiz uma busca nos arquivos, com a colaboração e organização da poetíssima Leila Míccolis... enviei a coletânea para o Maurízio, ele os ilustrou lindamente e a Editora Miguilim realizou sua bela publicação (um luxo as duas capas de cores diferentes)!” (Líria Porto – autora)

“Há um poema de Edmond Rostand (poeta eteatrólogo, autor de “Cyrano de Bergerac”) em que São Pedro dialoga com alguém a princípio assumidamente herético; ao final, porém, quando sabe que em vida ele fora um poeta, abre-lhe as portas, com escarcéu: “– Poeta!? Mas sê bem-vindo! / Teu lugar é aqui no céu...”
Juntando-se aos pecados fictícios a ideia em Fernando Pessoa de que “o poeta é um fingidor”, entende-se logo aonde “Sem pecado não tem salvação” quer chegar. Líria Porto não teme paradoxos nem contradições. Satírica, reflexiva, irônica, precisa, minimalista, impactante, sua deliciosa poesia é hábil em esgrimar palavras e emoções, o que a torna uma das grandes escritoras brasileiras da atualidade."
(Leila Míccolis – Pós-doutora em Teoria Literária (UFRJ), especialista em Escrita Criativa, escritora de Livros, TV e Teatro)

BELO HORIZONTE EM LETRA E MÚSICA - JORGE FERNANDO DOS SANTOS

Natural de Belo Horizonte/MG, o jornalista, escritor e compositor, Jorge Fernando tem mais de 100 músicas gravadas com vários parceiros. Foi repórter e editor de cultura e suplementos no jornal Estado de Minas. Publicou 46 livros, entre eles o romance Palmeira seca (Prêmio Guimarães Rosa em 1989), As cores no mundo de Lúcia (finalista do Prêmio João de Barro em 2006), Ave viola - Cordel da viola caipira (Prêmio Rozini em 2013), Alguém tem que ficar no gol (finalista do Prêmio Jabuti em 2014), Vandré - O homem que disse não (finalista do Prêmio APCA em 2015), A Turma da Savassi, Cordel Camará e Condomínio solidão, (menção honrosa no Prêmio Cidade de Belo Horizonte em 2012).

Nos últimos quatro anos, o autor fez uma intensa pesquisa, reunindo letras inspiradas em BH, seus personagens, bairros, ruas, avenidas e praças. Reproduzindo trechos dessas letras e entrevistando compositores, intérpretes e pesquisadores, ele lança luzes sobre a história musical da cidade-berço do Clube da Esquina. Algumas das obras citadas estão numa playlist, disponível no QR Code indicado numa das orelhas do livro.

Em seu novo livro pela editora Miguilim, Jorge Fernando lembra que, entre as décadas de 1940 e 1960, a música local teve grande impulso com os programas de auditório das rádios Guarani e Inconfidência, além da programação da TV Itacolomi, inaugurada em 1955 pelos Diários Associados. Nessa época, surgiram na cidade nomes como Agnaldo Timóteo, Célio Balona, Clara Nunes, Jadir Ambrósio, Márcio Greyck, Marilton Borges, Martinha, Milton Nascimento, Nelson Ned e o grupo Titulares do Ritmo.

Desde as suas origens, Belo Horizonte sempre teve vocação musical. Seresteiros, bandas e pequenas orquestras surgiram na cidade antes mesmo da sua inauguração, em 1897. De lá para cá, a capital mineira inspirou dezenas de canções nos mais variados ritmos. Cerca de 200 delas foram resgatadas por Jorge Fernando dos Santos em seu novo livro, Belo Horizonte em letra e música.

Segundo o autor, a primeira música a homenagear BH foi o dobrado Bello Horizonte, composto por Júlio César do Nascimento em 1899. A cidade também emprestou seu nome a duas paródias de Noel Rosa e a dezenas de composições de vários autores, entre eles Américo Jacomino, César Camargo Mariano, Fernando Brant, Gervásio Horta, Godofredo Guedes, John McLaughlin, Pacífico Mascarenhas, Rômulo Paes, Tito Madi e Toninho Horta.

