17 de jun. de 2024

DISQUISIÇÃO SOBRE O SENTIDO DO TREM












A Editora Atafona e Angelo Campos convidam para a noite de autógrafos e lançamento do livro “Disquisição sobre o sentido do trem”, do professor, filósofo, pesquisador e psicanalista, Angelo Campos. Com entrada franca, o evento acontecerá no dia 22 de junho, sábado, às 20h, no Teatro José Aparecido de Oliveira, da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (Praça da Liberdade, 21 – Belo Horizonte – MG).  Na ocasião o autor realizará palestra de apresentação do livro. 

Com 72 páginas, o livro que integra a Coleção Crônicas, da Editora Atafona, traz ilustrações de Juçara Costa e Miguel Gontijo e prefácio assinado por Miguel Gontijo. No dia do evento o livro será comercializado por R$50,00 (cinquenta reais).

A noite de lançamento tem apoio da Gefil Assessoria Cultural e da Biblioteca Estadual Luiz de Bessa, através da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.

Que trem é esse?

“O texto surge de um conjunto de inquietações: a sina trágica em Guimarães Rosa e os percalços na leitura dos textos filosóficos. Em algum momento, anotei na margem de um estudo a expressão “Trem difícil”, para sinalizar a necessidade de retorno a um ponto carente de assimilação. Na ocasião seguinte, pensei que tudo seria mais palatável se a linguagem utilizada fosse o mineirês, uai. Então, assim, em uma horinha de descuido – de propósito – vi um trem passar na nuvem dos pensamentos e passei ao diálogo do filosofês com o mineirês. Compreendi como desde sempre o trem atravessa todas as coisas, tempos e lugares, clareando densidades. O texto não é meu, é do trem mesmo, só emprestei minha mão. De minha parte, foi compreender que a mensagem é para quatro tipos de leitores: os que choram, os que riem, os que não entendem nada e os que ficam furiosos. Está convidado(a) a pegar o trem, descobrir seu lugar ou, quem sabe, ser carregado para mundos insólitos.

(Angelo Campos, autor)


Prefácio, por Miguel Gontijo 

Não é raro ouvir: a palavra tem poder!

Sim, pois a palavra é fluida, dissolve, morre e renasce em emanações. A palavra “ressoa” em todos os planos da realidade até aninhar-se dentro de nós, deformada e reformulada em símbolo. Ela germina como o próprio princípio da vida: ovo cósmico. Para Jung essas emanações das palavras não são substitutivos de coisas vivas, nem modelos petrificados, mas sim frutos da vida interior, em perpétuo fluir. Se a criação determina o surgimento de seres e de objetos, a energia da psique se manifesta por meio da palavra, entidade limítrofe entre o informal e o conceitual, entre o tenebroso e o luminoso. E, de maneira semelhante aos escravos na caverna de Platão, nós temos de nos virar para fazer frente à novidade.

Não foi necessário Angelo achar uma pá e cavar para encontrar uma Lavra. Bastou chegar à porta de sua mineiridade e pegar um trem.

Trem doido, cara! Um trem que é e não é comboio, nem comitiva, nem séquito, nem caravana, nem uma série de vagões engatados entre si e puxados por uma locomotiva. Num é e é. Coisadedoido! Angelo mente com a palavra, transformando-a de mito à aventureiras, símbolo do livre-pensamento. Faz ironia e condena a palavra através da palavra\narrativa. Parte de mapas verdadeiros para torná-la improvável, fazendo levitar as distâncias e com ela a nossa imaginação. Seu texto é uma oposição entre linguagem verbal, veículo de mentira e engano e signos naturais, através dos quais transitamos facilmente, mesmo quando os poderosos nos enganam com seu latinorum.

O que Angelo escreve não é um texto de palavras, mas de ações. Mesmo quando escreve palavras, as escreve na medida em que assumiram função de ação. Assim criam uma espécie de catarse que se completa quando se passa do cômico NO texto para o cômico DO texto. E não é sequer necessário que o texto represente um evento cômico. Seu texto faz rir por si.

Será que esse é um texto errático? Não. Pois é nessa bruma que afeta espaço e tempo que nascem os mitos e os personagens migram para outros textos. Instalam-se em nós como se tivessem existido desde sempre na nossa memória e podemos encontrá-lo mesmo onde não são contados, pois estão entremeados na vida.

Angelo viaja para novas geografias alcançando limites e vertigens, deslocando de modo formidável entre mentiras e transgressões para alcançar as fronteiras do imaginário, num movimento que vai da confabulação ao humor. Assim o sorriso do leitor e o sorriso do texto perfazem um diálogo de cumplices de ironias e inverdades.

Essa é uma história de alquimia da escrita: a passagem obrigatória das coisas para as não coisas. Um “rasga palavras” abrindo caminhos para a construção de novos significados. São questões despretensiosas apenas à primeira vista. E é exatamente isso que o autor coloca em questão. Nesse texto de humor existe o esforço para contrapor pensamentos já elaborados, para neles descobrir vestígios.

Deixo para Shakespeare encerrar essa nossa conversa:

“... que tempo enorme uma palavra encerra!” e Horácio, há 65 anos a\C retruca: “a palavra, uma vez lançada, voa irrevogável”.

e você voou irrevogável, Angelo!











Foro:Kalluh Araújo 


O autor

Angelo Campos é natural de Belo Horizonte, estudou Filosofia na UFMG e Psicanálise no GREP/MG. É especialista em Abordagem Transdisciplinar (UNIPAZ / FACISA). Membro do Colégio Internacional dos Terapeutas (CIT). Autor dos livros didáticos de Sociologia pela Pax Editora, Somos Educacional e Rede Fibonacci. Palestrante e Consultor educacional. Correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni. Professor do Curso de Capacitação Profissional em Artes Cênicas de Contagem. Membro da Banca e palestrante nos Exames de  Capacitação Profissional de Atores do SATED Minas Gerais. 

Livros Publicados:

Sociologia – Ensino Médio (Volume único – ISBN: 978-85-7938-613-8), 2014.

Em coautoria com Andréa Matos Rodrigues Menezes Castro, pelo selo A Vida é Mais, da Pax Editora e Distribuidora Ltda.

Sociologia – Ensino Médio (Fasciculado: ISBN: 978-65-5741-161-2), 2021, coautoria com Luiz Claudio de Araújo Pinho, pela Editora Somos Sistemas de Ensino S.A.

Sociologia – Ensino Médio, 2022, coautoria com Luiz Claudio de Araújo Pinho, pela Rede Fibonacci.

Disquisição sobre o sentido do trem – Crônica. Pela editora Atafona, 2024.

Pela contribuição prestada à educação e às humanidades, recebeu as seguintes distinções:Troféu Educação Transformadora, 2021, Crescente Educacional;

Troféu Educação e Vida, 2023, Movimento Educação é o Alvo e Comenda José Saramago, fevereiro de 2024, pela Academia Mineira de Belas Artes e Literarte.


Juçara Costa

Atriz, Artista Plástica, Escritora, Figurinista e Cenógrafa. Estudou desenho na Universidade de Commack, Nova York. Trabalha com metodologias próprias na pintura, no bordado e na criatividade. Além das vivências nas artes plásticas, atuou no teatro, cinema, TV e moda. Facilitadora de processos criativos; criadora do Método DB Desenhos Bordados. Cofundadora do grupo de estudos filosóficos Buscando Saber.


Miguel Gontijo

Artista Plástico (Guignard), bacharel em História (FAFI BH), pós-graduado em Arte e Contemporaneidade (UEMG); participa de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior; recebeu os prêmios na II Bienal de Arte Mística (Governador Valadares), prémio Mário Pedrosa (São Paulo), II Salão Nacional de Artes (Rio de Janeiro), entre outros; autor dos livros Bibliotheca, Miguel e o Ornitorrinco e Pintura Contaminada, entre outras publicações; possui obras em acervos públicos em Londres, Detroit, Washington, Rio de Janeiro, Curitiba, Ouro Preto e Belo Horizonte.


NOITE DE AUTÓGRAFOS, PALESTRA E LANÇAMENTO DO LIVRO

Disquisição sobre o sentido do trem” 

 de Angelo Campos, pela Editora Atafona

22 de junho, sábado, às 20h

Teatro José Aparecido de Oliveira

Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa

Praça da Liberdade, 21 – Belo Horizonte – MG

ENTRADA FRANCA

Preço do livro, por ocasião do lançamento: R$50,00 – cinquenta reais)


10 de jun. de 2024

Tributo a Oswaldo Montenegro

 









Foto: Acervo Canto da Voz 



Ingressos à venda para o show realizado pelo Canto da Voz, na capital mineira


Será na quarta-feira, dia 26 de junho, às 19h30, no Teatro da Cidade (Rua da Bahia, 1341 – BH – MG), a noite única do show Tributo a Oswaldo Montenegro.  Madalena Salles, flautista, musa e a instrumentista parceira mais antiga de Oswaldo Montenegro, estará presente no evento e, também, receberá homenagem especial. 

