16 de ago. de 2021

RITA LEE FAZ BEM À SAÚDE


Elaine Anunan lança música, composta em 2020, em homenagem à rainha do Rock

 


Dando sequência às celebrações de 25 anos de carreira, a cantora, violonista, arranjadora e produtora, Elaine Anunan  lança a música “Rita Lee faz bem à saúde”,  em homenagem à Rainha do Rock.  A estreia acontece nas principais plataformas digitais, no dia 31 de agosto, terça-feira.

 

“Composta e gravada no ano passado, no auge da pandemia, "Rita Lee faz bem à saúde" é a minha homenagem à Rainha do Rock. Demorou, mas, agora vem a público. 

Desde 1973, quando ganhei o meu primeiro violão de natal, soube que aquilo iria me trazer uma enorme alegria. 

E começou-se a minha jornada de tocar tudo aquilo que gostava. 

Ouvia os bolachões – era assim que chamávamos os LP’s, os vinis. 

Minha vida era ouvi-los e tirar as músicas que me interessavam. 

Nesta leva, chegou Rita Lee com “Ovelha Negra” e “Esse Tal de Roquenrow.” 

Eu assistia ao "Sábado Som", programa que ia ao ar após o "Jornal Hoje" e comandado pelo Nelsinho Motta e que um dia trouxe Rita, para o meu deleite. 

Um primo tinha este disco e me emprestou. 

Daí, “tirei” a música, mas sabia que o buraco era mais embaixo...o som dos acordes era outro bem diferente daquele que os meus ouvidos tão primários, ainda ouviam. 

Onde Rita aparecia, lá estava eu grudada na TV, tentando aprender com ela. 

E fui ficando cada vez mais encantada com essa artista, tão completa, tão criativa, tão linda, que tocava violão e guitarra!

E assim nasceu a minha idolatria por ela. 

Seus hits fazem parte do meu repertório pessoal e profissional. 

Agora, é a minha vez de, à luz da gratidão, mesmo à distância, oferecer a ela, as energias dessa composição, influenciada pela sua arte, pela sua “pegada” rock e por todo amor pela música, que ela tanto ajudou a nutrir. 

Sim, Rita Lee Faz Bem à Saúde!”

Elaine Anunan

 

 

RITA LEE FAZ BEM À SAÚDE

Elaine Anunan

 

Minha linda senhora

Rainha do Rock, nossa Bwana

Que nos salva e nos chama pra dançar e amar

Oh yeah!

Sempre foi levada da breca

Corista de rock, um caso sério

Saiu de casa com o retrato do gato

E foi pega no flagra

Sem muito recato

Oh Yeah  

 

Rita Lee faz bem à saúde

Abala de Paris ao Xingu

Outra no mundo não há

Nem lá em Shangri-La

Por você vou roubar os anéis

E usar tudo

Nada de lixo

Só luxo

 

Padroeira dos malucos

Sois a beleza

Um cuerpo caliente

Prato de sobremesa

 

FICHA TÉCNICA:

Bateria, Baixo,Teclado, Guitarra, Percussão: Márcio Monteiro

Voz: Elaine Anunan

Backing vocals: Elaine Anunan

Técnico de gravação: Márcio Monteiro

Arranjo: Márcio Monteiro

Produção executiva: Elaine Anunan

Projeto gráfico: Luiza Marilac Horta

Arte final: Mariana Fonseca

Foto: Silvia Godinho

 

Instagram:@elaineanunan

Facebook: elaineanunanoficial

YouTube: Elaine Anunan – http://youtube.com/user/anunan

2 de ago. de 2021

SAMBA É AMOR!


Marcelo Kamargo celebra 20 anos de carreira musical,

com disco pela gravadora Kuarup e novo clipe chegando

 

O cantor, compositor e violonista Marcelo Kamargo celebra 20 anos de carreira musical. A comemoração é em grande estilo. Já está nas plataformas digitais, “Samba é amor”, quinto  álbum do artista. Ele chega pela gravadora e produtora Kuarup.


A festa não para por aí. No dia 20 de agosto, sexta-feira, 20h, acontece o lançamento do clipe “Cintilante” (faixa integrante do novo disco), no YouTube do músico.  Cintilante é um samba lúdico, bossa nova, com sofisticadas melodias do violoncelo de Sérgio Rabelo e do piano de Ricardo Gomes. Participação da cantora Ana Espí, cuja voz de agudo límpido e suave completa uma perfeita sintonia de duetos com Marcelo Kamargo.


SAMBA É AMOR – MARCELO CAMARGO -  LOBO MUSIC & KUARUP

Samba é amor é o quinto disco de Marcelo Kamargo, compositor, violonista e intérprete mineiro, natural de Coronel Fabriciano/MG e residente em Belo Horizonte. Marcelo estreou em 2001 com o disco Clarão da Noite. Desde então, lançou Zerundá (2004) e Além do Sol (2008) e Marcelo Kamargo – 10 anos, ao vivo (2011). No formato independente, o artista revelou um marcante ecletismo nas mais variadas vertentes da MPB. Nesse novo projeto, Marcelo Kamargo se reconecta com suas raízes ancestrais e se entrega de corpo e alma ao samba.  O disco é um tributo aos grandes sambistas brasileiros, que foram sua referência nesse gênero musical.

Samba É Amor nasceu a partir de três sambas compostos por Marcelo Kamargo (Aprendiz, Samba Até Cair, Um Filme De Amor), e um encontro com Ricardo Gomes (Samba É Amor, Embriagado Com A Solidão). Iniciada a produção, o projeto foi apresentado ao violeiro Chico Lobo que, encantado e como curador profissional, enviou o trabalho à gravadora e produtora Kuarup.

A aventura bem-sucedida de Marcelo Kamargo transita entre o samba mais tradicional, em composições influenciadas por Nelson Cavaquinho, Cartola, Adoniram Barbosa, Pinxinguinha, entre outros e faz uma ponte com os bossa novistas Paulinho Nogueira, Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Toquinho. As gerações seguintes de sambistas não ficaram à margem desse processo criativo. Assíduo ouvinte de Ruy Maurity, Benito de Paula, Paulinho da Viola, João Nogueira, Paulo César Pinheiro, Gonzaguinha, João Bosco, Aldir Blanc, Chico Buarque e Zeca Pagodinho, integram as referências no repertório do “Samba é amor”. Nesse trabalho, Marcelo Kamargo consolida a parceria com o músico e produtor Ricardo Gomes, em duas faixas.