Jorge conta que a inspiração para o novo trabalho surgiu em 1997, quando produziu com a cantora Helena Penna o CD Beloriceia, reunindo músicas feitas em parceria com Angelo Pinho: “Foi a nossa homenagem ao centenário de BH, que foi citada em sete das 15 faixas do disco”, ressalta. “Escrevendo o roteiro para o show de lançamento, tive a ideia de um dia pesquisar as músicas inspiradas na cidade. Fiz isso durante a pandemia de Covid-19 e o resultado é este livro”. 

Depoimentos registrados no livro

Acir Antão, Affonsinho Heliodoro, Alexandre Salles, Augusto Carlos Duarte, Bárbara Barcellos, Bob Tostes, Cadinho Faria, Caio Junqueira Maciel, Carlos Didier, Carlos Felipe Horta, Celso Adolfo, Chico Amaral, Edeilton Santos, Edu Krieger, Geraldo Magnata, Gervásio Horta, Gilberto Mascarenhas, John Ulhoa, Jonas Cruz, Juarez Moreira, Ladston do Nascimento, Lagoinha, Lô Borges, Luiz Carlos Sá, Marcelo Dolabella, Marcelo Jiran, Marcello Dinis, Márcio Borges, Marina Machado, Matheus Ayram, Maurício Tizumba, MC Papo, Mestre Conga, Milton Nascimento, Murilo Antunes, Nelson Angelo, Neno Grande, Orlando Augusto, Pacífico Mascarenhas, Paulinho Pedra Azul, Podé Nastácia, Regina Souza, Roberto Mendonça, Roger Deff, Samuel Rosa, Serginho Beagá, Sérgio Moreira, Tavinho Moura, Tavito, Tião Vieira, Tino Gomes, Toninho Camargos, Toninho Horta, Valter Braga e Zebeto Corrêa.

 “Nada escapou ao escrutínio meticuloso e sensível do pesquisador competente, do jornalista experimentado e do escritor de texto fluido e elegante: Beagá aqui aparece ricamente retratada por compositores de todas as origens e formações, desde a sua fundação, em 1897, até a atualidade”.  (Rogério Faria Tavares, presidente da Academia Mineira de Letras) *assina a orelha

Belo Horizonte em letra e música é leitura obrigatória para quem tem afinidade com o passado e o presente da vida cultural em BH. O autor nos presenteia com uma leitura envolvente, apresentando a história das obras musicais que homenageiam a cidade e nos fazendo conhecê-la melhor, através de sua geografia, seus personagens e seus costumes.” (José Dias, presidente do conselho regional da Ordem dos Músicos do Brasil)

“Este livro é essencial para os que buscam a compreensão do fazer e do mover de uma cidade que encanta a todos por seu belo horizonte e traduz a alma de um povo acostumado às riquezas dos quintais, das serenatas e da vida simples”. (Geraldo Vianna, diretor administrativo da União Brasileira de Compositores)

TANGO Y OTRAS HERBAS

O argentino Demian Alimenti Bel traz para Belo Horizonte seu show com arranjos musicais próprios em um formato de voz e violão com músicas cantadas e instrumentais, e para isso, contará com a parceria de artistas locais convidados.

Músico e cantor, natural de Bahía Blanca (Argentina), vive na cidade de La Plata (Buenos Aires) onde se formou como compositor, arranjador e violonista na Facultad de Artes - Universidad Nacional de La Plata (FDA-UNLP), com importantes músicos argentinos da atmosfera do tango. Além do trabalho solo com voz e violão, Demian trabalha como músico e arranjador de tango no “Azotesis Tango” (trio de violão e voz) e no “Cadabón-Alimenti Bel” (duo de bandoneón e violão), grupos dos quais possuem álbuns lançados e apresentações musicais na Argentina e no exterior.

"Tango y otras yerbas” é uma proposta musical que cobre uma mistura de tango, canções tradicionais argentinas e músicas latino-americanas.

Ao cantar acompanhado por um bom vinho e em um ambiente á meia luz o tango se instaura, e o típico “tango porteño” se encontra com os ritmos latinos americanos nas músicas do folclore argentino (milongas, valses, zambas e chamamés) abrindo espaços para as vozes e ritmos latinos (boleros e músicas populares centro americanas).

