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7 de jan. de 2016

CENA ABERTA - FUNARTE - INSCRIÇÕES ABERTAS!

Funarte lança o programa Cena Aberta, para cessão de seus espaços de artes cênicas

O programa Cena Aberta foi idealizado pelo Centro de Artes Cênicas da Fundação Nacional de Artes – Funarte. É realizado pelo Setor de Equipamentos e Projetos Institucionais do Ceacen. A ação consiste em selecionar, através de chamamentos públicos, projetos artísticos direcionados à utilização dos espaços da Funarte no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Brasília, para temporadas de apresentações, mostras, festivais, oficinas, debates, seminários entre outras atividades nas áreas de Circo, Dança, Teatro e suas transversalidades. A cessão da pauta é gratuita e a cada três meses será lançada a convocatória pública para que artistas interessados possam se inscrever.
Para o período de abril a junho de 2016, as inscrições ficarão abertas até o dia 20 de janeiro de 2016 para pessoas físicas ou jurídicas, que devem propor em seus projetos a utilização do espaço desejado por até quatro semanas consecutivas. Para os períodos de julho a setembro e outubro a dezembro de 2016, serão lançados chamamentos nos meses de março e junho, respectivamente.


Para mais esclarecimentos, acesse abaixo links para os chamamentos públicos, específicos para cada estado:

8 de mai. de 2012

GRUPO DE DANÇA 1º ATO:

estréia nacional do espetáculo
SEM LUGAR
homenagem aos 110 anos de Drummond
em única apresentação no SESC PALLADIUM
















Será no dia 12 de maio, sábado, às 21h no Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro – BH – MG) a estréia nacional da remontagem do espetáculo “Sem Lugar”(2002), do Grupo de Dança 1º Ato. Trata-se de uma homenagem muito especial aos 110 anos do Grande Poeta Carlos Drummond de Andrade, sob a direção de Suely Machado e com coreografias de Tuca Pinheiro. Bailarinos: Alex Dias, Marcela Rosa, Danny Maia, Lucas Resende, Pablo Ramon, Verbena Cartaxo, Verônica Santos, Ana Virginia Guimarães, Jonatas Raine.
Os ingressos já se encontram à venda, na bilheteria do Teatro ou pelo site www.ingresso.com
Informações adicionais: (31) 3214 5350

SEM LUGAR
“O processo de criação exigiu recorrer ao começo de tudo. Memória viva reconhecendo a quietude, o gesto em poesia traduzindo cada um, chegando às vezes a extremos, a becos que dão em nada, a pequenos momentos que se tornam grandes saídas. Com os bailarinos, o cuidado constante de instigá-los e sossegá-los, de insatisfazer com o encontrado, com o sofridamente vivido no conflito da procura. Reconhecê-los, reconhecendo-me e a ELE e a todos. O mundo em cada um de nós, universalizando e unificando, na certeza de vê-los buscar de forma íntegra o mais sutil e real de cada um. (Suely Machado - Diretora Artística)
Drummond – Fragmentos do Gênero Humano
Existe um paralelo entre a obra de Baudelaire e a de Carlos Drummond de Andrade. Cada uma, a seu tempo, foi interlocutora das novas idéias, das transformações envolvendo o ser e o estar inseridos na modernidade. Baudelaire corporificou a sensibilidade e a atmosfera fin-de-siècle produzida pelas idéias modernistas e responsáveis pela origem do pensamento do século XX. Drummond perpetuou as inquietações desse pensamento – a condição de ser humano e a condição do ser humano. Uma condição que é espelho do “eu” que se posiciona através de estranhamentos, que se desnuda através de ações corriqueiras e decodifica situações prosaicas em conflitos.
O entendimento de algumas das questões propostas por Carlos Drummond foi fundamental. Paradoxalmente o distanciamento da obra possibilitou elaborar informações novas e permitiu que o foco se dirigisse para o conteúdo de cada intérprete-criador, sua forma de captar e desenvolver suas próprias questões tendo como eixo um paradoxo – entender Drummond, distanciar-se de Drummond. Transformar uma palavra em várias outras, buscando uma assinatura pessoal que ao ser projetada no breve instante da ação, tempo e espaço, assume caráter de alucinação e celebração da vida.
A escolha da narrativa apoiada nessas experiências únicas e múltiplas resultou em planos, imagens e idéias superpostas. Situações cotidianas interpretadas com novos olhos, fazendo uso de um humor férreo (como o ferro de Itabira) e desfrutando de um imaginário que se revela aparentemente desconexo, aparentemente lógico situado entre a infância e a maturidade, assim como a ótica drummondiana.
Carlos Drummond não julga, fala do homem e não fixa seu entendimento apenas no que lhe é familiar. Ele está sempre de frente à pedra no meio do caminho. E sempre atira-a para o alto. Talvez na esperança de ver um dia o resultado de tal ação subvertendo as leis da física. A pedra nossa de cada dia é essa metáfora constante que ora flutua, ora desaba sobre nossa fragmentada modernidade elaborando perguntas que mantém fértil a ação criativa. (Tuca Pinheiro – coreógrafo)