Ricardo Gomes assina, além da produção e arranjos: os baixos, teclados e violão nylon. Além dele, “Samba é amor”: Léo Pires, na bateria; Fernando Bento, no cavaquinho; Gustavo Monteiro, no violão de sete cordas; Duduzinho Aguiar, no acordeom; Diego Panda, Analu Braga e Rafael Leite, nas percussões; Edson Morais, no saxofone; Neco Bone, no trombone; Ana Espí, Luísa Espí e Sofia Espí nos coros; e Sérgio Rabello no violoncelo. As cantoras Ana Espí e Celinha Braga fizeram participações especiais.  O disco foi gravado no Estúdio Ricardo Gomes. Mixagem e Masterização - Alessandro Tavares/Arte Nossa Estúdio- BH.Fotografia - Ricardo Gomes. Arte: Kuarup.

 

Um grande CD de sambas(...)Ler os nomes que inspiraram Kamargo foi suficiente para atestar que um trabalho como esse não tem como não ser singular. Ouvir o álbum, iniciado pelos três sambas aqui citados, foi o que me bastou para decidir comentar Samba é Amor. (...) Compondo canções que revelam mestres de ontem, de hoje e do futuro à alma dos brasileiros, cada vez mais solidificarão e manterão a nossa música como a melhor do mundo. Assim, ó: numa boa, ouçam Marcelo Kamargo! Se puderem, comprem o CD, se não puderem, busquem o disco na internet.”

(JB, Aquiles Rique Reis, vocalista do MPB4)

 

CURIOSIDADES:

O disco “Samba é Amor” é um reconhecimento do samba como um dos mais ricos tesouros culturais do planeta, que nos identifica enquanto povo brasileiro em qualquer lugar do mundo. O artista Marcelo Kamargo quis trazer sua contribuição, como compositor e intérprete, ao demarcar seu espaço para a preservação do samba em nosso cenário cultural.

Um fato marcante para Marcelo Kamargo foi constatar que “o processo de composição desse gênero reflete a técnica peculiar de escrita,  harmonização e interpretação. Inegável que a experiência vivencial e musical de cada artista se incorpora na obra. Parece lugar comum dizer isso, mas não é, sobretudo quando o tema é o samba. Cada compositor imprime sua personalidade e revela um marcante formato de existir, soar e entregar seu conteúdo”.


FAIXA A FAIXA, por Marcelo Kamargo

1-    Samba é amor: “Sambar é reinar, sambar é brincar, sambar é gostar de você, sambar é viver bem querer” abre o álbum, revelando a influência de Zeca Pagodinho e Toninho Geraes nessa parceria de Marcelo Kamargo e Ricardo Gomes. A canção ressalta que o samba é uma força que vibra a emoção e pode ser leve, nobre, ágape amor.

2-    Natural é o amor: É um samba ligeiro, que inicia num flerte de solo do cavaquinho de Fernando Bento com o instrumental “Moendo Café”, de José Manzo e Mário Albanese.  Faz uma irônica crítica à atual onda de conservadorismo que prega a abstinência sexual.

3-    Não há mal que o samba não cure: Inspirado em Paulo César Pinheiro e João Nogueira, este é um samba raiz. A base tradicional do cavaquinho, violão de sete cordas e percussão, foram capitaneados, com requinte, por Fernando Bento, Gustavo Monteiro e Diego Panda. Envolvente arranjo de Ricardo Gomes na linda música e letra de Marcelo Kamargo.

4-    Um filme de amor: É um samba bossa que conta a história de um amor não correspondido. Aquele que habita as fantasias de uma personagem, que não perde a esperança de se entregar ao seu novo amor. A referência musical nessa composição foi o artista Paulinho Nogueira.

5-    Samba da primavera: Música que nasceu inspirada nas belas imagens de casamentos assistidos por Marcelo Kamargo. Nela, o artista imagina o noivo no encanto do universo cerimonial, revelando seus sentimentos.

6-    Embriagado com a solidão: Parceria de Marcelo Kamargo e Ricardo Gomes que conta a história do fim de um romance. O cenário, é a zona boêmia de Belo Horizonte, da Rua da Bahia, antigo recanto de poetas, assim como Noel Rosa.

7-    Brilhar mais uma vez: Canção especialmente elaborada para a intérprete Celinha Braga. A inspiração foi em Nelson Cavaquinho: poucos acordes e palavras, sintetizam comoventes histórias de amor.

8-    Aprendiz: Esse samba nasceu com sotaque paulista, influenciado pela estrutura de composição de Adorinan Barbosa, com arranjos de Ricardo Gomes visando esse objetivo.

9-    O Que o amor deixou em mim: É um samba jazz de letra romântica. Mistura melancolia poética com uma harmonia em acordes de tons menores. A história apresenta um lindo desfecho, em que prevalece a lealdade ao amor impossível, protagonizado por um anônimo personagem apaixonado. Neste samba, Marcelo Kamargo reconhece as influências que recebeu de Gonzaguinha, João Bosco e Aldir Blanc.

10-  Cintilante: É um samba lúdico, bossa nova, com sofisticadas melodias do violoncelo de Sérgio Rabelo e do piano de Ricardo Gomes. Participação da cantora Ana Espí, cuja voz de agudo límpido e suave completa uma perfeita sintonia de duetos com Marcelo Kamargo.

11-  Samba até cair: É o samba pulsante que fecha o álbum e traz a mensagem atualíssima da esperança de dias melhores. Nele, cabe uma bateria inteira de escola de samba. Extrai-se dos seus versos a força que o samba traz para avivar a esperança em tempos difíceis. Resistir e viver se permitindo ser feliz...afinal, ninguém sabe quando a vida termina.