11 de jul. de 2023

MODERNOS ETERNOS BH É PRORROGADA

 

 
FOTO:  GUSTAVO XAVIER

O encerramento da 8ª edição da Modernos Eternos BH foi postergado para o dia 16 de julho, proporcionando mais uma semana de entretenimento para os visitantes que quiserem retornar e para os que não tiveram oportunidade de ir conferir as atrações da mostra. Além dos 31 ambientes decorados por talentosos profissionais mineiros da decoração e da arquitetura, o restaurante Nau Eterna, assinado pelo chef Leo Paixão, e o bar Mediterrâneo, no aprazível pátio interno do prédio, com música ambiente, também continuam operando por mais uma semana.

A programação na Casa Fiat de Cultura e no museu MM Gerdau também continuam abertas à visitação gratuita do público.

A Modernos Eternos

A 8ª edição da Modernos Eternos BH abraça o Circuito Liberdade e leva uma programação inédita para o emblemático Prédio Verde da Praça da Liberdade, o Museu das Minas e do Metal (MM Gerdau) e a Casa Fiat de Cultura. Nas futuras instalações do Centro do Patrimônio Cultural Cemig, o público poderá conferir por mais uma semana os 31 ambientes, criados por 38 profissionais, com mais de 90 parceiros, que apresentam o talento mineiro de grandes nomes da decoração e da arquitetura. Pelo 6º ano consecutivo, o Chef Leonardo Paixão é o responsável pela gastronomia da mostra, presente em dois ambientes: bar e restaurante.

Esta é a primeira vez que o complexo cultural da Praça da Liberdade recebe um evento deste porte, reunindo arquitetura, arte, cultura, design, entretenimento e gastronomia. A Modernos Eternos BH conta com o apoio do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) e do Circuito Liberdade e tem o patrocínio da Gerdau e Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

 

Restaurante Nau Eterna

O cardápio idealizado pelo Chef Leo Paixão é uma fusão Minas/Portugal. Com funcionamento de terça a sexta a partir das 15h, e nos sábados e domingos a partir das 12h, o restaurante tem menu variado e muitas opções de petiscos e prato principal, com preços variando entre R$ 42 e R$ 125, além de sobremesas, café, coquetéis, vinhos Liber Wines, vodka Absolut., gin Beefeater, whisky Jameson e cervejas da AMACERVA (Uaimii, Kud, São Sebastião, Caraça, Sanatorium, Vinil e Albanos). A disponibilidade de mesa é por ordem de chegada.

Para petiscar, Bolinho de bacalhau; Coxinha de galinha, molho de tucupi e pimenta cumari; Torresmo de barriga com missô e melado; Vinagrete de polvo com pimenta de cheiro; Pastel de angu com queijo e molho de gengibre; Bolinho de feijoada e gel de laranja; Punhetas de bacalhau com broa de milho; Pasteis assados de alheira defumada e molho agridoce especial; e Cataplana de camarões e lulas com batatinhas. Para o principal, Arroz de pato com tucupi; Porco moura grelhado, nhoque de mandioca, molho de laranja e especiarias; Palmito, óleo de gergelim, creme de castanha de caju defumada e azeitonas pretas; Bacalhau espiritual gratinado com farofa de broa com alho; Bacalhau à Brás com mandioca palha, azeitonas pretas e pétalas de cebola; Camarões à bulhão pato com caldo verde; e Polvo lagareiro com batatas ao murro, brócolis e vinagrete de tomate. Para sobremesa, as delícias da Mole Antonelliana: Tartelete de limão com sorbet de limão e manjericão; Tartelete de pistache com sorvete de creme de ovos; e Torta de chocolate com sorbet de morango.

