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11 de set. de 2025

NEY MATOGROSSO: "BLOCO NA RUA" EM BH











Foto: Marcos Hermes

Após sua estreia na cidade do Rio de Janeiro em 11 de Janeiro de 2019, a  turnê foi interrompida em 2020 devido à pandemia do COVID-19. Com o sucesso absoluto da crítica e do público desde a estreia da turnê “Bloco na Rua” e as constantes solicitações dos fãs pela turnê, o artista retomou a estrada levando seu “Bloco na Rua” para várias cidades no Brasil e no exterior (Estados Unidos, Inglaterra e Portugal), lotando plateias em todos os teatros e casas de espetáculo por onde passam. 

Em Belo Horizonte,  Ney se apresentará no BeFly Hall, nesta sexta-feira, dia 12, às 21 horas, e na sessão extra no domingo,  dia 14, às 19 horas, na mesma casa.

Aos 83 anos, Ney não para. O repertório foi selecionado enquanto Ney excursionou com o show anterior “Atento aos Sinais” e o seu critério não foi o ineditismo: “Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas”, pontua Ney.

set list revela a diversidade do repertório: “Eu quero é botar meu bloco na rua” (Sergio Sampaio), de onde saiu o título da turnê, “A Maçã” (Raul Seixas), “Jardins da Babilônia (Rita Lee / Lee Marcucci)", “O Beco”, gravada por Ney nos final dos anos 80 (Herbert Vianna/Bi Ribeiro) e "Sangue Latino (Paulo Mendonça / João Ricardo)", do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973, são algumas das músicas escolhidas por Ney.

Duas canções foram pinçadas do compacto duplo Ney Matogrosso e Fagner, lançado em 1975: “Postal de Amor”(Fagner/Fausto Nilo/Ricardo Bezerra) e "Ponta do Lápis” (Clodô/Rodger Rogerio). Outro clássico que Ney nunca havia cantado, “Como 2 e 2” (Caetano Veloso) também está no roteiro.

O figurino, sempre aguardado com expectativa em se tratando de um show de Ney Matogrosso, foi criado sob medida pelo estilista Marcos Paulo. Batman Zavarese assina o cenário, video grafismo por Eduardo Souza e videos adicionais de Luiz Stein. Arthur Farinon e  Juarez Farinon assinam a luz do espetáculo, com supervisão de Ney. 

A banda afiada é a mesma que o acompanhou em sua turnê anterior, reunindo Sacha Amback (direção musical e teclados), Marcos Suzano  (bateria e percussão), Felipe Roseano (percussão), Dunga (contrabaixo e vocal), Mauricio Almeida (guitarra e vocal), Aquiles Moraes(trompete e flugelhorn) e Everson Moraes (trombone).


31 de jul. de 2012

SESC PALLADIUM RECEBE GAL COSTA E NEY MATOGROSSO

Mais duas grandes atrações se apresentam na programação de aniversário de um ano do Sesc Palladium. Nos dias 9 (quinta-feira) e 10 de agosto (sexta-feira), o Grande Teatro recebe os shows de Gal Costa e Ney Matogrosso, respectivamente. As apresentações acontecerão às 21h.
GAL COSTA

Recanto, trigésimo disco de sua carreira traz músicas escritas pelo seu parceiro Caetano Veloso e tem a coprodução de Moreno, filho de Caetano e seu afilhado.

Concebido e dirigido por Caetano Veloso, o espetáculo, que leva o mesmo nome do disco, apresenta músicas do recente lançamento e resgata sucessos da carreira da artista. Além das canções novas Madre Deus e Mansidão, Gal cantará alguns clássicos que fizeram sucesso em sua voz, como Da maior importância, Divino maravilhoso, Folhetim, Barato total, Dom de iludir, Baby, Vapor Barato, Força estranha e Meu bem, Meu mal. O show faz uma mistura de rock, programações eletrônicas e dub-step com a MPB trazendo uma sonoridade bem experimental.

NEY MATOGROSSO


Depois do álbum e do show Inclassificáveis, aclamado pelo público e pela crítica especializada, Ney Matogrosso retorna com um novo trabalho, Beijo Bandido. Com direção musical e arranjos de Leandro Braga, o espetáculo, que arrebatou o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de melhor show de música popular de 2009, mergulha em uma atmosfera de recital, quase um contraponto a sociedade roqueira de projeto anterior.
No show de apresentação do novo disco em Belo Horizonte, Ney interpretará músicas que já pensava em cantar, como Medo de amar, de Vinícius de Moraes e Bicho de sete cabeças, de Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Renato Rocha.