“Vinte anos é um marco de muitas alegrias para mim. Tudo começou com o CD Clarão da Noite (2001), produção independente e culmina, agora no lançamento do CD Samba é amor, pela gravadora e produtora Kuarup & Lobo Music. Os anos passaram, com descobertas e inspiração para novas composições. Me ensinaram o valor da simplicidade, permitindo, sobretudo, ecoar em minhas letras a paz e amor. Vislumbro uma sociedade mais igualitária e fraterna em minhas canções. Sigo nessa trilha, de coração aberto, no desejo de chegar aos trinta, quarenta ou, quem sabe, cinquenta anos de carreira. O reconhecimento do bom trabalho realizado já está acontecendo. Que as boas energias continuem comigo e com vocês, em crescente comunhão para um mundo melhor!”
(Marcelo Kamargo)

 

O CLIPE

“Cintilante” foi gravado em 07 de julho de 2021, no Click Studio.   Com Direção e Produção artística de Marcos Neves e Ricardo Gomes, iluminação: Gustavo Gurgel, câmeras: Marcos Neves, o clipe teve a produção executiva: Marcelo Kamargo. Interpretes: Marcelo Kamargo feat Ana Espí. O áudio é faixa integrante do álbum “Samba é amor”, de Marcelo Kamargo (Kuarup):

Intérprete - Marcelo Kamargo e Ana Espi 

Cordas/Cellos: Sérgio Rabello Baixo/Piano/Violão Nylon: Ricardo Gomes

Percussão: Diego Panda 

Bateria: Léo Pires


MARCELO KAMARGO

Natural de Coronel Fabriciano, Marcelo Kamargo nasceu numa família de músicos. Aos sete anos mudou-se para Belo Horizonte/MG, onde vive até hoje. Seguindo os passos do lado paterno da família, ingressou no aprendizado dos acordes do violão aos 11 anos, principalmente, por influência de seu pai, o cavaquinhista Mestre Jonas. Desde pequeno participava dos encontros musicais rotineiros da família, pois seus tios, tios-avôs e primos tocavam violão popular e o canto ficava por conta de sua mãe Dalva, tias e primas.

Aos dezessete anos começou sua trajetória em busca de aperfeiçoamento,   ingressando na Escola Cantorum do Palácio das Artes, no curso de teoria musical. Em seguida, cursou canto popular, primeiro com a cantora lírica Mary Armendani e depois com a Professora Celinha Braga. O aprendizado do violão popular e erudito, no início, foi com seu tio Sebastião Marcelino e depois, como autodidata.

Gravou quatro CDs independentes, cujo repertório abrange a fase romântica (Clarão da Noite, 2001), a fase de celebração das raízes afro do artista (Zerundá, 2004), e a fase pop/jazzística/instrumental (Além do Sol, 2008).

O trabalho do artista Marcelo Kamargo é eclético, contudo, com influências que vão desde o Clube da Esquina, Vale do Jequitinhonha, Tropicália, Chico Buarque, até as bandas de rock dos anos setenta (Beatles, Led Zeppelin, Focus, Triunvirat, Emerson, Lake e Palmer etc).

Instagram: @marcelokamargo (demais links na bio)

KUARUP

Especializada em música brasileira de alta qualidade, o seu acervo concentra a maior coleção de Villa-Lobos em catálogo no país, além dos principais e mais importantes trabalhos de choro, música nordestina, caipira e sertaneja, MPB, samba e música instrumental em geral, com artistas como Baden Powell, Renato Teixeira, Ney Matogrosso, Wagner Tiso, Rolando Boldrin, Paulo Moura, Raphael Rabello, Geraldo Azevedo, Vital Farias, Elomar, Pena Branca & Xavantinho e Arthur Moreira Lima, entre outros.  Mais: www.kuarup.com.br

MARCELO KAMARGO – 20 ANOS DE CARREIRA MUSICAL

Lançamento do álbum “Samba é amor” (Lobo Music & Kuarup)

Já nas principais plataformas digitais. Ouça agora:

http://orcd.co/b08rabe

 

Lançamento do clipe “Cintilante”

20 de agosto, sexta-feira,20h

http://www.youtube.com/c/MarceloKamargo

 


6 de jul. de 2021

CRISTINA ABREU LANÇA O LIVRO "TRABALHO, GESTÃO EM REDE E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA"

O lançamento acontece no dia 16, na Livraria da Rua

FOTO: RENATA LUCIA


 

Será no dia 16 de julho, sexta-feira, às 17h, na Livraria da Rua (Rua Antônio de Albuquerque, 913 – Savassi – BH – MG), a tarde de autógrafos e lançamento do Livro “Trabalho, Gestão em Rede e Pessoas Com Deficiência -  perspectivas de participação e articulação de coletivos”, de Maria Cristina Abreu Domingos. 

Reconhecida e premiada pela sua atuação constante e pública,  na área dos direitos humanos,  da cidadania e  da inclusão da Pessoa Com Deficiência, a escritora, natural de Belo Horizonte, lança seu livro pela Editora Appris.

O livro chega com uma importância valiosa para pessoas e setores relacionados  ao seu foco. A contribuição deste estudo destaca a riqueza de fóruns voltados para a defesa dos direitos humanos de populações vulnerabilizadas, como o caso das Pessoas com Deficiência (PCD), compostos pela diversidade de seus componentes e a sua característica intersetorial e dialógica. O campo de gestão social ou de gestão do desenvolvimento social apresenta-se como uma grande possibilidade, um reflexo das práticas e do multiconhecimento construído por múltiplas disciplinas, delineando-se uma proposta emblemática no campo da articulação social.

Com entrada franca, o lançamento do dia 16, terá o livro comercializado a R$52,00.

A AUTORA

Maria Cristina Abreu Domingos nasceu em Belo Horizonte, em 05/02/1958, filha de Vicente Trindade Domingos e Olga Celso de Abreu Domingos. Mestra em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local pelo Centro Universitário UNA de Belo Horizonte (2012); especialidade em Educação Inclusiva pela Universidade Castelo Branco – UCB/RJ (2006); em Serviço Social e Política Social pela Universidade de Brasília (2001) e Aperfeiçoamento em Saúde Mental e Trabalho pelo Centro Universitário Newton Paiva de Belo Horizonte (2000); possui graduação em Serviço Social pela PUC-Minas (1982). Pesquisadora da Faculdade de Medicina da UFMG. Docente do curso de Pós-Graduação lato sensu em Serviço Social da Universidade de Ensino e Aprendizado de Viçosa – Unesav. Membro da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Serviço Social – Cress, Coordenadora Geral da Política da Garantia de Direitos das Pessoas com Deficiência do Município de Belo Horizonte na Secretaria Adjunta de Direitos e Cidadania (2013-2017); Gerente de Desenvolvimento Esportivo e Paradesportivo junto à Secretaria de Esportes do Município de Belo Horizonte (2012). Diretora de Promoção da Responsabilidade Social da Subsecretaria de Direitos Humanos de Minas Gerais (2007-2012). Presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Minas Gerais (2009-2012). Primeira-secretária do Conselho Municipal de Pessoas com Deficiência de Belo Horizonte (2013); Coordenadora do Fórum Pró-Trabalho da Pessoa com Deficiência – gestão 2007-2009. Membro do Conselho Regional de Serviço Social ­– Cress/MG, Consultora da Unesco (2003-2006) e PNUD (2002-2003), Palestrante de temas relacionados à Educação e ao Trabalho Inclusivo. Agraciada pela People Expression 2016 – Special Category Best Practices in Education, BRAIN CONNECTION – The First International Congress of Neuroscience, homenageada no Dia Internacional da Mulher Negra e Latino-Americana e Caribenha pelo Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais. Diploma de Honra ao Mérito na categoria Parceiros de Excelência pelo Conselho Regional de Serviço Social de Minas Gerais.