 

Bar Mediterrâneo

Com cardápio variado de drinks e cervejas, o bar foi montado no pátio interno do Prédio Verde e tem o clima perfeito para a celebração de momentos únicos dentro da mostra com música boa, comida boa, um cafezinho, bons drinks com preço único de R$ 39 (Gin & Tonic, Gin Ecológico, Penicillin, Negroni, Jamesson Sour, Dry Martini, Jamelão, Moscow Mule, Bloody Mary e Cosmopolitan), cervejas da AMACERVA (Uaimii, Kud, São Sebastião, Caraça, Sanatorium, Vinil e Albanos), vinhos Liber Wines, vodka Absolut., gin Beefeater e whisky Jameson.

No centro da arquitetura icônica do prédio verde, referências ao calor e o frescor do mar da região, em cores como areia, verde e terracota presentes na montagem do espaço. Peças de ferro forjado, aquarelas, elementos naturais e jardineiras.

Na entrada do átrio, uma alameda de oliveiras cria a passagem de destaque ao protagonismo do bar, feito de travertino bruto e pontas irregulares. De um lado das oliveiras, mesas de azulejo aquarelado homenageando a arquitetura de BH, e do outro, lounges despojados para curtir as atrações musicais. 

MODERNOS ETERNOS BH 2023 

Data: até 16/07 de julho (terça a sexta: 14h às 22h, sábado: 10h às 22h, domingo: 10h às 19h).

Local: Praça da Liberdade, 470 | Circuito Liberdade – Prédio Verde | Sede IEPHA MG

Ingressos e mais informações: linktr.ee/modernoseternosbh

Valores ingressos:  Inteira: R$80 | Meia entrada: R$40

Instagram: @modernoseternosbh

Site: modernoseternosbh.com 

Acesso ao evento: recomendamos uso de táxi ou aplicativos

Estacionamento conveniado: Parkshop – R. da Bahia, 1900 | R$20 - solicite o voucher na bilheteria.

A ARTE DE TINO GOMES NO JARDIM MUSICAL


 


O Jardim Musical recebe o músico, compositor e ator, Tino Gomes. Este multiartista e aclamado embaixador da Cultura do Norte de Minas, que celebra 50 anos de careira, realiza um show intimista de voz e violão.  Será um passeio pelos seus 17 discos e muitos “causos” especiais.   Sua história passa pelo Teatro, Rádio, Cinema e TV, com novelas e tanto mais.  Em seus discos ou dividindo palcos, Tino já teve como parceiros, Ivan Lins, Flávio Venturini, Nivaldo Ornelas, Elza Soares, Gorete Milagres, Beto Guedes, Milton Nascimento, Marcus Viana e Jackson Antunes, entre outros.

 O show  será no dia   20 de julho, quinta-feira, às 20h, na Casa Belloni (Av. João Pinheiro, 287 - BH - MG).

O evento realizado pela Casa Belloni (de Íris Perigolo e Bárbara Belloni) e Márcia Francisco, com curadoria e produção da jornalista, terá o Jardim é aberto a partir das 19h. Show com início às 20h e término às 22h.  O bistrô estará em funcionamento. 

Os ingressos: R$60,00 (sessenta reais), para o evento já estão à venda pelo Sympla:

https://www.sympla.com.br/tino-gomes---jardim-musical---casa-belloni__2064953

 

TINO GOMES – QUANDO O REGIONAL SE TORNA UNIVERSAL

Falar de Tino Gomes é falar de um universo de talento e criatividade. Multiartista que é, fica impossível rotulá-lo e colocá-lo em um único lugar.

Para descrever tanto talento, expressado de diversas formas, em 50 anos de carreira, o único jeito é falando das suas atividades em separado, já deixando claro que, na prática, tudo sempre aconteceu simultaneamente na carreira deste mineiro que adotou, como lema, a frase "Sou mineiro e falo um tal de Minerês”.

 

Música x Teatro

Desde criança, Tino já tocava violão. Dos 10 aos 16 anos, quando foi seminarista, cantava no coro e, no teatro no seminário, atuava em dramas e comédias. Nessa época, viajava de trem com a Companhia apresentando as peças, nos cinemas das cidades do sertão do Norte de Minas.

 

Após 6 anos, desistiu da carreira de seminarista e, em Montes Claros, sua terra natal, ainda adolescente, montou sua primeira banda de rock, “The Wilds”, onde se apresentava em bailes da cidade.