Com uma proposta robusta e estrutura profissional, o “Canto da Voz” - das cantoras   Luiza  Lara e Luiza Duque -,  irá promover, o concerto em homenagem a Oswaldo Montenegro, que este ano celebra 50 anos de carreira. Autor de grandes sucessos, como Lua e Flor, Bandolins e A Lista, este compositor é um verdadeiro ícone da música popular brasileira e terá sua obra interpretada por mais de 20 alunos do Canto da Voz, além das cantoras/professoras Luiza Duque e Luiza Lara, que assinam pelo roteiro, direção e produção artística do espetáculo.  Produção executiva: Roberta Machado. 

No elenco: Aline Mendes, Ana Flávia Lamas, André Freitas, Artane Inarde, Bernardino Fantauzzi, Carol Campos, Clara Feu Lima, Diana Lara, Helena Raquel, Júlia Leite, Karina Fideles, Luiza Antunes, Luiza Duque, Luiza Lara, Lygia Santos, Marcela Kfuri, Maria Beatriz Leite, Maria Clara Davite, Marya Rosselini, Millena Amaral, Paulo Roberto Aranha, Ronise Lima e Taquinho Oliveira.

A banda será composta por Renato Saldanha (arranjos, violões e guitarra), Fernando Monteiro (arranjos e baixo elétrico), Luadson Constâncio (teclado) e Tininho Silva (bateria). 

No repertório do show: Nossas Histórias, Bandolins, Mel do Sol, Léo e Bia, Solidões, Estrelas, Lua e Flor, Amores, Me ensina a escrever, O azul e o tempo, Por Brilho, Travessuras, Cigana, Eu quero ser feliz agora, Os melhores músicos sobem ao palco/os melhores músicos tocam no bar, Sem Mandamentos, Vamos celebrar, Condor e A lista, de Oswaldo Montenegro e as parcerias Estrada Nova e A porta da Alegria, Sempre não é todo dia, (Montenegro e Mongol), Sim (Montenegro e  Renato Luciano), Intuição (Montenegro e Ulysses Machado) e Não tem volta (Oswaldo Montenegro e Raique Macau).


Os ingressos – R$40,00 –  já estão à venda pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/tributo-a-oswaldo-montenegro__2500345 ou via WhatsApp (37) 99199-0813.

O evento tem patrocínio do Restaurante Me Gusta e Atlantis Síndico Profissional. 

Oswaldo Montenegro 


Músico, cantor, compositor e diretor de teatro, cinema e TV. 

Possui 45 álbuns e 7 DVDs (sendo 2 CDs de ouro e 1 de platina e 1 DVD de ouro). 

Como diretor e roteirista, foram 4 filmes de longa-metragem: “Léo e Bia” (2010), com Emilio Dantas, Paloma Duarte e grande elenco, sucesso de crítica e premiado.

“Solidões” (2013), com Vanessa Giacomo, Renato Góes, Oswaldo Montenegro e grande elenco.  “O Perfume da Memória” (2016), premiado internacionalmente e com mais de 10 milhões de visualizações ao redor do mundo.  "A Chave do Vale Encantado" (2019), exibido no Festival de Cinema de Gramado e vencedor de 5 prêmios no Festival de Cinema dos Sertões: Melhor Filme, Melhor Trilha Sonora, Melhor Diretor, Melhor Figurino e Melhor Filme Voto Popular.  Além da série para o Canal Brasil: "De Sonhos e Segredos" (2 temporadas).

Criou e dirigiu mais de 20 peças musicais, das quais: “Filhos do Brasil”: 5 prêmios no Festival de Teatro / RJ em 2009. “Veja você, Brasília”, com Cássia Eller no elenco. " Noturno”: 19 anos em cartaz. "A Dança dos Signos": 7 anos em cartaz e mais de 1 milhão de espectadores contabilizados. 

Possui mais de 40 trilhas sonoras para teatro, cinema, TV e balé.

Seu livro infantil, “O Vale Encantado”, foi premiado e indicado pelo Ministério da Educação e Cultura para ser adotado nas escolas do 1º Grau. 

Oswaldo Montenegro partiu para a estrada aos dezessete anos, onde fixou residência. Em suas constantes viagens, jamais parou de criar. Tornou-se um trovador contemporâneo que parece viver dentro da arte, num turbilhão de projetos de tirar o fôlego de quem o acompanha. Este ano, Oswaldo Montenegro comemora cinquenta anos de estrada em uma turnê de extremo sucesso, esgotando com antecedência e abrindo sessões extra em todas as capitais do país. Sem recuar um milímetro na feitura de sua arte, está a merecida consagração deste artista que marcou a cultura brasileira, traçando uma trajetória original, única e longeva, entrando definitivamente na alma de várias gerações












Luiza Lara e Luiza Duque


Canto da Voz 

À partir de um sonho compartilhado e a união entre as duas amigas e parceiras de profissão, Luiza Lara e Luiza Duque deram vida ao “Canto da Voz”, um espaço dedicado ao ensino do canto e ao acompanhamento fonoaudiológico especializado em voz. 

O “Canto da Voz” foi inaugurado em 2024 e o espaço fica na Savassi, coração de Belo Horizonte, onde conta com toda a infraestrutura e conforto necessários para que seus alunos e pacientes se sintam à vontade para soltar a voz!

“Acreditamos que com o direcionamento correto e dedicação, qualquer pessoa pode dominar as suas habilidades vocais, seja com intenções profissionais (cantores, professores, locutores etc), ou para melhorar sua qualidade de vida. Nossa missão é ajudar o aluno e/ou paciente a alcançar uma melhor performance vocal com a saúde e a estética vocal desejadas”.

No atendimento fonoaudiológico, as profissionais atuam nas áreas de Voz Clínica e Voz Profissional, artística ou não, com objetivos voltados para a reabilitação e o aperfeiçoamento da voz e da comunicação. Oferecem também atendimento vocal associado ao uso de tecnologias (laserterapia, eletroestimulação, termoterapia e bandagem elástica).

Nas aulas de canto, associam-se os conhecimentos específicos da Fonoaudiologia à pedagogia do canto, a fim de guiar o aluno no desenvolvimento de habilidades técnicas e musicais relacionadas ao canto popular.

Luiza Lara

Luiza Lara é cantora, fonoaudióloga especialista em voz e professora/preparadora vocal com 15 anos de experiência na prática clínica e na didática do canto. Além das audições regulares que produz com seus alunos desde 2019, Luiza é idealizadora e produtora dos projetos “Vem pro Palco” e “Canto pra Viver”, promovendo apresentações de seus alunos em diversos espaços de música em Belo Horizonte. Nascida em família de músicos, canta profissionalmente desde a infância. Tem dois discos e diversos singles lançados. Ao longo de sua trajetória musical, se apresentou e/ou gravou ao lado de Milton Nascimento, Oswaldo Montenegro, Telo Borges, Túlio Mourão, Tunai, Wagner Tiso, Affonsinho, Maurício Maestro (Boca Livre), e dezenas de outros nomes da nossa música brasileira/mineira. Participou do “The Voice Brasil” (Rede Globo), em 2013 e do programa “Sr. Brasil”, da TV Cultura, apresentado por Rolando Boldrin, em 2019.

Luiza Duque

Luiza Duque é cantautora, fonoaudióloga, professora de canto/preparadora vocal, mestranda em ciências fonoaudiológicas pela UFMG. Filha de músico, Luiza iniciou seus estudos no canto desde a infância e aos 14 anos já escrevia músicas e cantava profissionalmente. Luiza participou da produção de shows de grandes artistas como Flávio Venturini, Lô Borges, Leo Jaime e Wilson Sideral, com quem teve o prazer de dividir o palco. Paralelamente ao atendimento em voz, a artista divide seu tempo com a banda Limão Capeta, fazendo shows em Belo Horizonte e Minas Gerais com composições autorais e releituras. Luiza lançou sua primeira música “Antifa” em 2021. O single foi uma parceria entre a Limão Capeta e Douglas Din, bicampeão nacional do Duelo de MC’s, a qual foi vencedora do VIII Prêmio Ibermusicas de Criação de Canção.

TRIBUTO A OSWALDO MONTENEGRO

quarta-feira, dia 26 de junho, às 19h30

Teatro da Cidade  - Rua da Bahia, 1341 – BH – MG

Ingressos – R$40,00 – já à venda pelo Sympla: 

https://www.sympla.com.br/tributo-a-oswaldo-montenegro__2500345 

ou via WhatsApp (37) 99199-0813.