 

O LIVRO

Esta obra analisou um fórum participativo e intersetorial que se organizava em rede com o objetivo de promover processos em defesa da garantia de direito ao trabalho, pautada na política afirmativa de cumprimento da Lei de Cotas, referente ao emprego de PCDs no mercado de trabalho. O campo do estudo realizado deu-se no Fórum Pró-Trabalho das Pessoas com Deficiência e Reabilitadas (FPT), com atuação na região metropolitana de Belo Horizonte, indicando possibilidades e limites de sua atuação no contexto da inserção produtiva das PCDs. Utilizou-se de abordagem qualitativa, realizando observação participante, análise documental do regimento e das atas (de 2008 a 2010), por meio do software Atlas TI, e entrevista semiestruturada com seis participantes e um egresso do fórum.

A literatura analisada indicou que há uma tendência a se enfatizar o aspecto quantitativo em detrimento da qualidade do tipo de inserção produtiva realizada. No âmbito da gestão social do FPT, verificou-se que o segmento governamental ocupa maior participação nos debates, conforme registrado nas atas analisadas. Por sua vez, os representantes das empresas apresentaram menor participação, dedicando-se mais a colher informações úteis ao cumprimento da Lei de Cotas. E, curiosamente, as PCDs demonstraram baixo nível de interlocução na tessitura das propostas a serem encaminhadas. Além disso, percebeu-se que o FPT não realizava processos de monitoramento e avaliação quanto ao tipo de inserção produtiva realizada; o cenário observado sugeriu que ainda prevaleciam práticas que podiam ser classificadas como procedimentos de inclusão marginal, e que a atuação do FPT não se orientava pela concepção de “inclusão produtiva”.

A contribuição deste estudo destaca a riqueza de fóruns voltados para a defesa dos direitos humanos de populações vulnerabilizadas, como o caso das Pessoas com Deficiência (PCD), compostos pela diversidade de seus componentes e a sua característica intersetorial e dialógica. O campo de gestão social ou de gestão do desenvolvimento social apresenta-se como uma grande possibilidade, um reflexo das práticas e do multiconhecimento construído por múltiplas disciplinas, delineando-se uma proposta multiparadigmática, de natureza interdisciplinar.

TARDE DE AUTÓGRAFOS E LANÇAMENTO DO LIVRO

TRABALHO, GESTÃO EM REDE E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

perspectivas de participação e articulação de coletivos

de Maria Cristina Abreu Domingos

Editora Appris, 161 paginas

16 de julho, sexta-feira, às 17h

Livraria da Rua

Rua Antônio de Albuquerque, 913 – Savassi – BH – MG

Preço do livro, no evento: R$52,00

ENTRADA FRANCA

30 de jun. de 2021

ELAINE ANUNAN CELEBRA 25 ANOS DE CARREIRA

A artista estréia como compositora e lança  o single e  o clipe "A manha que eu perseguia".

 

FOTO: SILVIA GODINHO


A cantora, violonista, arranjadora e produtora, Elaine Anunan celebra 25 anos de carreira musical.

As bodas de prata vêm coroadas com o lançamento do single “ A manhã que eu perseguia”, no You Tube e plataformas digitais, no dia 16 de julho.  No dia 23, é a vez do clipe da artista que ganha, também, o YouTube.

E não para por aí, ainda neste semestre, Elaine prevê mais dois lançamentos - 1 single e 1 EP, revelando quatro músicas assinadas por ela. As datas serão reveladas, em breve.

Elaine Anunan começou a compor há cerca de um ano. O repertório autoral traz a identidade da cantora que define a sua primeira composição:

A canção é um olhar positivo que nasceu em meio à uma crise mundial, mas com forte impacto no âmbito pessoal. A ‘manhã’ é um chamado para viver este momento único de respirar e olhar a vida com mais cuidado. Meu agradecimento a tudo que essa pandemia trouxe de positivo: dar o justo valor à vida, o amor, aos amigos, ao planeta e à arte!” (Elaine Anunan)

O single “A manhã que eu perseguia” foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Bianchi – BH, em abril de 2020 e teve a produção musical – arranjador, técnico de gravação, mixagem e masterização de Márcio Monteiro. A arte da capa é de Flávia Guimarães/Editora Rupestre. Voz e violão: Elaine Anunan. Baixo, guitarra, bateria, percussão e teclado: Márcio Monteiro.

O clipe teve direção geral e produção de Silvia Godinho/ Oficina de Criação Filmes. Assistentes de Produção: Andréia Haddad e Andréa Toledo. Foi gravado no Estúdio Bianchi e Mirante da Serra Rola Moça, em setembro de 2020. Produção executiva: Elaine Anunan.

 

A MANHÃ QUE EU PERSEGUIA

Elaine Anunan

A MANHÃ QUE EU PERSEGUIA

AMANHECEU E NÃO LUZIA

PENSEI EM COMO ISTO É POSSÍVEL

SE O SOL SEMPRE BRILHA

A MANHÃ QUE EU PERSEGUIA NÃO VINHA HÁ MUITO

ME ILUDIA

DE TANTO ESPERAR EM TÊ-LA UM DIA

SE CANSAVA, EM SER SEM SINTONIA

OUTRORA AOS BERROS BRADARIA

VENHA LOGO!

ACORDANDO TODO DIA

ACREDITANDO QUE A TERIA,

POR UM SEGUNDO...A ALEGRIA

MAS O TEMPO SE MUDOU NUM DIA

O DIA VIROU NOITE,

E A VIDA, ARREDIA

A MANHÃ QUE TANTO EU QUERIA

NÃO ERA MAIS, TÃO FUGIDIA

SE FEZ REAL, SE FEZ PRESENTE

TÃO DIFERENTE, DAQUELA UTOPIA

POUCAS SERÃO AS REMINISCÊNCIAS

DAQUELE MUNDO DE APARÊNCIAS

DOS CÉUS AGORA UMA CARTILHA

UM NOVO EPÍLOGO

NO CENÁRIO DESTA PANDEMIA

A MANHÃ, ENFIM, VIROU DIA

VEIO COMO, ACREDITEI QUE VIRIA

 

TRAJETÓRIA

Cantora, violonista, arranjadora e produtora, Elaine Anunan, natural de Belo Horizonte tem uma história em várias cidades de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo.