Poesia & Dança
Há uns 15 anos penso e pratico novas maneiras de divulgar e incentivar a difusão da obra de Carlos: através de novas edições; de adaptações para teatro e cinema; na publicação de sua poesia em novas mídias eletrônicas e interativas, em suportes alternativos como o balão de ar quente do projeto Fazendeiro do ar, ou em qualquer pedra grande que se encontre no meio do caminho.
Ver o trabalho de artistas de todos os gêneros manifestando suas criações inspiradas na poesia drummondiana é uma das maiores alegrias que posso ter. Mas, entre tantas derivações poéticas, a Dança acabou se tornando um território pouco explorado, salvo em raras ocasiões e a título ilustrativo ou circunstancial. É curioso porque o ritmo está, ao mesmo tempo, na alma do sentimento poético e no cerne da expressão corporal.
Em função desta falta - a de ver a poesia de Carlos confluindo com a dança - imaginei como poderiam surgir esses desdobramentos da palavra em arabescos e desenhos corporais. A única idéia que tive surgiu a partir do poema Balada de amor através das idades: não daria um perfeito pas-de-deux, com diferentes ambientes musicais e cenográficos? Mas a minha imaginação não é tão apurada e meu conhecimento sobre dança limita-se ao gosto de um espectador.
Então surgiu naturalmente a necessidade e a possibilidade de encontrar alguém que tivesse o conhecimento, a capacidade e a sensibilidade de, partindo dos versos, conquistar o espaço cênico através da dança.
Em conversas sobre o tema com Ana Lucia de Paula Soares e Cibele Teixeira, elas me sugeriram o Grupo de Dança 1º Ato como um dos mais inovadores e qualificados da atualidade para interpretar e transpor a poesia em passos de dança contemporânea. Tal é a confiança que a amizade inspira: não pude receber melhor recomendação nem melhor acolhida quando fiz o convite para que o 1º Ato participasse, com sua criatividade e o talento de seus integrantes, das comemorações do Centenário Drummond.
O resultado promete ser mais um belo espetáculo do Grupo de Dança 1º Ato, que sabe transformar a poesia em matéria prima: boa para o corpo, boa para a alma.
"Sem lugar" já tem um lugar certo nesta temporada: o meu coração agradecido.
(Pedro Augusto Graña Drummond - Artista Plástico – Neto de Carlos Drummond de Andrade)