REALIZAÇÃO , DIREÇÃO E PRODUÇÃO: LUIZA DUQUE E LUIZA LARA

 PRODUÇÃO EXECUTIVA: ROBERTA MACHADO


6 de jun. de 2024

Fragmentos: Ballet e Classe leva espetáculos e workshops gratuitos a três cidades mineiras

Foto: Chico Maurente 



Em projeto realizado com os benefícios da Lei Paulo Gustavo, o Ballet e Classe, no ano de comemoração do seu 18° aniversário, leva dança e aprendizado a três cidades mineiras, a partir do dia 16 de junho. Belo Horizonte – sede do estúdio –, Sabará e Ouro Preto recebem até setembro, 12 espetáculos e workshops de ballet clássico e contemporâneo, incentivando e promovendo a formação em dança. Todos os eventos têm entrada franca. 


FRAGMENTOS 
Sob a direção de Margot Sales e com coreografias de Diego López e Margot Sales, o espetáculo “Fragmentos” tem como objetivo mostrar várias vertentes da arte de dançar ballet – do Clássico ao Contemporâneo. Fragmentos de cenas de obras inéditas do Ballet Contemporâneo do SÉC XXI e trechos de obras consagradas do Ballet Clássico de Repertório, compõem essa montagem apresentada por um elenco jovem, que desempenha, com maestria, a arte de dançar e encantar públicos de várias faixas etárias. Holocaustos, I can’t breathe, Carmen, Morte do Cisne, Cisne Amargo, Bela Adormecida e Coppelia estão entre as fontes do grupo.
No elenco: Amanda Monteiro, Ana Beatriz Almeida, Anne Elise Prisco, Arthur Alcântara, Camila Salles, Catharina Souza, Cora Martins, Gabriel Pinter, Isabela Lamêgo, Isabela Marteleto, Joana Barra, Júlia Rezende, Ketlley Marques, Lauanda Flayra, Léo Soares, Lua Santos, Luiza Rocha e Mariana Santos. 

A programação vai de junho a setembro e todos os eventos contarão com acessibilidade física, comunicacional e interpretativa – incluindo intérprete de libras para as apresentações. Classificação etária; 10 anos. 

AGENDA:
16 de junho, domingo, 15h e 19h
Teatro da Maçonaria – Av. Brasil, 478 – Belo Horizonte – MG 

20 de junho, quinta-feira, 15h e 19h40:
Teatro Municipal – Rua Dom Pedro II s.n. – Centro Histórico – Sabará – MG
 
30 de junho domingo, 15h e 19h:
Teatro da Maçonaria – Av. Brasil, 478 – Belo Horizonte – MG 

4 de julho, quinta-feira, 20h:
Casa da Ópera – Rua Brigadeiro Musqueira, 104 – Ouro Preto – MG

6 de julho, sábado, 9h e 11h: 
Centro Universitário UNIBH2 – Av. Professor Mário Werneck, 1685 – Buritis – Belo Horizonte – MG 
*contará com a presença dos alunos da UNIBHFIT Grupo de Dança/Extensão.

31 de agosto, sábado, 20h:
Casa da Ópera – Rua Brigadeiro Musqueira, 104 – Ouro Preto – MG

8 de setembro, domingo, 15h e 19h:
Teatro da Maçonaria – Av. Brasil, 478 – Belo Horizonte – MG 

MARGOT SALES E BALLET E CLASSE, 18 ANOS
O Ballet e Classe foi fundado por Margaret Carvalho Sales, conhecida como Margot Sales, sua diretora artística.
Margot, fundadora e diretora artística do Ballet e Classe, é formada como professora pela RAD - Royal Academy Of Dance London, bacharel em Educação Física e Fisioterapia, curadora da Companhia Escola Séc. XXI e administradora do Centro Cultural do Teatro da Maçonaria. Iniciou seus estudos de ballet, aos 18 anos, graças a uma matrícula dada por um amigo, no Studio Joaquim Ribeiro em Santa Efigênia onde permaneceu até os 21 anos. Em seguida, foi para o Centro Mineiro de Danças Clássicas, seguido pelo Ballet Cristina Helena, Teatro Sesiminas e Marta Guerra.  Mais tarde, retornei ao Centro Mineiro de Danças Clássicas, onde dedicou-se, não somente como bailarina, mas, iniciou sua carreira como professora da RAD.
Em outubro de 2004, prestou o exame da RAD. Em 2005, partiu para Londres para buscar seu diploma de professora e entrar para uma rede internacional de professores.
Ao retornar, fundou o Studio Margot Ballet e Classe, como era chamado. Ainda sem sede, porém com respeitabilidade, levando nove bailarinas para o Concurso de Araxá/MG. Neste evento, foi lançado o Studio Margot Ballet e Classe. Na bagagem de volta à capital mineira, 15 dos 17 prêmios em competição.
A partir daí veio a primeira sede e espaço próprio, no Bairro Santa Efigênia e o nome passou a ser Studio de Dança Ballet e Classe.   Já de posse de seu Membreship concedido pela Rad Royal Academy Of Dance Londres, abriu frentes para muitas parcerias mantidas até o atual momento.  O Ballet e Classe passou a ministrar aulas de ballet em escolas e colégios de Belo Horizonte. Em 2005, Ballet e Classe fez seu primeiro repertório. Margot lembra-se do importante apoio da amiga, Márcia Dias, que cedeu seus alunos para completar o elenco. Nascia “Dom Quixote”.
Em 2006, o Ballet e Classe já contava com alunos suficientes para seu próprio corpo de baile e passou a participar de vários concursos dentro e fora de Minas Gerais.  Colecionaram vários prêmios:  melhor conjunto de obras de repertório, melhor figurino, melhor bailarino, bailarina, bailarina revelação, prêmios em dinheiro e bolsas para Summer no exterior.
Em 2007, Margot Sales teve a oportunidade de voltar a Londres e se aperfeiçoar como professora. Desta vez, levou três alunas para fazer um curso de quinze dias e participar de uma montagem coreográfica pós-curso.
Na primeira sede, onde o Ballet e Classe permaneceu por 14 anos, Margot desenvolveu 14 ballets de repertório completos, oito ballets de autoria própria, dois galas (1 de 5 anos e outra dos 10 anos) e um ballet beneficente chamado Artidário de Dança, que contou com o apoio da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais e renda revertida para um asilo. Valorizando a reponsabilidade social, o Ballet e Classe, produziu, ainda, anualmente, um ballet com arrecadação de sabonetes pra Colônia Santa Isabel e dois espetáculos com doações para LBV.
Em 2018, após entregar o espaço, o Ballet se estabeleceu por um ano, no Studio It.  Mudou-se para uma linda casa na Serra que sediou um grande concurso chamado Mostra Dança.  Durante uma semana, mais de 50 bailarinos de vários estados do Brasil e professores nacionais e internacionais passaram por lá.
Com a pandemia, vieram as aulas online e a produção de um vídeo de dança, com cada um na sua casa, respeitando as regras de isolamento.
Mesmo com a pandemia, uma aluna ganhou um prêmio mundial da dança, pela Royal Ballet School. Este prêmio abriu portas para que a escola ficasse por semanas na mídia nacional e internacional e com essa repercussão a aluna Sophia Heringer foi agraciada com diversas bolsas de estudo no exterior. Ela fez sua opção por uma escola na Suíça onde ficará por cinco anos.
O Ballet e Classe transferiu sua sede para o Centro Cultural Teatro da Maçonaria. Os alunos receberam o privilégio do exercício de suas atividades dentro do teatro, tendo à disposição toda sua infraestrutura, fazendo aulas no palco, respirando cultura.
Em 2022, o Studio Ballet e Classe incorporou à sua equipe, um coreógrafo internacional, Diego López (Argentina), ex-primeiro bailarino da Ópera de Munique. Lopez possui duas obras tombadas como Patrimônio da Humanidade, pela Unesco. O profissional está desenvolvendo uma Companhia Escola em parceria com o Ballet e Classe, dentro do Teatro - a “Companhia Século XXI”.
O ano de 2023 começou com muitos trabalhos internos e concursos. Em abril, Margot Sales foi homenageada pelo Instituto Cultural RV, na Câmara Municipal de São Paulo, através da renomada Jacy Rhomrs e pela vereadora Edir Sales, por ocasião do Dia do Ballet Clássico. Em agosto, o Ballet e Classe teve a honra de promover a Gala de Despedida da bailarina Sophia Heringer.
Para encerrar o ano, o Ballet e Classe seguiu as comemorações dos seus bem-vividos anos, de vida, produzindo cinco espetáculos.
Entre eles estão duas Mostras Coreográficas de escolas parceiras (Miudinhos Centro Educacional Infantil, Trilha da Criança, Escola Jardim II e Colégio Logosófico - unidade do Funcionários). Momento valioso de interação das crianças com bailarinos profissionais e estudantes e a chance de viver esse momento mágico de estar no palco, com plateias especiais.  O ano de atividades terminou com o espetáculo “Coppelia”. 
Em, 2024, Margot Sales consolidou sua certificação em Dança Contemporânea pela Rambert Grades. Trata-se de mais uma valiosa certificação inglesa para o Ballet e Classe, que passou a ser a ser a primeira escola de Ballet em BH afiliada à Rambert Grades. Celebrando 100 anos de existência, a Rambert School (Londres) existe como uma importante referência mundial. Com a nossa conquista, os alunos Ballet e Classe poderão receber mais um certificado internacional. A partir deste momento, nasceu o curso de Dança Contemporânea Europeia Criativa Infantil, destinado às crianças - meninos e meninas - com 7 anos ou mais, abrangendo meninos. 
 