Foi a Líder e cofundadora da banda do VOZ E CORDAS que atuou no cenário musical mineiro de 1998 a 2004. Neste período, a banda se apresentou em várias casas de Belo Horizonte, como BERLIN BEER, NO FUNDO DO BAÚ, NUTREAL, CHOPPERIA TAPAS e MANHATTAN GRILL, além de diversos eventos dentro e fora da capital mineira.

De maio a setembro de 2002, a banda participou do projeto TRILHAS DA CULTURA, patrocinado pela fundação BELGOMNEIRA, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, quando percorreu nove cidades com o Show PELO MUNDO.

São memoráveis, as suas apresentações em casas noturnas como Nutreal (Nova Lima), São Firmino Botequim (Belo Horizonte), No Fundo do Baú (Belo Horizonte), Giru’s disco club (Pará de Minas).

Apresentou-se na abertura da 8ª mostra de cinema de Tiradentes, em janeiro de 2005, e na abertura da 1ª MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO, em Julho de 2006.

Gravou o C  “TODA COR, TODA LUZ”, patrocinado pela FUNDAÇÃO BELGOMINEIRA, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, em julho de 2006.

Como cantora, integrou a banda CONTINENTAL CLUB BAND, em 2008 e foi selecionada pelo Projeto Cantoras Daqui, promovido pelo BDMG, em 2005.

Como violonista já tocou com MARINA MACHADO no SESC Ribeirão Preto, em 2005. Em 2004, apresentou-se em DENVER, COLORADO (EUA), a convite da PARTNERS OF AMERICAS, onde administrou oficinas de violão e música popular brasileira para estudantes de música e público em geral. Lá se apresentou ao público em eventos diversos, promovidos pela entidade.

Em 2003, foi convidada pelas cantoras BETH LEIVAS E MÔNICA TAVARES, para atuar como violonista e cantora, no show “O QUE DEUS FEZ TÁ FEITO”, no Teatro da Praça, em Belo Horizonte.

Em 2000 e 2001, atuou como cantora, violonista e arranjadora nas duas temporadas do espetáculo “EH, VIVA!”, do projeto CONSTRUINDO UM SHOW, da BABAYA ESCOLA DE CANTO, no Teatro Isabella Hendrix, Belo Horizonte.

Em 2001, fez participação especial como cantora e instrumentista no show SÁ RAINHA, da cantora TITANE, no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte.

Integra desde 2002, o grupo feminino HARÉM DA IMAGINAÇÃO, liderado por Rosana Brito e Isabella Ladeira (Lúdica Música). Neste grupo, fez apresentações no CINE TEATRO BRASIL VALOUREC, CASA OUTONO, UTÓPICA MARCENARIA e em outras casas em Belo Horizonte. Apresentou-se no Festival de Inverno de Corais, em dezembro de 2007, em Belo Horizonte; participou da gravação do DVD do grupo “LÚDICA MÚSICA”, em novembro de 2007 e Festival de Inverno de Congonhas, em julho de 2007. Participou do projeto “TRILHAS DA CULTURA”, patrocinado pela FUNDAÇÃO BELGO MINEIRA, em 2004. Neste projeto, o grupo se apresentou em Bom Despacho, João Monlevade, Contagem e Belo Horizonte.

Sua trajetória que, também, transita pela realização de eventos corporativos e particulares com sua banda, em todo o Brasil, guarda, entre os clientes: Fundação Dom Cabral, Sociedade Mineira de Pediatria – SMP, NUTREAL, FIAT.

Elaine tem realizado lives semanais no Instagram e YouTube, enquanto se prepara para os lançamentos desse mês.

Mais:

Instagram:@elaineanunan

Facebook: elaineanunanoficial

YouTube: Elaine Anunan – http://youtube.com/user/anunan

17 de jun. de 2021

BH vai ter Starbucks

 Starbucks abrirá primeira loja em Minas Gerais

 

Marca levará a sua experiência única para Belo Horizonte no segundo semestre de 2021

 Como parte de seu plano contínuo expansão no Brasil, a SouthRock, operadora licenciada da Starbucks no país, anuncia abertura das primeiras lojas da marca na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, no segundo semestre de 2021. Agora, mais clientes poderão desfrutar da calorosa e acolhedora Experiência Starbucks, enquanto degustam seu café arábica e as bebidas artesanais de alta qualidade.

 

"Estamos entusiasmados com os planos da Starbucks de abrir sua primeira loja em Minas Gerais, região de onde a empresa já compra café. É uma honra fazer parte da comunidade de Belo Horizonte e estamos ansiosos para oferecer um ambiente acolhedor para os nossos clientes se conectarem com amigos e familiares, enquanto tomam uma xícara de café", celebra Claudia Malaguerra, diretora geral da Starbucks no Brasil.

 

Com lojas confirmadas no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, e no Boulevard Shopping BH, além de avaliações de outros pontos da capital em andamento, os clientes poderão apreciar o café arábica de alta qualidade do Brasil e do mundo, as bebidas artesanais icônicas da Starbucks, preparadas pelos apaixonados partners (como são chamados os colaboradores) e itens exclusivos do cardápio brasileiro, como o Starbucks Frappuccino® de Brigadeiro e a Coxinha de Frango.

 

“Para nós, esse marco não significa apenas novas oportunidades de criar vínculos com a comunidade local e contribuir para a geração de empregos, mas também de continuar compartilhando nossa paixão pelo café com mais brasileiros”, finaliza Malaguerra.

 

Com a abertura das lojas neste ano, os clientes poderão também desfrutar da experiência digital da Starbucks, por meio do novo programa fidelidade Starbucks Rewards™, recentemente aprimorado com benefícios exclusivos aos membros.

 

Desde que a Starbucks chegou ao país, em 2006, com sua primeira loja em São Paulo, a empresa segue comprometida com os clientes brasileiros e, ao longo dos anos, abriu novas unidades no estado e também no Rio de Janeiro, Florianópolis (Santa Catarina) e Brasília (Distrito Federal). Em parceria com a SouthRock, a Starbucks continua ampliando sua presença no mercado e, além de Belo Horizonte, desembarcará em Porto Alegre (Rio Grande do Sul) e Curitiba (Paraná) no segundo semestre deste ano. Com a chegada da marca a essas três novas regiões, a Starbucks espera encerrar o ano comemorando sua presença em 7 mercados do país.