 

Sua história musical profissional deu seus primeiros passos em 1972, a partir dos palcos da peça "Morte e Vida Severina", em São Paulo, quando, então, junto com mais três atores (Charles Boavista, Angela Linhares e Eliane Steves) fundou o “Grupo Raízes”, cuja proposta era fortalecer a música regional do Brasil. O primeiro disco do grupo tinha como carro chefe a música "Desentoado" ("...eu sou fruta do norte, no curral sou boi de corte; sou água de enxurrada, pau preto no pé da serra...") de autoria de Tino Gomes e Charles Boavista, sendo tocada em todo o território nacional. Essa era a época efervescente da música regional brasileira, quando então surgiram vários grupos conhecidos, tais como Quinteto Violado, Banda de Pau e Corda, Quinteto Armorial, Novos Baianos e outros.

 

Em 1975, de volta a Montes Claros, Tino Gomes retornou ao Grupo Folclórico Banzé. Atuando como músico e dançarino, participou de vários festivais, nacionais e internacionais, representando a cultura e a tradição do norte de Minas. Em 1978, formou o grupo “Terno de São Benedito” e gravou seu primeiro disco solo "Saudação", que teve como produtor e diretor musical o cantor e compositor Ivan Lins.

 

A partir daí, foram dezessete discos gravados e mais de quinhentos jingles e trilhas para comerciais. Em discos e dividindo palcos, Tino Gomes já teve, como parceiros, Ivan Lins, Flávio Venturini, Nivaldo Ornelas, Elza Soares, Gorete Milagres, Beto Guedes, Milton Nascimento, Marcus Viana, Jackson Antunes e outros.

 

Durante todos esses anos, a carreira de ator não ficou para trás. No cinema, trabalhou em vários filmes, entre eles o premiado filme de Carlos Alberto Prates “Minas Texas”, ao lado de Andréa Beltrão, José Dumont e Tony Ramos e remake “Meu Pé de Laranja Lima”, do diretor Marcus Bernstein. Também contracenou com o ator João Miguel no filme “Matraga - A hora e vez de Augusto Matraga”, do diretor Vinícius Coimbra.

 

Na televisão, foi apresentador de dois programas em BH: o irreverente “Brechó do Troca-Troca” e o “Programa Clandestino”. Também participou das novelas globais “Caminho das Índias”, “Malhação”, “Orgulho e Paixão” e da minissérie “A Cura”.

Em 2009 esteve em cartaz no Teatro Clara Nunes/RJ, com o musical “Um lugar chamado recanto”, de Fred Mayrink. Atuando ao lado de Nivea Stelmann, Cláudio Galvan e Ronnie Marruda, Tino foi, também, o responsável pela preparação musical de percussão dos atores.

Sua discografia (17 álbuns) celebra, agora, recém-lançado “Catrumano” (2023), que chega aos 50 anos de carreira do artista.

 

 

Público Infantil

Seu primeiro contato com as crianças foi ainda em São Paulo, em 1972, quando trabalhou como ator em peças infantis, como “O Palhaço Imaginador” de Ronaldo Ciambroni, no teatro Treze de Maio.

De volta a Montes Claros, Tino Gomes lecionou no Conservatório Lorenzo Fernandes, ministrando aulas de violão, musicalização e prática de conjunto para crianças.

Já morando em Belo Horizonte, a convite da Editora Lê, Tino escreveu “Festança”, seu primeiro livro infantil, ilustrado por Denise Rochael. “Festança” é uma colcha de retalhos de estórias infantis vividas no Norte de Minas. Para divulgação do livro, musicou algumas estórias e, juntamente com a equipe da Editôra Lê, se apresentou em escolas da capital e do interior de Minas, contando e cantando essas estórias para as crianças.

Com o sucesso do livro, Tino escreveu “A Magia do Signo”, também com desenhos de Denise Rochael. Um livro cheio de humor, onde brinca com as datas e os signos do zodíaco.

Dois anos mais tarde escreveu o livro, “O Menino e o Tempo”, desta vez, para a Editora do Brasil, com ilustrações de Marilda Castanho. O livro conta a história de um menino que passa a vida procurando saber o que há atrás de uma montanha onde nasce o sol. De tão preocupado com este fato, não percebe que sua vida passou rápido e já está velho.