DIEGO LÓPEZ
Um dos coreógrafos de “Fragmentos”, o argentino Diego López está desenvolvendo uma Companhia Escola em parceria com o Ballet e Classe, dentro do Teatro - a “Companhia Século XXI”. Diretor Artístico e coreógrafo da Cia. SÉC XXI, Diego López formou-se na Argentina, como Professor e Mestre Nacional de Danças e de Folclore, coreógrafo e diretor teatral. Ex-primeiro bailarino do Staatheater am Gartnerplatz de Munique, Alemanha. 
Premiado por Rudolf Nureyev e críticos de arte como "Melhor bailarino estrangeiro" (Alemanha, 1987). Foi 'maitre' de Ballet do Gartnerplatz e ministrou aulas em grandes companhias como: Ópera de Tokio, Rambert Dance Company, Cia. Deborah Colker, entre outras.  Coreógrafo para o Victoria Australian Ballet e Ballarat Company, entre vários.  Duas obras de sua autoria: "Psicotango" e "Los cuatro jinetes del Apocalipsis" foram tombadas pela ONU - Organização das Nações Unidas, nos EUA, como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, em memória do "Ano Internacional" pela Paz. 

Criado pelo Studio Ballet e Classe, o projeto Fragmentos, de n° 14170 – 275804, integra o Edital LPG 09/2023 - Programa de mobilidade de artistas, grupos e técnicos. Apoios: Secretaria Municipal de Cultura de Sabará, Teatro Municipal de Ouro Preto – Casa da Ópera, UNIBH e Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais. Realização: Lei Paulo Gustavo – Ministério da Cultura. 

Informações adicionais: 
IG @balleteclasse 
 

5 de jun. de 2024

Show "De vida e Canções" - Babaya – 41 anos de carreira!













“Tantos anos contando a história/De amor ao lugar que nasci/Tantos anos cantando meu tempo/Minha gente de fé me sorri/Tantos anos de voz nas estradas/Tantos sonhos que eu já vivi”

(Milton Nascimento/Fernando Brant)

No dia 29 de junho, sábado, às 20h, no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas (Rua da Bahia, 2244 – Lourdes – BH – MG), acontece o show “De vida e canções” da cantora, professora de canto, preparadora vocal e diretora musical, Babaya. A artista celebra seus 41 anos de carreira e, neste show, homenageia Milton Nascimento, Wagner Tiso e Fernando Brant. O disco, homônimo, gravado por ela e que dá origem ao show, foi concebido em 1999, para esta homenagem. 

No palco, com a artista: Mauro Rodrigues (flauta e Direção Musical), Luisa Mitre (piano), Enéias Xavier (baixo), Ricardo Cheib (percussão), Cyrano Almeida (bateria), Edson Queiroz (violino), Ayran Nicodemos (violino), Carlos Aleixo (viola), Elise Pittenger (violoncelo). Coro: Celinha Braga, Lu Braga, Regina Souza, Anthonio Marra, Walber Braga, João Melo. Produção: Celinha Braga, Ivone Braga e Regina Souza. 

Neste show, Babaya, também prestará uma homenagem ao produtor Nestor Santana, responsável pela produção do álbum gravado em 99 - que a incentivou neste registro – e, a Mauro Rodrigues que assina a direção musical e arranjos de show e disco. 

Em abril deste ano, Babaya lotou o Grande Teatro do Sesc Palladium, em aplaudida, histórica e memorável performance, apresentando junto à Orquestra Ouro Preto, celebrando Milton Nascimento. Foi sua primeira performance com Orquestra.

Os ingressos para o show do dia 29 -  R$80,00 (inteira) -  já estão à venda pelo Sympla e Bilheteria do Teatro. 




BABAYA  Com uma trajetória respeitável, Babaya, cantora, professora de canto, preparadora vocal e diretora musical, iniciou sua carreira profissional em Cássia, MG.  Em 1975, mudou-se para Belo Horizonte, onde começou seus estudos de canto e teoria musical.Na capital mineira, sua trajetória profissional começou na Escola Música de Minas criada por Milton Nascimento. Fundou em 1991 a “Babaya Casa de Canto” especializada no aprimoramento do Canto Popular. 

Participou de 216 espetáculos como preparadora vocal, texto, prosódia e direção musical. Trabalhou com os diretores: Gabriel Villela, Regina Bertola, Aderbal Freire, Paulo José, Felipe Hirsch, Márcio Abreu, Nena Inoue, Daniel Filho, Elias Andreato, entre outros. Na Rede Globo trabalhou a prosódia das novelas “Liberdade Liberdade”, “Justiça”, “Deus Salve o Rei”, “Vicky e a Musa”. No Cinema preparou atores nos filmes: “Chico Xavier”, “Pedro Malazarte”, “Ricos de Amor”, “Eu Fico Loko”, “Irmandade”.

Preparou vários artistas renomados em Minas e por todo o País na música e no teatro como: Grupo Galpão, Grupo Ponto de Partida, Flávio Venturini, Vander Lee, Sérgio Pererê, Regina Souza, Mauricio Tizumba, Gabriela Pepino, Renata Sorrah, Maitê Proença, Leticia Sabatella, Lílian Cabral, Matheus Solano, Marcos Nanini, Thiago Lacerda, Rômulo Estrela, Luiz Melo, Nena Inoue, Walderez de Barros, Titina Medeiros, César Ferrario, Adriana Esteves, Débora Bloch, Isis Valverde, Jesuíta Barbosa, Mariana Ruy Barbosa, Cuã Raymond, Ivan Vellane, entre outros. Ministra oficinas de “Voz para Atores e Cantores” em diversas cidades do Brasil e exterior, tais como: Manaus, Aracaju, Natal, Belém, São Paulo, Rio, Uberlândia, Joinville, Maringá, Curitiba, Mato Grosso, Vitória, São José do Rio Preto, Campinas, Porto e Valongo (Portugal), Firenze (Italia), entre outras.Por cinco vezes recebeu Prêmio Shell, na categoria de “Melhor Direção Musical” 

BABAYA - SHOW “DE VIDA E CANÇÕES

29 de junho, sábado, às 20h

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas

Rua da Bahia, 2244 – Lourdes – BH – MG

Ingressos – R$80,00 (inteira) - já à venda pelo Sympla e na bilheteria do Teatro.

Garanta seu lugar:sympla.com.br


DEPOIMENTOS

“...Tudo isso é muito iluminado por Mário Márcio, responsável também pelos excelentes adereços, enquanto Babaya, cujo trabalho com Gabriel Villela e o Grupo Galpão é reconhecido, fez a direção musical e vocal com a qualidade de sempre”     

(Bárbara Heliodora, O Globo, 01.11.97, Rio, sobre a peça “Morte e Vida Severina” – VERSOS BANHADOS POR UM RITUAL DE IMAGENS).


“...E desejo que tanto ele como Babaya que é genialmente competente...”

“...Cássia emprestou Babaya que o Brasil já conhece”

(Gabriel Villela, Folha da Manhã, 05.10.97, sobre a peça “Morte e Vida Severina” – CARMO DO RIO CLARO VÊ AMANHÃ O NOVO “MORTE E VIDA SEVERIA”).


“...A luz de Gabriel Villela e toda a música orientada por Babaya são mais dois pontos fortes nesta bela montagem de “A Vida é Sonho”.

(Bárbara Heliodora, O Globo, 14.12.98, sobre a peça “A Vida é Sonho” – BELEZA CONSTRUÍDA ENTRE O RITUAL E O CONDO DE FADAS).


“...Antes de mais nada, sem dúvida, Babaya é um dos maiores exemplos de Belo Horizonte, de amor e dedicação ao ensino do canto... Muitos dos grandes nomes da música mineira passaram por seus cuidados e continuam passando...”

(Carlos Mello, revista Boca a Boca, 27.04.98 – ENTREVISTA DA SEMANA).