 

31 de mai. de 2021

QUE VENHAM AS FESTAS! NIQUINI - INVERNO 2021 CHEGOU!

foto:@solano_ph

DISCO LOVERS

Em meados de maio, o consultor de estilo Raffa Niquini, diretor criativo do Atelier Rafael Niquini, levou um grupo seleto de clientes e convidados ao Restaurante Topo do Mundo, na Torre panorâmica situada em Nova Lima, para apresentar sua coleção de Inverno 2021.

O petit comité, naturalmente, justificado por todos os cuidados com os presentes e seguindo os protocolos sanitários frente à pandemia, não deixou de fora, todo o seu público, já que o  desfile teve transmissão virtual, ao vivo.

O evento trouxe o glamour dos anos 70, embalado ao som do DJ Alejandro Garcia. Entre outras presenças, a frontline de “Disco Lovers”, contou com a a vip e musa Andressa Ferreira Miranda, esbanjou simpatia e carisma em seu preto, nada básico, do Atelier.

Niquini diferencia sua coleção ao apresentar uma roupa elegante e adequada à mulher brasileira, suas curvas e formas, seu estilo e, principalmente, coerência. As roupas têm a pegada do inverno do país, a sensibilidade do momento entre festas que, na pandemia, traz aquela vontade de vestir o belo e de ousar para retornar à mostra. 

Assim, Raffa segue sua proposta de cuidar do consumo consciente, propondo aluguel de vestidos, sem que essa visão roube o inusitado ou impeça a diversidade, a graça e o estilo. Originalidade e versatilidade ganharam a passarela. Cores quentes chegam em looks repaginados.  A ousadia surge no grey do pantone 2021, com todo o brilho que o feminino tem direito. Sim, teve lamê!  Entre longos e curtos, decotes, fendas e cinturas à mostra, entendem nosso fio, conferem o charme, sem deixarem-se perder na falta de estilo. Tecidos que valorizam as silhuetas em modelagens especiais. Rendas e bordados, handmade dão o toque. O geométrico surge, com desenhos estratégicos que devidamente montadas, geram simetrias e visual e remetem, também, ao olhar da década que inspirou Niquini.

Rafael Niquini faz moda para usar, com conforto, beleza, leveza. Para ousar, caso queira, com tudo isso e a mesma alta energia desse jovem profissional que há muito já disse a que veio. E faz sua história.