Tino Gomes, então, escreveu “Camundongo’s Rap”, com ilustrações de Denise Rochael. Livro alegre, conta a estória de um ratinho cantador de hip hop que, junto com sua turma de amigos, vive provocando um gato. Este livro teve várias edições e, em 2011, o texto foi adotado pela FTD, integrando seus livros didáticos.

“O universo lúdico da criança me fascina. Sempre tive muita facilidade em lidar com crianças e, escrever para elas, é um presente para mim. Uma verdadeira válvula de escape no meio da seriedade do dia-a-dia”, diz Tino.

Seu próximo trabalho, em andamento, é o livro “Grupo Raízes, uma História Novelesca” onde revisita toda a trajetória desse grupo super importante na cena musical brasileira nos anos 70. Nos projetos futuros também está a produção de um Documentário, registrando toda sua trajetória artística pelas estradas de Minas e do Brasil. Um talento que despontou ainda criança e que continua a se recriar constantemente, a buscar novos caminhos e, principalmente, a aprender com os jovens. “Essa moçada está por aí fazendo coisas bacanas e eu tenho muito a ensinar e a aprender com eles”.

 

O Projeto Jardim Musical teve estreia memorável e promissora. Com número limitado de lugares, esgotados em poucos dias, a edição recebeu a música de Clóvis Aguiar e Célio Balona. O mesmo aconteceu as edições que receberam  Amaranto e Tabajara Belo, no show “Vinícius”, Tadeu Franco e Duo Serenata..  A constatação foi de uma experiência singular, na capital mineira: um espaço onde as pessoas já compreenderam o diferencial de viver instantes especiais em audição e escuta ativa de boa música, em experiência sensorial, para aguçar os sentidos, curtindo autores e interpretes qualitativos, com a possibilidade de apreciar boa gastronomia e conexões refinadas, em ambiente intimista e sofisticado.


14 de jun. de 2023

DUO DE TENORES NO JARDIM MUSICAL

 


O Jardim Musical recebe o Duo Serenata, com os tenores Tatá Sympa (Brasil) e Nestor Gurry (Cuba). O show “Serenata de Afetos” será no dia   06 de julho, quinta-feira, às 20h, na Casa Belloni (Av. João Pinheiro, 287 - BH - MG).

Uma experiência musical de pura emoção! “Serenata de Afetos” traz dois tenores: um brasileiro e um cubano, piano, acordeon... paisagem sonora envolvente! Um passeio universal por um repertório memorável, lírico e popular, em vários idiomas.

 

O Duo Serenata cultiva um extenso repertório em vários idiomas e estilos musicais, que traz a música popular brasileira, as serestas, os boleros, a música cubana e tanto mais. Valoriza e resgata importantes temas da música internacional mais conhecida e admirável no mundo, como Frank Sinatra, Elvis Presley, Edith Piaf, Carlos Gomes e Chico Buarque, além de canções da música italiana e árias de ópera

 

O evento realizado pela Casa Belloni (de Íris Perigolo e Bárbara Belloni) e Márcia Francisco, com curadoria e produção da jornalista, terá o Jardim é aberto a partir das 19h. Show com início às 20h e término às 22h.  O bistrô estará em funcionamento. 

Os ingressos: R$60,00 (sessenta reais), para o evento já estão à venda pelo Sympla.

 

DUO SERENATA

O resgate da sensibilidade e de sentimentos leves, através de um repertório singular e de caráter universal, que evoca memórias afetivas e emoções positivas imediatas no público, estão entre as principais características que unem os dois artistas que compõem o Duo Serenata.

 

"A amizade e a arte nos uniram, profissionalmente! Somos dois tenores, com timbres diferentes e caraterísticas diferentes que buscam um mesmo objetivo: emocionar e trazer a mais sincera mensagem de afetividade e empatia social”.