“O ator e diretor Chico Pelúcio do Grupo Galpão, destaca dois aspectos do trabalho com Babaya: “...Além da sua generosidade para encarar o processo criativo, entende as dificuldades de cada um. Ela é uma das raras pessoas que tem um pé no canto e o outro no texto falado. Ela sabe como preparar a fala do ator”. 

(Chico Pelúcio, Pampulha, 27.03.99 – A VOZ DOS BASTIDORES).


“...Acho que a Babaya tem um prazer em dar aula, que acontece tanto quanto ela está trabalhando com iniciantes e pessoas que cantam por hobby, quanto ao dar aulas para profissionais”. 

(Regina Souza, Estado de Minas, 05.99 – EMOÇÃO E PRAZER EM SOLTAR A VOZ).


“...O Galpão começou a trabalhar com a Babaya em 1986. Acho que desde essa época ela tem conseguido desenvolver um trabalho diretamente ligado ao teatro. Ela se informa, estuda e com muita sensibilidade, consegue desenvolver um caminho próprio, sem seguir modelos já prontos”. 

(Eduardo Moreira, Estado de Minas, 05.99 - EMOÇÃO E PRAZER EM SOLTAR A VOZ).


“...Eu escolhi trabalhar com a Babaya porque vi um vídeo dela nos ensaios de “Mary Stuart” e me apaixonei pela cara dela. Tinha uma felicidade, uma alegria... 

Eu pensei que devia ser muito legal trabalhar ao lado dela. Foi aí que decidi chamá-la para a minha primeira peça. E depois disso tive ótimas referências da Babaya, principalmente através da Xuxa Lopes, que é muito minha amiga e já trabalhou com ela”.

(Regina Braga, Estado de Minas, 05.99 – EMOÇÃO E PRAZER EM SOLTAR A VOZ).


“...Realizar tudo isto sem um trabalho vocal minucioso e criativo não serviria para nada. Entra aí a preparação e os arranjos vocais de Babaya, responsável por elevar a já costumeira qualidade do canto e das falas dos atores do Ponto de Partida”

(Clara Arreguy, Estado de Minas, sobre a peça “Viva o Povo Brasileiro”, Grupo Ponto de Partida - Barbacena, MG – MATURIDADE EMPOLGANTE)


“O que mais me impressionou neste projeto, o “4 Cantos”, foi o comprometimento imediato e entusiasmado de todos os envolvidos. A Babaya é fantástica. Ela contaminou todo o grupo com a qualidade de seu espírito encantado, positivo, livre e ao mesmo tempo apontando para a sinceridade e as responsabilidades do trabalho proposto. Espírito que nos enche de confiança quanto aos resultados de uma grande ideia. Obrigada Valée. Obrigada Babaya”. 

(João Rodrigues, Secretário de Cultura de Montes Claros) 


Figura querida entre os artistas, a professora de canto Babaya equilibra momentos de ternura e firmeza em suas aulas”.

(Júlia Guimarães, jornal Pampulha – GENTILEZA GERA GENTILEZA)


“Para interpretar Jasão, o personagem de “Gota d´Água” o ator Jorge Emil já começou aulas de canto com Babaya a preparadora vocal de nove entre dez artistas de Minas e de fora daqui”

(Clara Arreguy, Estado de Minas, 07.12.00 – TALENTO DA HORA)


“Mais do que qualquer outro trabalho do diretor Gabriel Villela, “Gota d´Água” é o musical em que os arranjos vocais ganharam maior destaque, segundo Maletta. Além do maestro, Babaya e Fernando Muzzi, que assinam a direção musical da peça, trabalharam para que o diálogo entre a tragédia grega e o melodrama brasileiro estivesse nítido também no canto e na impostação de voz dos atores”

(Ernani Maletta, O Tempo, 09.09.01 – DIRETOR VÊ TRAGÉDIA GREGA EM BRASÍLIA)


“Além dos aspectos visuais, a peça tem direção musical sofisticada (de Babaya), com cada ator com um sotaque e gênero e ritmos musicais variados”

(Mônica Rodrigues da Costa, Guia da Folha de SP, 10 a 22 março de 2001 – SALTIMBANCOS PROVOCA ENCANTAMENTO)


“Foi simplesmente comovente e, também foi comovente o trabalho desde moços e moças, sinceramente eu fiquei comovido e agradeço do fundo da alma, do fundo do coração o fato de ter dirigido este espetáculo a mim. Eu não contava nunca de merecer da minha terra, do meu pessoal, da Capital do meu Estado, uma homenagem destas”

(Grande Otelo, Folha Metropolitana, 07.93 – “HOLLYWOOD BANANAS” HOMENAGEIA GRANDE OTELO) 

“Atraída pelo teatro, atuou junto aos grupos mais expressivos de Minas, especialmente o Galpão, onde começou a pesquisar a voz falada, e a partir do encontro com Gabriel Villela em Romeu e Julieta” alcançou reconhecimento nacional. Mas se protege contra os riscos da vaidade. Saboreia o valor de ser reconhecida (“elogio é bom”), mas teme a presunção que conduz à arrogância”

(Arildo Barros, Revista Palavra, 09.12.99 – ENCANTADORA DE VOZES)


“Babaya se tornou mais que mestra. Faz-se cúmplice, amiga de seus alunos. Manipula suas possibilidades e suas carências, criando naturalmente, para cada um, o frescor de um processo particular e intransferível. Um trabalho riquíssimo de artesanato, baseado na improvisação e na generosidade”

(Arildo Barros, Revista Palavra, 09.12.99 – ENCANTADORA DE VOZES)


“Não é apenas uma preparação, mas uma direção vocal porque ela junta o conhecimento da anatomia, do funcionamento do aparelho vocal, com a ampliação das possibilidades do ator de usar a sua voz. Ela não vem só para fazer o trabalho e pronto. Tem a pesquisa, o risco e essa descoberta de possibilidades junto com a gente” (...) “Agora, eu sou meio suspeito para falar da Babaya, porque, além de tudo isso que já falei, ela ainda nos traz os docinhos, o queijo e todas as delícias mineiras, brinca. Ela nos acompanha, conhece as limitações de cada ator, sabe como lidar com isso e vai tentando várias possibilidades. O ator é muito difícil de lidar e ela tem todo um jeitinho mineiro de tocar na ferida. E tira a nossa ansiedade de acertar e nos mostra que existe uma diversidade muito grande no tratamento da palavra e como é possível, a partir de utilização, abrir o imaginário de quem nos vê”

(Luis Mello, O Tempo – Magazine, 22.03.05- CONVERSA DE COMPADRES – NO RASTRO DE BABAYA)


“Foi desta forma que se juntaram à trupe nomes importantes da cultura brasileira como a preparadora vocal Babaya, o cantor e compositor Milton Nascimento, o diretor Sérgio Brito, o violonista Gilvan de Oliveira, a atriz Fernanda Montenegro. Todos eles, segundo Regina Bertola, foram fundamentais na percepção e criação de um modo de produção diferente”

(Regina Bertola, Estado de Minas – Cultura, 25.02.05 – DE BARBACENA PARA O MUNDO)


“Mais uma vez para acertar, pede Babaya para repetir o que já parece irretocável. Mas para o registro do DVD e para o ouvido absoluto de Milton, treinar algumas notas mais uma vez nunca é demais. Babaya conhece bem essa exigência, afinal foi na Música de Minas Escola Livre criada por Milton Nascimento e Wagner Tiso, que ela se tornou professora de canto”.

(Fernanda Fernandes, Tribuna de Minas, 06.03.04 – ACLAMADO E IMORTALIZADO EM DIGITAL)



26 de mai. de 2024

Patrícia Ahmaral az show com repertório inédito, no Jardim Musical da Casa Belloni, junto a Rogério Delayon

 

foto:Kika Antunes 

Patricia Ahmaral se apresenta junto ao multiinstrumentista a Rogério Delayon, no Jardim Musical da Casa Belloni (Av. João Pinheiro, 287 – Belo Horizonte), na quinta-feira, 13 de junho, às 20h. 

A cantora Patrícia Ahmaral e o multiinstrumentista Rogério Delayon, há muito trabalham juntos, numa colaboração de cumplicidade e pesquisa artística no diálogo com música e canções. Para o show no Jardim Musical, irão apresentar um roteiro inédito, passeando por obras gravadas por Patrícia, sucessos em sua carreira, como as versões para “Eu quero é botar meu bloco na rua” e “A volta do boêmio” (Adelino Moreira) e “Mixturação” (Walter Franco). Também músicas de autoria da artista, como “A Outra Beleza” (parceria com Renato Villaça) e “Uma mulher”, além de canções de seu mais recente trabalho discográfico, “Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto” (2023), álbum vencedor do “Prêmio Flávio Henrique - 2024”, do BDMG Cultural e que traz Delayon como um dos co-produtores musicais do projeto. Algumas surpresas também estão previstas no repertório da noite. Rogério Delayon também promete apresentar algo de seu trabalho solo! 