Márcia Francisco

saiba mais: Instagram @atelier_rafaelniquini @raffa_niquini 

27 de mai. de 2021

A ARTE E A MÚSICA PERDEM DIRCEU CHEIB



DIRCEU CHEIB (BH 07/01/1937 - BH 27/05/2021) O sepultamento será às 17h de hoje, dia 27, no Cemitério Parque Renascer. Restrito a familiares, devido aos protocolos pela pandemia. Deixa a esposa, Darcy Nahass Cheib, Ricardo e Lincoln. Deixa, a música em luto. Amizades inúmeras cultivadas, unidas, nessse momento em tristeza, mas, também, em oração e gratidão pelo privilégio da convivência e pelo legado irrevogável. DIRCEU CHEIB E BEMOL STUDIO Um dos pioneiros da gravação no Brasil, fundado em 1967, quando existiam apenas quatro estúdios fonográficos no País e, também, pioneiro em gravações profissionais em Belo Horizonte, o Studio Bemol, completa em 2020, 54 anos de uma história brilhante. Até agora, tinha à frente Dirceu Cheib, um de seus fundadores, testemunha ativa da história da música e respeitável engenheiro de som, o estúdio se tornou referência obrigatória no que diz respeito à história da produção fonográfica brasileira e, também, da música que vem de Minas. A sala é atestada por muitos dos grandes produtores - entre eles Marco Antônio Guimarães-Uakti, André Abujamra-Karnak e Dudu Marote - como uma das melhores salas acústicas do Brasil. Ao lado de Dirceu, até o último momento sempre fiel, o filho mais novo, o músico Ricardo Cheib, que também administra a Bemol, por onde passaram (e passam) inúmeros dos mais prestigiados artistas mineiros, reconhecidos em âmbito internacional, além de grandes nomes da música internacional e brasileira e onde gerações de artistas se conheceram. Mais de cinco décadas reúnem histórias muito especiais. Foi esse estúdio que registrou pela primeira vez, vários artistas mineiros, como o Uakti, Marcus Viana e Sagrado Coração da Terra, Esdra Ferreira–Neném, Fernanda Takai, entre muitos. Milton Nascimento, Gilvan de Oliveira, Wagner Tiso, Pacífico Mascarenhas, Toninho Horta – guitarrista contratado Bemol, no início da carreira, Clara Nunes, Fernando Brant, Ivan Lins, Dominguinhos, Danilo Caymmi, Nelson Angelo e Oswaldo Montenegro, Tavinho Moura, Juarez Moreira, Geraldo Vianna, Weber Lopes, Beto Lopes, Vander Lee, Antonio Villeroy, Belchior, Celso Adolfo, Skank, Karnak (André Abujanra), Saulo Laranjeira, Flávio Venturini, Nelson Gonçalves, Maurício Tizumba, Marina Machado, Regina Souza, Túlio Mourão, Tino Gomes, Sérgio Moreira, Sérgio Santos, Nivaldo Ornellas, Marco Antônio Araújo, Marku Ribas, Roberto Corrêa, Babaya, Fernando Araújo, André Dequech, Rufo Herrera, Selmma Carvalho, Ladston do Nascimento, Paula Santoro, Renato Motha e Patrícia Lobato, Tabajara Belo, Titane, Chico César, Antonieta Silva (Grupo Instrumental Marina Silva), Edição Brasileira, a escritora Adélia Prado, Mauro Rodrigues, Waldir Silva, Amaranto, Pato Fu, Geraldo Vianna, Beto Guedes, Lô Borges, Paulinho Pedra Azul, Célio Balona, Oswaldo Montenegro, Luís Caldas, Tadeu Franco e até o Presidente JK, estão entre os incontáveis nomes que passaram pelo Estúdio, que, também incluem artistas internacionais, tais como: Heikki Sarmanto (maestro finlandês), Scott Anderson (guitarrista de Chicago), Philipp Glass (produtor de estúdio). Importante registrar, também, que entre as trilhas de cinema gravadas no Bemol, estão: Lavoura arcaica (Marco Antonio Guimarães), Cabaré Mineiro (Tavinho Moura), A Dança dos Bonecos (Nivaldo Ornelas) e O Vestido (Túlio Mourão), O viajante (Tulio Mourão). Das trilhas para o Grupo Corpo: Bach (Marco Antonio Guimarães), 21 (Uakti), I ching (Uakti) e Maria Maria (Milton Nascimento) A história de mais de 50 anos do Bemol é construída sobre o pilar sólido de empreendimento responsável, experiência, competência, atitude e olhar atento à evolução dos tempos. O Studio Bemol foi o primeiro estúdio brasileiro a utilizar gravadores transistorizados, lançados na época da inauguração, mas, não parou por aí. Reconhecido entre os melhores do mundo, observou com critério a evolução, exercitando a aplicação das tecnologias do analógico ao digital, aperfeiçoando cada vez mais o uso do bom senso, ante os milagres das novas tecnologias. “Tecnologia não é tudo”, afirmava Dirceu. O Bemol possui hoje os mais avançados recursos digitais, mas, com a observação da qualidade em foco, vários dos processos e equipamentos utilizados nos trabalhos, são analógicos. Junto ao segredo do sucesso do Bemol, certamente estão os seres humanos que o administram. Os Cheib são a alma do estúdio e fazem a diferença. Funcionando em uma sala de gravação muito bem projetada acusticamente – uma das melhores salas acústicas do Brasil - a Bemol atua sob o comando de técnicos experientes e sensíveis. HISTÓRIA O fundador, Dirceu Cheib, era natural de Belo Horizonte/MG - na ocasião estudante de Direito, em parceria com o irmão, Afrânio Cheib e o amigo, o advogado Célio Luis Gonzaga resolveram montar uma gravadora. A idéia surgiu quando, em São Paulo, Célio Gonzaga conheceu o maestro Edmundo Peruzzi que os convenceu a iniciar o empreendimento. O incentivo veio a partir da constatação do sucesso que Peruzzi obteve, com a gravação do LP ‘Violinos no Samba’, pela RGE. Tratava-se de uma idéia inusitada que fez sucesso mundial: uma orquestra sinfônica, com uma cozinha de samba, tocando 12 sucessos da música erudita. Os três sócios – Dirceu, Afrânio e Célio criaram em BH o Selo MGL-Minas Gravações Ltda, que se tornaria o embrião do Bemol. Quando os trabalhos começaram, o Selo que, em seguida passou a chamar-se Palladium, criava coleções de discos e contratava vendedores para visitas domiciliares em todas as regiões do Brasil. “Havíamos comprado um quarteirão no município de Betim, para montarmos uma indústria de prensagem de discos. Com as dificuldades no período ditatorial, tivemos que vender tudo” , registrou Dirceu Cheib, ao contar a história nas bodas de ouro do Bemol. O Selo, então, deu lugar ao Estúdio. A produção dos discos era sempre oriunda de outros estados. A criação do Studio Bemol também facilitou a renovação dos títulos e gravações externas que oneravam os custos com deslocamento das equipes. Como selo, a empresa bancava o artista e todo o investimento na obra. Houve, de fato, forte crise no mercado, com a ditadura. No estúdio, na época das “vacas magras”, a salvação foi a publicidade e a produção de vts e jingles. Na década de 80, surgiram os artistas “independentes”, que gravavam e bancavam o próprio trabalho renovando as condições de atuação do Estúdio que explodiu em novas e inéditas produções. Da sociedade, também a partir da década de 80, com a saída dos dois sócios de Dirceu, os filhos: Ricardo Cheib (percussionista e engenheiro de som) e Lincoln Cheib (atual baterista da banda de Milton Nascimento) se integraram ao Bemol, hoje administrado por Dirceu e Ricardo. DIRCEU CHEIB O Bemol nasceu quando não havia literatura ou informação sobre as tecnologias para montar um estúdio de gravação. A pesquisa era difícil e o estúdio aconteceu com o empenho e persistência do fundador Dirceu Cheib e os sócios. Dirceu pode ser literalmente considerado um “engenheiro de som”, pois, iniciou seus trabalhos quando o profissional para lidar com áudio e gravações precisava conhecer, além de música, muito da eletrônica contida nos aparelhos. Durante os seis meses de montagem do estúdio e, principalmente, da mesa de gravação, Dirceu iniciou aulas de Eletrônica básica com Canazarro, engenheiro que veio para Minas Gerais, dirigir os trabalhos. O aperfeiçoamento aconteceu com muita experiência prática e, a partir de 1974, com viagens a Chicago, onde mora o Geraldo de Oliveira, músico, engenheiro de áudio e amigo de Cheib que sempre o acolheu e o encaminhou a excelentes estúdios. Gravando de orquestras a grupos de samba, passando por instrumental, MPB, pop, sertanejo ou heavy metal, trilhas para cinema, peças publicitárias, campanhas políticas, Dirceu ao longo dos anos acumulou uma vasta experiência nos mais variados tipos de trabalho dentro de um estúdio. Ao desempenhar funções de engenheiro de som, produtor ou técnico de manutenção, ele acompanhou os vários estilos musicais passando por seu estúdio, também viu concorrentes surgirem e desaparecerem da noite para o dia. Durante muitos anos o estúdio trabalhou no mercado mineiro quase que sem concorrentes, ao contrário de hoje, quando os estúdios se multiplicam diariamente. O diferencial do Bemol soma a sala de gravação bem projetada acusticamente à experiência dos técnicos e ao ambiente acolhedor, carismático e de confraternização que a história deste estúdio construiu. “Presenciei as válvulas se tornando “coisa do passado” para alguns e também, vi o surgimento dos solid-state e, recentemente, vi o retorno das válvulas à moda. Vi o digital engatinhando no inicio dos anos oitenta e seu crescimento. Meu trabalho tem como referência o bom senso. Embora utilize uma série de ferramentas digitais, vários processos e equipamentos empregados no Bemol são analógicos, por escolha.” (Dirceu Cheib) O ESTÚDIO Inaugurado em 1967, no Bairro Caiçara, o Studio Bemol se mudou para o Bairro de Lourdes, em 1981, ocupando uma casa alugada do músico Pacífico Mascarenhas, adaptando sua construção ao modelo do estúdio da Universal em Chicago e, em 1992, a equipe construiu a nova sede, instalada no Bairro Serra, seu atual endereço. A primeira console foi montada em BH, com os componentes importados; Pres valvulados Langevin,VCs Gotham e outros contemporâneos. O primeiro estúdio Bemol foi projetado pelo técnico de eletrônica, com experiência em gravação, Sérgio Lara Campos. Havia uma mesa com 12 entradas e 4 Bus, 2 gravadores Ampex transistorizados de Rolo ¼ de polegada, os primeiros do Brasil, na época, Stereos e excelentes microfones, incluindo 4 ELLA Telefunken. Toda a orquestra (ou banda) se reunia dentro do estúdio e tudo era gravado de uma vez, no primeiro Ampex o segundo gravador era usado para juntar voz e Banda. “Se alguém errasse....todo mundo tinha que tocar tudo novamente”, costumava contar, Dirceu Cheib. O atual Studio Bemol foi projetado pelo arquiteto, músico e professor universitário Dr. José Osvaldo Moreira. Em plena atividade, hoje, a Bemol conta com 84 metros quadrados de estúdios, mesas digitais e analógicas e atua atenta ao principal: a união da qualidade na apresentação final à fidelidade ao som original. UM DOS SONHOS DO DIRCEU ERA A PRODUÇÃO DE UM LIVRO, CONTANDO TODA A HISTORIA DO ESTUDIO BEMOL. (comunicação Bemol e informações adicionais: Márcia Francisco - 31 991659778) #fotoMarciaFrancisco