(Néstor Gurry)

Mas, amizade e encontro profissional não aconteceram por acaso. A trajetória de cada um desses dois artistas – um cubano e um brasileiro – tem conexões de qualidade musical afins e respeitabilidade validadas, publicamente, no que fazem, ao lado do caráter sensível de ambos.

 

Tatá Sympa (Brasil) é um cantor de formação popular e erudita, de Minas Gerais. Graduado em Canto, pela UFMG. Cursou, ainda, cinco anos de Regência de Orquestra e Coral. Atuou como regente, dirigindo a Orquestra Sinfônica da UFMG, entre outras experiências de regência em diversos concertos de coros e pequenas orquestras. É instrumentista e compositor.  Possui vasta experiência de palco com teclado, acordeon e vocais. Já atuou como diretor musical de diversos artistas musicais e espetáculos teatrais e tem feito parcerias com grupos e artistas importantes da nossa música, como Chico Lobo, Pena Branca, Zeca Baleiro, Patrícia Ahmaral, Jackson Antunes, Fernando Ângelo, Rubinho do Vale, além de dirigir, musicalmente, o Grupo de projeção Folclórica, Sarandeiros. Internacionalmente já esteve em palcos de países como, Canadá, Bélgica, Itália, Espanha, Holanda, Alemanha, México e Cuba. Entre os principais projetos atuais, ao lado do Duo Serenata Tatá Sympa é professor de canto no Projeto Plantar e Construir, em Contagem/MG, assina a direção musical do álbum do Grupo Aruanda de Danças Folclóricas e maestro do Coral da Faculdade Dom Helder e Coral da Abbott Farmacêutica.

 

Néstor Gurry (Cuba) é cantor e intérprete de música erudita e popular. Formado pela Universidade das Artes de Havana, Cuba, é mestre em música pela UFMG. Escolheu o Brasil e a capital mineira para viver.  Residente em Belo Horizonte há mais de 20 anos e tem se apresentado em vários cenários do Brasil e do mundo. Com a ópera “O escravo”, de Carlos Gomes, Nestor se apresentou nos teatros mais importantes do país. Entre eles, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Municipal de São Paulo e Teatro Nacional de Brasília. Foi integrante do Coral Lírico de Minas Gerais, e professor de Técnica Vocal no CEFAR/ Palácio das Artes.  Especialista em cantar a Missa Criolla, de Ariel Ramirez, tem um show próprio, onde interpreta Mercedes Sosa, com maestria.

 

O Duo Serenata, conquista o público, a cada aparição, graças a sua proposta eclética e atemporal de unir temas populares com músicas de corte lírico em um mesmo concerto, mostrando que é possível criar pontes e eliminar fronteiras entre estilos e culturas.

Mais: http://www.instagram.com/duoserenata

 

O Projeto Jardim Musical teve estreia memorável e promissora. Com número limitado de lugares, esgotados em poucos dias, a edição recebeu a música de Clóvis Aguiar e Célio Balona. O mesmo aconteceu com o segundo evento: Amaranto e Tabajara Belo, no show “Vinícius” e com Tadeu Franco, na edição mais recente.  A constatação foi de uma experiência singular, na capital mineira: um espaço onde as pessoas já compreenderam o diferencial de viver instantes especiais em audição e escuta ativa de boa música, em experiência sensorial, para aguçar os sentidos, curtindo autores e interpretes qualitativos, com a possibilidade de apreciar boa gastronomia e conexões refinadas, em ambiente intimista e sofisticado.

 

JARDIM MUSICAL recebe

SERENATA DE AFETOS com

DUO SERENATA

NESTOR GURRY (CUBA) E TATÁ SYMPA (BRASIL)

06 de julho, quinta-feira, às 20h

Casa Belloni

Av. João Pinheiro, 287 - BH – MG

Ingressos: R$60,00 (sessenta reais), já estão à venda pelo Sympla:

https://www.sympla.com.br/duo-serenata----tenores-tata-sympa-e-nestor-gurry---jardim-musical----casa-belloni__2033938

O Jardim é aberto a partir das 19h.

Show com início às 20h e término às 22h.

O bistrô estará em funcionamento.

REALIZAÇÃO: CASA BELLONI E MÁRCIA FRANCISCO