Os ingressos (R$60,00), já estão disponíveis no Sympla: https://www.sympla.com.br/patricia-ahmaral-e-rogerio-delayon---jardim-musical---casa-belloni__2485121

Lugares ocupados por ordem de chegada Reserva de mesa, sujeita à lugares compartilhados pode ser feita, após a compra, pelo WhatsApp 31 984955337. 

O evento conta com bistrô em funcionamento. Abertura do Jardim às 19h. 

Vale lembrar que, este projeto, com curadoria música da jornalista Marcia Francisco, aplaudido pelo acolhimento aos artistas e audiência, em experiência sensorial valiosa, tem lugares limitados e apenas 70 pessoas na plateia. 

Nele, já se apresentaram Henrique Portugal, Clóvis Aguiar, Amaranto e Tabajara Belo, Tadeu Franco, Célio Balona, Duo Serenata, Ladston do Nascimento, Tadeu Franco, Nolli Brothers, Celso Adolfo, Lu e Celinha, Lívia Itaborahy e Arnon Oliveira.  A constatação é de experiência singular, na capital mineira: um espaço onde as pessoas já compreenderam o diferencial de viver instantes especiais em audição e escuta ativa de boa música, em momento sensorial, para aguçar os sentidos, curtindo autores e intérpretes qualitativos, com a possibilidade de apreciar boa gastronomia e conexões refinadas, em ambiente intimista e sofisticado.

PATRÍCIA AHMARAL:

Artista reconhecida no cenário da produção musical belo-horizontina e mineria, PATRÍCIA AHMARAL tem participações em projetos nacionais ao longo da carreira, como “PRATA DA CASA” (Sesc Pompeia), “NOVO CANTO” (RJ), “BEM BRASIL”” (TV Cultura - SP), “CONEXÃO VIVO” (MG e capitais no país). Com cinco álbuns lançados, ela começou a atuar nos anos 1990, na mesma efervescente cena que revelaria o saudoso VANDER LEE e as bandas pop locais de repercussão nacional, SKANK, PATO FU e JOTA QUEST. Interagindo e recebendo referências desse contexto vibrante e renovador em seu círculo cultural e do que acontecia musicalmente no país, entre o final dos anos 1990 e início dos 2010, lançou três discos solos de estúdio, marcando aquele momento da cena de BH e outros centros, ao lado de outras cantoras conterrâneas que surgiam, como ela, com trabalhos de fôlego e personalidade.

Seu CD de estreia, “Ah!” (1999), foi produzido por ZECA BALEIRO. Depois, vieram “Vitrola Alquimista” (2004), produzido por RENATO VILLAÇA e “Superpoder” (2011), produzido por FERNANDO NUNES.

Após um hiato na carreira e depois de voltar a se apresentar em espaços intimistas, em 2019 levou para o grande teatro do CINE THEATRO BRASIL VALLOURÉC (BH), o show “20 Anos de Ah!”, com participação de Baleiro e celebratório do tempo de carreira discográfica. A apresentação gerou um álbum ao vivo, “Ah!Vivo!” (2021) e um audiovisual disponível no canal Youtube da cantora.

TRIBUTO A TORQUATO NETO: Através de projeto aprovado em edital da LEI ALDIR BLANC e de campanha crowdfunding, em novembro de 2022, a artista concluiu um sonho acalentado há anos e iniciou no streaming o lançamento das primeiras faixas de um álbum duplo, gravado por ela, tributo ao poeta piauiense TORQUATO NETO (1944-1972), projeto finalizado em dezembro de 2023, com a divulgação do projeto completo, álbum duplo com 19 faixas. Gravado quase totalmente durante o período pandêmico, o disco atualiza e reúne grande parte dos parcerias musicais de Torquato com GILBERTO GIL, CAETANO VELOSO, JARDS MACALÉ, entre outros nomes, além de parcerias póstumas, criadas por CHICO CÉSAR, SÉRGIO BRITTO, ROGÉRIO SKYLAB, ZÉ RORAIMA, entre outros. Trata-se do primeiro songbook dedicado à gravação da obra “musical” de Torquato Neto, letrista revolucionário na canção brasileira moderna e personagem emblemático na história da cultura nacional. Ela se prepara agora para circular com o show de lançamento do trabalho, que contou com direção artística de ZECA BALEIRO, retomando a colaboração com a intérprete, e com participações especiais de peso, como a de JARDS MACALÉ e de PAULINHO MOSKA.

O QUE ELA GRAVOU NOS DISCOS ANTERIORES: Em seus discos anteriores, Patrícia interpreta com paixão a obra de compositores como SÉRGIO SAMPAIO, WALTER FRANCO, RAUL SEIXAS, ALCEU VALENÇA, os associando a nomes da cena independente, como MATHILDA KÓVAK, SUELY MESQUITA, KALIC, LUIÍS CAPUCHO, EDVALDO SANTANA e a compositores expoentes de sua geração, como FERNANDA TAKAI, ZECA BALEIRO, VANDER LEE e CHICO CÉSAR. Gravou também releituras curiosas e inspiradas para clássicos, como “Não Creio Em Mais Nada” (TOTÓ) e “A Volta Do Boêmio” (ADELINO MOREIRA), em arranjos assinados respectivamente por SACHA AMBACK e CELSO PENNINI.

Ao longo da carreira, em festivais ou projetos pessoais, cantou ao lado de nomes como RITA BENEDITO, VANDER LEE, PEDRO LUIZ, OTTO, NÁ OZZETTI, CHICO CÉSAR, TONINHO HORTA, entre outros.

Entre seus trabalhos de maior visibilidade, destaque para a abertura da NOVELA “Xica Da Silva”, cantando o tema de abertura “Xica Rainha” e também "Quenda" tema do personagem principal, na trilha especialmente composta por MARCUS VIANA para a trama (Rede Manchete). Patrícia vem dando espaço para sua verve compositora e prepara álbum com suas músicas e parcerias para 2025.

Patrícia vem dando espaço para sua verve compositora e prepara álbum com suas músicas e parcerias para 2025.

É formada em canto lírico pela UFMG e, paralelamente ao canto popular, tem atuações como solista em óperas e concertos.

Mais: https://patriciaahmaral.com.br/












foto: Elaine Martins 

ROGÉRIO DELAYON:

Nascido em Ipatinga (MG), Rogério Delayon é guitarrista, multi-instrumentista, arranjador, produtor musical e engenheiro de som. Com uma carreira sólida de mais de 30 anos e atuação fundamental  em inúmeros trabalhos de intérpretes e compositores em Minas e também no país, é hoje um dos maiores sideman (músico acompanhante) brasileiro, tendo já dividido o palco ou dirigido grandes nomes da música popular, como Zeca Baleiro, Beto Guedes, Sandy & Júnior, Fábio Júnior, Sá, Rodrix e Guarabyra, Victor e Léo, Zizi Possi, Wilson Sideral, Zélia Duncan, Leila Pinheiro, dentre outros. Sob a direção artística de Zeca Baleiro, co-produziu o álbum “Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto”, vencedor do “Prêmio Flávio Henrique - 2024”, do BDMG Cultural.

Paralelamente a essa atuação marcante como músico e produtor, lançou, em 2022, seu l primeiro álbum solo “Meu Tempero”, em que mescla música instrumental e interpretações cantadas num repertório de sua autoria e também leituras para obras de outros autores. 


25 de mai. de 2024

JOAQUIM PARRA MARUJO, NO BRASIL

Foto: divulgação 


Minas Gerais recebe um dos pioneiros e mais respeitáveis especialistas mundiais 
em Teatro Sistêmico, em dois eventos, no mês de junho

O português Joaquim Parra Marujo chega em Minas Gerais, para dois eventos realizados pela psicóloga transpessoal, Roberta Lobato Andrade.

Nos dias 8 e 9 de junho, sábado e domingo, das 8h às 17h, acontece na Casa Calma (Av.  Celso Porfírio Machado, 1031 – Belvedere – BH – MG), a vivência “Transformação sistêmica – Constelação Familiar”, com o profissional.

Nos dias 21 (às 18h), 22 (de 7h30 às 19h) e 23 de junho (de 7h às 14h), Parra conduz o “Workshop das emoções” na Casa de Campo Quintas do Império (Cachoeira do Campo – Ouro Preto – MG. A programação desse evento também contará com vivências de Yoga e Yoga Dance com as profissionais, Thaisy Cabas e Simone Las Casas

Trata-se de oportunidade de vivência presencial, com um dos pioneiros e mais respeitáveis especialistas do mundo.  