19 de jan. de 2021

A ARTE E A MEDICINA ESTÃO DE LUTO

 


Faleceu nesta terça-feira, dia 19 de janeiro, 01h30, no Hospital Felicio Rocho, em Belo Horizonte/MG, o otorrinolaringologista, Dr. Gabriel Rabelo Guimarães. 
Gabriel Rabelo, 70, foi vitima da COVID-19. Estava internado nos últimos dias, no CTI do referido hospital. Houve complicações relacionadas à arritmias e rins e na madrugada, Gabriel não resistiu. 

"O Gabriel foi um grande parceiro, não somente meu, mas, de muitos artistas, muitos professores de canto. Eu o conheci há décadas, através da Regina Lopes, na casinha do Santa Teresa, onde dávamos aula. Ele sempre muito cuidadoso, muito gentil, muito amigo. Uma pessoa muito importante para todos nós. Quando abri minha escola, Gabriel esteve conosco, pessoalmente, ensinando os professores sobre fisiologia da voz, junto com a fonoaudiologa Lúcia Luz, sempre trazendo as novidades para nós, fazendo com que a gente tivesse mais qualidade nas nossas aulas... Então, eu sou muito grata a ele, muito grata. Ele foi uma pessoa muito linda nas nossas vidas". (Babaya, professora de canto e preparadora vocal)

"Dr. Gabriel era carinhosamente reconhecido como o  'o otorrino da nossa arte'. E somou técnica à uma generosidade e humanidade incríveis.  Meu médico desde sempre e amigo do papai e da minha família há cinco décadas". No término da minha experiência com a Covid - onde me deu gigantesco apoio, orientações e assistência diária e pontual, mesmo à distância -, ele testou positivo. Estava em férias. Caminhou com os cuidados, otimista, sentindo a fraqueza mas, como ele disse  vivendo " bençãos a cada dia"...mas, voou, deixando órfãos e gratidão eternas de todos nós, pacientes, amigos. Perda imensa. O nosso anjo Gabriel, cujo nome significa "enviado de Deus", agora será recebido por ele para organizar os coros por lá.' (Márcia Francisco, jornalista e escritora)

"Perdemos não somente um homem da Ciência, que com sua sabedoria médica nos salvou em tantas dificuldades, mas, também, um ser humano com uma imensa sensibilidade, que compreendia profundamente a arte e suas singularidades e necessidades. Perdemos um componente precioso da ponte que liga a Arte à Ciência e não será fácil substituí-lo. (Ernani Maletta, diretor cênico e musical, professor do Curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG)

"O Dr. Gabriel filmou pela primeira vez, por dentro, a minhas cordas vocais, cantando 'What a wonderful world, com a voz do Louis Armstrong. Ele chegou à conclusão, junto com a fonoaudióloga Lucia Luz, que eu consigo formar uma espécie de segunda corda vocal com meus músculos na garganta, por isso consigo fazer a voz. Há uma entrevista que registra tudo isso, foi ao ar em 2002 e o vídeo foi a vários congressos da área. São muitas histórias. É um momento de tristeza profunda" (Fernando Ângelo, cantor e humorista)

Durante décadas, além de chefiar a Clínica de Cabeça e Pescoço do Hospital Felicio Roxo, atendia em seu consultório, entre suas centenas de pacientes, inumeras personalidades, profissionais da voz e do jornalismo e muitos nomes da arte mineira e nacional, . Entre eles, Ivete Sangalo, Babaya, Milton Nascimento, Victor e Leo, Grupo Galpão, Mauricio Canguçu, Anthonio, Paula Santoro,  Paulinho Pedra Azul, Ernani Maletta, Celinha Braga, Emilio Victor, Regina Milagres,  Valéria Braga, Fernando Ângelo, Márcia Francisco, Christina Lima, Grupo Amaranto, para citar alguns.

Era um mestre que somava seu profissionalismo à uma personalidade generosa, elegante e afável. Órfã, agora, uma legião de amigos. 
Gabriel deixa três filhos Flávio, Érica e Bruno. 

Gabriel Rabelo Guimarães
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (1975) , especialização em Cirurgia de Cabeça e Pescoço pela Benemerita Sociedade Portuguesa de Beneficência-SP (1977) , especialização em Otorrinolaringologia pela Benemerita Sociedade Portuguesa de Beneficência-SP (1979) , especialização em Oncologia Cirúrgica pela Fundação Antônio Prudente (1977) , aperfeicoamento em Head and Neck Surgical Oncology no M.D. Anderson Cancer Center da University of Texas Medical School at Houston, USA (1993) e aperfeiçoamento em Laser-surgery pela Georg-August-Universität Göttingen, Alemanha (1996) . Atualmente é membro Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital Felício Rocho, médico Coordenador do Serviço de Cabeça e Pescoço do Hospital Felício Rocho e médico Otorrinolaringologista e Cirurgião de Cabeça e Pescoço do Hospital João XXIII, todos em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Tem experiência na área de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço, com ênfase em Oncologia, Laringologia e Trauma.

(Informações coletadas do Lattes em 02/07/2020)