Gilberto Gil - Concerto de Cordas e Máquinas de ritmo


O cantor baiano Gilberto Gil apresenta ao lado de músicos consagrados o seu mais recente projeto: “Concerto de Cordas e Máquinas de Ritmo”. A apresentação será nos dias 25 e 26 de maio, às 21h, no Grande Teatro do Palácio das Artes.
Gilberto Gil busca no som lúdico das cordas a inspiração para um espetáculo de arranjos originais e intimistas.
A ideia do show surgiu quando o músico se apresentava com o aclamado espetáculo de voz e violão “Gil Luminoso” (2006), que recebeu o reforço da elegante guitarra de Bem Gil. Mas foi o convite ao mestre do violoncelo Jaques Morelenbaum que originou o show “Concerto de Cordas”. Com a chegada do violonista Nicolas Krassik e do percussionista Gustavo di Dalva a trilha sonora ganhou um tom ainda mais desafiador .
Antes de começar as apresentações com orquestra, a banda fará poucos shows em algumas cidades, com este projeto “Ensaio Geral – Concerto de Cordas e Máquinas de Ritmo”, onde mostra, em primeira mão, um repertório lapidado em ensaios no Rio de Janeiro.
Esta é uma oportunidade para conferir uma verdadeira joia da música popular brasileira, uma bela união entre músicos de diversas gerações.
* Ingressos à venda na bilheteria e pela internet. Clique aqui e compre seu ingresso!
Gilberto Gil - “Concerto de Cordas e Máquinas de Ritmo”
Data: 25 e 26 de maio
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes
Horário: 21h
Duração: 2h
Valor: Plateia I: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia-entrada); Plateia II: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia-entrada); e Plateia Superior: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia entrada).
Classificação etária: livre
Informações: (31) 3236-7400


17 de abr. de 2012

VIRSKY - BALÉ NACIONAL DA UCRÂNIA, EM BH













Considerado um dos grupos de maior prestigio no mundo, o Balé Nacional da Ucrânia - Virsky chega ao Brasil para uma extensa turnê. Em Belo Horizonte, o espetáculo será encenado no Grande Teatro do Sesc Palladium, em 19 e 20 de abril. Ingressos custam R$100 (inteira) e R$50 (meia) e devem ser adquiridos nas bilheterias do Centro Cultural, pelo site http://www.ingresso.com/ e pelo telefone 4003-2330. Os bilhetes também poderão ser obtidos nos pontos de venda das Lojas Americanas Blockbuster do bairro Gutierrez e do Shopping Cidade, no piso Tupis.

No palco, 50 bailarinos apresentam danças típicas ucranianas, além de Montes Cárpatos, Polka da Volinia e Dança Cigana. Conduzidas pelo renomado músico ucraniano Alexander Cheberko, todas as coreografias destacam o virtuosismo, agilidade, beleza e humor dos bailarinos. Tudo isso faz de Virsky uma experiência inesquecível, pela riqueza teatral e pela beleza incomparável deste conjunto harmônico e suntuoso.
A turnê no Brasil faz parte das comemorações dos 20 anos das relações diplomáticas Brasil-Ucrânia. Além de Belo Horizonte, o grupo se apresenta também em Novo Hamburgo/RS (9 de abril, Teatro Feevale), Porto Alegre/RS ( 10 e 11 de abril, Teatro Bourbon Country), Curitiba/PR (13 e 14 de abril, Teatro Guaíra), Rio de Janeiro/RJ (17 e 18 de abril, Teatro João Caetano), Brasília/DF (26 e 27 de abril, Teatro Nacional), São Paulo/SP (1, 2 e 3 e 4 de maio, Theatro Municipal) e Santos/SP (5 de maio, Teatro Coliseu).

A COMPANHIA
Batizada com o nome de seu fundador, Pavlo Virsky, a companhia vem se destacando pelo seu virtuosismo e pela magia de seu repertório, acumulado em 75 anos de tradição. Virsky dirigiu a companhia de 1937 a 1975, ano de sua morte.
A partir de 1980, Miroslav Vantoukh assume a direção da companhia. Com ele se reconstruíram as danças criadas por Pavel Virsky, consideradas clássicas dentro da linguagem teatral. Para a crítica, aliás, a dupla Pavel Virsky e Miroslav Vantoukh se destaca entre os grandes criadores do século XX, por seu repertório variado e de tanta riqueza teatral. Entre os exemplos desta obra extensa, estão o burlesco Povzounetz, a beleza incomparável da Dança das Rendilheiras e muitas outras.
Balé Nacional da Ucrânia - Virsky
19 de abril
Grande Teatro do Sesc Palladium
20h30
Ingresso: R$100 (inteira) e R$50 (meia)
Informações para a imprensa: (31) 3279-1479
Informações sobre o evento: (31) 3214-5350