"Como terapeuta da alma - termo que uso desde 1975 - sei que as pessoas procuram se imitar ou se comparar umas às outras, ao invés de procurar respostas na alma. É na alma que reside o que temos para dar à vida, à sociedade, aos grupos, à família e a nós próprios. Isto é, urge sair da sombra para caminhar até à luz. Esta é a via da felicidade.” 
Joaquim Parra Marujo 

Joaquim Parra Marujo é Psicoterapeuta Transpessoal, terapeuta transpessoal de desenvolvimento e transformação pessoal, atuante desde 1971. Trabalha com Constelações Familiares – Teatro Sistêmico -  há mais de 30 anos em Portugal, na Polônia, Malta e no Brasil. É membro da International Association of Counselors, Diretor do Departamento de Psicologia Integrativa Transpessoal, no Instituto de Estudos Universitários Europeus. Mestre em saúde mental. Doutor em Antropologia Social e Cultural. Possui mais de 150 artigos científicos publicados por toda a Europa.

Hoje, no consultório e na sociedade percebo que doenças mentais como a ansiedade, depressão, Síndrome do Pânico, Burnout e o stress pós-traumático, aumentaram pós pandemia. É aí que entra a importância de tratar esses sintomas com um legítimo terapeuta da alma. A alma doente reflete no corpo e, por isso, adoecemos. “A doença vem para a curar a alma”, nos lembra Joaquim Parra. Em geral, só assim paramos e olhamos para dentro de nós. 
Trazer meu professor e mestre Joaquim Parra Marujo, ao Brasil, é gerar uma condição para que as pessoas conheçam e experienciem um contato com um respeitável, responsável e experiente terapeuta da alma -  diferencial valioso, nestes tempos de grande propagação da Constelação Familiar, onde, nem sempre, os ministrantes estão credenciados em capacidade real para lidar com essa valiosa ferramenta”.
Roberta Lobato Andrade
Psicóloga desde 2004, pós graduada em Psicologia Hospitalar, com especialização em Psicooncologia e Espiritualidade, Hipnoterapeuta Eriksoniana, EMDR e Psicóloga Transpessoal. Realizadora do evento 

As inscrições para os dois eventos – abertos a pessoas que buscam autoconhecimento nessa seara e profissionais de comportamento, com vagas limitadas, já estão abertas. Informações adicionais e inscrições: WhatsApp, 31 992901495. 


22 de mai. de 2024

CCBB BH inaugura exposição “Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira” com atividades especiais gratuitas para os visitantes

 

Foto: Gustavo Nazareno


O Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB BH) inaugura neste sábado, 25 de maio, a exposição “Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira”, em cartaz no Pátio e Galerias do 3º Andar até o dia 5 de agosto. A mostra reúne mais de 150 obras produzidas por artistas negros, de diferentes regiões, nos últimos dois séculos do Brasil.
Para a estreia, foram preparadas atividades gratuitas inspiradas na exposição, com opções para visitantes de todas as idades. A primeira ação é uma visita mediada com o curador de “Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira”, Deri Andrade, às 11h, com participação de quatro artistas que fazem parte da mostra: Vitu de Souza, Massuelen Cristina, Marcel Diogo e Priscila Rezende.
Na ocasião, os visitantes serão guiados pelo percurso expositivo, e serão convidados a refletir acerca de discussões profundas sobre identidade, história e expressão cultural afro-brasileira. A atividade é recomendada para maiores de 16 anos e a entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso na bilheteria física do CCBB (sujeito a lotação).
Às 14h é a vez do “Samba da Meia Noite”, grupo de cultura popular formado por percussão, sambadores e sambadeiras, que se apresentam no Pátio do CCBB. Por intermédio do samba de roda, uma manifestação popular brasileira com origem no Recôncavo Baiano, o grupo busca afirmar, sustentar, divulgar e manter viva a riqueza cultural brasileira, tendo suas expressões nos batuques e requebrados. A apresentação é voltada para visitantes de todas as idades e a entrada é gratuita (sujeito a lotação).
Às 18h30, na escadaria principal, o CCBB Educativo realiza uma edição especial da atividade “Música em Cena – Mojubá: Salve os Encontros, com a presença dos integrantes da Casa de Candomblé “Vida Nova – Bisnetos de Bate-Folhinha”. Nesta coreografia de samba e batuque, o Educativo se inspira nas Pomba-Gira Maria Navalha e Maria Mulambo para falar sobre relações de gênero na sociedade brasileira. A atividade é aberta ao público (sujeito a lotação).
O CCBB Educativo também inaugura no dia 25 de maio sua nova programação, totalmente inspirada na mostra “Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira”. Dentre as atividades inéditas destaca-se o “Laboratório de Práticas Criativas – Memória Estampada”, que ocorre às 12h e 17h, no Ateliê Educativo, e convida o público a refletir sobre iconografia a partir da criação de bandeiras que representem a população e a história negra de Belo Horizonte.
Às 13h e 17h, na Sala de Contação de Histórias, acontece o “Livro Vivo”, no qual os educadores realizam a leitura em voz alta de livros afinados com o conteúdo da exposição “Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira", com os temas ancestralidade, memória e valorização racial.
Às 14h e 16h, é a vez de “Em Cantos e Contos – ODOYÁ, Salve a Rainha do Mar”, na qual são apresentadas ao público as histórias sagradas de Iansã, a rainha dos ventos, Oxum, a deusa das águas doces, Nanã, patrona da agricultura, dentre outras. As narrativas são um convite para um mergulho nas histórias dos orixás e suas relações com as forças da natureza. 
Às 15h, no Ateliê Educativo, ocorre a ação “Pequenas Mãos – Outras Combinações”, na qual, a partir da observação de peças selecionadas da exposição “Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira”, os participantes são convidados a criar objetos tridimensionais com blocos, que remontam sua geometria e o uso das cores sólidas.
Outra atividade inédita é “Espaços e Suportes Sensoriais – Se Lembre de Mim Aqui”, na qual o CCBB Educativo retoma os fatos sobre a memória da população negra de Belo Horizonte, que marca os anos anteriores à sua construção. Os visitantes poderão ouvir depoimentos de pessoas envolvidas em projetos que resgatam essa memória e também acessar ervas e plantas usados em benzimentos. A ação ocorre das 11h às 12h e das 15h às 16h.
Além dessas atividades, o público também pode participar de visitas mediadas com o CCBB Educativo, que percorre os espaços da exposição “Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira”, às 12h e 18h. As ações do CCBB Educativo são gratuitas e não é necessário retirar ingresso para participação. Sujeito à lotação dos espaços e das atividades. 
Participe:
Visita mediada à exposição “Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira”, com o curador Deri Andrade
Local: Pátio e Galerias do 3º Andar - CCBB BH
Data: 25/05 (sábado), às 11h
Classificação Indicativa: Livre – Recomendado para maiores de 16 anos.
Entrada gratuita, com retirada de ingresso na bilheteria física do CCBB BH. Sujeito a Lotação.
 
Samba da Meia Noite
Local: Pátio - CCBB BH
Data: 25/05 (sábado), das 14h às 16h
Classificação Indicativa: Livre
Entrada gratuita. Sujeito a Lotação.
 
Música em Cena – Mojubá: Salve os Encontros
Local: Escadaria Principal - CCBB BH
Data: 25/05 (sábado), às 18h30
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita. Sujeito a lotação.
 
Laboratório de Práticas Criativas – Memória Estampada
Local: Ateliê Educativo - CCBB BH
Data: 25/05 (sábado), às 12h e 17h 
Entrada gratuita. Sujeito a lotação.
 
Livro Vivo
Local: Sala de Contação de Histórias - CCBB BH
Horários: 25/05 (sábado), às 13h e 17h 
Entrada gratuita. Sujeito a lotação.
 
Em Cantos e Contos – ODOYÁ, Salve a Rainha do Mar
Horários: 25/05 (sábado), às 14h e 16h 
Entrada gratuita. Sujeito a lotação.
 
Pequenas Mãos – Outras Combinações
Local: Ateliê Educativo - CCBB BH
Horários: 25/05 (sábado), às 15h 
Entrada gratuita. Sujeito a lotação.
 
Espaços e Suportes Sensoriais – Se Lembre de Mim Aqui
Horários: 25/05 (sábado), das 11h às 12h e das 15h às 16h.
Entrada gratuita. Sujeito a lotação.
 
Visitas Mediadas
Horários: 25/05 (sábado), às 12h e 18h.
Entrada gratuita. Sujeito a lotação.
 
Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira
Local: Pátio e Galerias do 3º Andar - CCBB BH
Data: De 25/05 a 05/08 - De quarta a segunda, das 10h às 22h.
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita, com retirada de ingresso pelo site ccbb.com.br/bh e pela bilheteria do CCBB BH.
 

CCBB Belo Horizonte    
Praça da Liberdade, 450 – Funcionários, Belo Horizonte – MG    
Funcionamento – de quarta a segunda, das 10h às 22h    

    

Boca Livre faz show em BH!










Foto: divulgação CL  

A banda Boca Livre, com uma trajetória musical que marcou gerações desde a sua fundação em 1978, chega a BH com o show  “Amizade” no Teatro Sesc Palladium, dia 31 de maio. Este evento marca um dos momentos mais aguardados na retomada da carreira do quarteto, após um período de pausa que redefiniu a trajetória do grupo.

Após um hiato de mais de dois anos, motivado por divergências políticas entre os membros, a banda formada por Maurício Maestro, David Tygel, Zé Renato e Lourenço Baeta se reencontra não só entre si mas também com seu público, trazendo novas composições e a promessa de um espetáculo emocionante. A reconciliação foi catalisada por um momento de reconhecimento internacional surpreendente, com a vitória no Grammy de melhor álbum de pop latino com "Pasieros" (2022), competindo com nomes como Christina Aguilera e Sebastián Yatra.

O Boca Livre não só retoma sua carreira com shows mas também anuncia um novo disco, que conta com letras com colaboração de ícones da música brasileira como Nando Reis, Erasmo Carlos, Guilherme Arantes e Zeca Baleiro, além de outros renomados compositores. Esse novo trabalho tem previsão de lançamento em maio, e promete ampliar ainda mais o público do grupo, sem abrir mão de sua essência musical.

O show no Teatro Sesc Palladium será uma oportunidade única para testemunhar o reencontro do Boca Livre com seus fãs e a música brasileira, celebrando a diversidade e a riqueza de seus trabalhos. “O importante foi ver que as divergências haviam sido superadas e que a vontade de fazer música era maior do que qualquer questão” reflete Mauricio sobre a força da música em unir e curar desencontros.

Em São Paulo o show ocorreu em duas noites no Sesc Pinheiros e teve sua lotação esgotada. Em Belo Horizonte os ingressos já estão à venda no Sesc Palladium. A noite promete ser uma celebração imperdível do Boca Livre, descobrindo as novas direções que a música brasileira pode tomar quando artistas dedicados e inovadores se reúnem para criar e compartilhar sua arte.

Show do Boca Livre

31 de maio, Sexta feira, 21h

Teatro Sesc Palladium, Belo Horizonte

Ingressos: Disponíveis nas bilheterias do Teatro Sesc Palladium e online: www.sympla.com.br  


20 de mai. de 2024

Imortal: Ricardo Aleixo é eleito pela Academia Mineira de Letras

Foto: Natália Alves


A Academia Mineira de Letras elegeu, nesta segunda, 20 de maio, seu novo integrante Ricardo Aleixo - poeta, escritor, pesquisador de Literaturas e artista visual, que ocupará a cadeira de nº 31 na Academia Mineira de Letras.

Segundo a comissão de apuração da AML, formada pela vice-presidente da AML, Antonieta Cunha, o Secretário-geral J. D. Vital, e os acadêmicos, Caio Boschi e Rogério Faria Tavares, o poeta disputou a cadeira de nº 31 com outros 13 candidatos e foi eleito pela maioria, com 31 votos, em um total de 33 votantes. 

A cadeira de nº 31, fundada por Machado Sobrinho, tem como patrono Lucindo Filho (1847–1896), e já foi ocupada por Salles Oliveira, Manoel Casasanta, Waldemar Pequeno, Luís Carlos de Portilho e, mais recentemente, o escritor, professor-pesquisador, crítico literário Rui Mourão (1929 a 2024), falecido no início deste ano. 

Jorge Emil lança "O grito controlado"




















Foto: Ana Fernandes 

O ator e escritor Jorge Emil estará em Belo Horizonte no dia 14 de junho, sexta-feira, 
18h, para sua noite de autógrafos e lançamento do livro “O grito controlado” (Editora Patuá/SP). O livro coincide com a celebração de 40 anos de palco do artista. O evento, com entrada franca, será no Restaurante Feijão Tropeiro (Rua Sergipe, 220 – atrás da Igreja da Boa Viagem).

Manuel Bandeira escreveu sobre um cacto: áspero, belo, intratável. 
Deste livro atrevo-me a dizer que é belo, áspero, abordável. Não pertence a nenhuma tribo domesticada. Não há quem lendo "O grito controlado" não se dê conta de sua ira, sarcasmo e dor, mas também das sementes da compaixão que Jorge Emil abriga quase ocultas, quase envergonhadas no livro que muitas vezes nos faz rir de verdade, onde percebemos que ele controla mesmo a exasperação e a dor que partilha conosco. É generoso. Não fez o mundo, mas o carrega.
 Acorda os corações sem feri-los. Leia "O grito controlado". É uma emoção de pertença a
 nossa raça humana. Com certeza acordará você para a verdadeira compaixão, 
de onde brotam esperança e alegria. Outra coisa a poesia não faz.
(Adélia Prado – texto de abertura, manuscrito)

"O grito controlado" é o quinto livro de poesia de Jorge Emil. Escrito entre 2013 e 2024, contém 103 poemas, cinco dos quais publicados no "Suplemento Literário de Minas Gerais", em 2018. Outros cinco foram vertidos para o espanhol por Leo Gonçalves e publicados no site Vallejo & Co., na seção intitulada "Cuando aún no era tarde - 13 poemas de Jorge Emil", em abril de 2023. Lançado pela Editora Patuá/SP, o livro tem edição de Eduardo Lacerda, capa e projeto gráfico de Carla Heloísa. Já à venda na Livraria Patuscada (Vila Madalena, São Paulo), no site da Patuá - editorapatua.com.br e Amazon. A produção inclui vários poemas referentes ao teatro e textos em torno da pandemia do coronavírus, que assolou o mundo em 2020-2021.

Jorge Emil nasceu em Caratinga/MG, em 1970. Ator duas vezes premiado, já atuou em mais de 40 espetáculos, com destaque para a interpretação do papel-título em "Ricardo III", de Shakespeare. Fez também cinema e televisão. Publicou quatro livros de poesia: "O dia múltiplo", "Pequeno arsenal" (ambos pela Editora Bom Texto), "O olho itinerante" (Editora Record) e "A volta do garoto" (memórias poéticas de infância, Editora Peirópolis). Escreveu o roteiro de "Estação Villa-Lobos", musical para crianças encenado em 2018 no Theatro Municipal de São Paulo.
IG @jorge.emil.fernandes

ANEXO ÚTIL: 
ORELHA DE O GRITO CONTROLADO
No longínquo 2000, em Belo Horizonte, fui ao lançamento da estreia de Jorge Emil na poesia, numa livraria que nem existe mais. “O dia múltiplo revela um autor”, avisava, certeira, Adélia Prado.
Quase um quarto de século depois, este O grito controlado é apenas o seu quinto livro. Cinco livros em 24 anos, revelando um autor que constrói, de modo calmo e seguro, sua presença na poesia brasileira contemporânea.
O que mais impressiona nessa trajetória é a requintada carpintaria que estava presente desde o início, perpassa os livros seguintes e se mantém agora. Não é difícil depreender, desta poética, suas linhas de força: a primeira delas é o ritmo encantatório dos poemas, enraizados nas figuras de linguagem que privilegiam os jogos sonoros, como a paronomásia, a aliteração e a assonância. O uso consciente desse recurso não é mero artifício, mas elemento constitutivo de um olhar que percebe o cotidiano e as coisas do mundo sempre desvelados pela ironia ferina.
Além disso, tudo se passa como se o poeta tomasse emprestadas características de suas outras atividades, ator e revisor, para elaborar os poemas. Do teatro, os poemas trazem um tom de monólogo, como se fossem o palco do ator falando com seu público – daí a fala coloquial, “espontânea”, própria da dramaturgia. Do trabalho de revisão, a busca obsessiva pela palavra certa, a revisita incansável ao poema, à procura do verso perfeito.
O grito controlado é um bom exemplo daquilo que diz a poeta Louise Glück: “a poesia sobrevive porque assombra e assombra porque é ao mesmo tempo totalmente clara e profundamente misteriosa, porque não pode ser inteiramente explicada, não pode ser esgotada”.
Jorge Emil tem o que dizer e sabe como dizer. É só isso. E isso é tudo.
(Fabrício Marques, autor de A máquina de existir, entre outros livros)
 
NOITE DE AUTÓGRAFOS E LANÇAMENTO DO LIVRO “O GRITO CONTROLADO”
De Jorge Emil
Editora Patuá/SP. R$50
14 de junho, sexta-feira, 18h
Restaurante Feijão Tropeiro
Rua Sergipe, 220 - atrás da Igreja da Boa Viagem
ENTRADA FRANCA