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2 de mai. de 2014

20 anos sem Sérgio Sampaio - Sérgio Moreira e Kiko Ferreira fazem a homenagem

HORA DE “BOTAR O BLOCO NA RUA":

20 ANOS SEM SÉRGIO SAMPAIO!
Cachoeiro de Itapemirim, 13 de abril de 1947 + Rio de Janeiro, 15 de maio de 1994
Na lembrança de Sérgio Moreira,
que não se furtaria a celebrar a data - em justa reverência e afinidade,
“Terças Poéticas” traz o cantor e compositor mineiro,
junto ao jornalista Kiko Ferreira em um momento inusitado de
canções, poemas e revelações inéditas do encontro com Sérgio Sampaio,
ocorrido em BH, no início da década de 80 





















Terça-feira, 6 de maio, às 19h, na Casa Una Centro de Cultura (Rua Aimorés, 1451 – Centro – BH – MG) acontece uma edição imperdível do projeto “Terças Poéticas – encontro internacional de leitura, vivência e memória da poesia”, sob a curadoria de Wilmar Silva de Andrade. No palco, o cantor e compositor Sérgio Moreira e o poeta e jornalista Kiko Ferreira lembram e nos convidam a um passeio pela vida de Sérgio Sampaio, evocando a história e os 20 anos da partida do artista para o bloco do infinito.
O evento promete ser um reencontro emocionado entre dois compositores com percursos distintos na cena musical brasileira e de um jornalista e poeta conectados por uma profunda identidade de propósito e inspiração.
“Terças poéticas” tem entrada franca, mediante distribuição de senha,  que será feita uma hora antes do evento. Informações adicionais: 31 3235-7314 ou contato@casauna.com.br
Um é o mineiro Sérgio Moreira, cantor e compositor nascido em Teófilo Otoni, vivido em Nanuque e vivente em Belo Horizonte desde 1972, participando ativamente da vida cultural da cidade até então, o segundo é Kiko Ferreira, Jornalista , poeta, promotor cultural, oriundo de Ipatinga e radicado em BH desde os anos 70 e o terceiro é o capixaba Sérgio Sampaio, nascido em Cachoeiro do Itapemirim e consumido no Rio de Janeiro, depois de despontar como um dos mais criativos compositores da safra dos anos 1970/80.
Os três se conheceram em 1981, em Belo Horizonte/MG, trocaram impressões sobre o fazer poético num momento em que a produção musical brasileira se dividia entre duas vertentes dominantes: a MPB e o Rock nacional. Não seguiram nem uma nem outra dessas trilhas. Optaram por um caminho diferente, uma derivação poético-musical marcada por certo radicalismo romântico, com tonalidades regionais e temas universais, no rastro do movimento hippie, Tropicália e da revolução dos costumes.
Sérgio Sampaio, artista de trajetória dita marginal, mas de compreensão meio que, antecipada dos tempos, ainda que com rico legado contemporâneo, acabou por ficar consagrado  em hits que tocaram em todas as rádios brasileiras e até hoje permanecem na lembrança de todos nós, como “Eu quero é botar meu bloco na rua” e “Cala a boca, Zebedeu”. Além dessas canções de grande sucesso popular, que lhe valeram grana e consideração por curto período, ele queria mostrar mais de seu tesouro poético, mas não conseguiu. Até hoje elas habitam um limbo visitado apenas por uma seleta tribo de admiradores fiéis.
Além de canções do Sampaio os convidados também apresentarão musicas e textos autorais, em noite que traz repertório de rara expressão, cantado por Sérgio Moreira e contado por Kiko Ferreira, com a devida licença de cúmplices e amigos deste poderoso compositor popular brasileiro, Sérgio Sampaio.

Biografia completa de Sérgio Sampaio, por Cravo Albin: http://www.dicionariompb.com.br/sergio-sampaio

17 de abr. de 2012

THIAGO DE MELLO EM BH - TERÇAS POÉTICAS























(FOTO> JOSÉ FARIAS)
O Terças Poéticas alcança sua 212º edição no dia 17 de abril e apresenta, às 18h30, os poetas Thiago de Mello, autor do clássico “Os Estatutos do Homem”, e Beto Vianna, que lançará, durante o projeto, o livro “Quarenta poemas de outono inverno e um canto para Ariel”.

Terças Poéticas - Lançamento do livro “Quarenta poemas de outono inverno e um canto para Ariel” e homenagem a Pablo Neruda, pelos poetas Thiago de Melo e Beto Vianna
Entrada gratuita
Informações: (31) 3236-7400

5 de abr. de 2011














PRIMEIRO ATO EM BRASÍLIA:
‘ADORNO’
NA SALA VILLA-LOBOS, TEATRO NACIONAL



A Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional apresenta o espetáculo de dança “ADORNO”, do grupo contemporânea Primeiro Ato. Inspirado em fotos de tribos na região do Vale do OMO, na África, a apresentação conta com 9 bailarinos em cena e 13 músicas ao vivo, compostas por Lula Ribeiro e Marco Lobo. Concepção, coreografia e direção geral de Suely Machado e figurino de Ronaldo Fraga. O novo trabalho do grupo mineiro de dança Primeiro Ato fica um fim de semana em Brasília depois de estrear nacionalmente em São Paulo. As apresentações serão dias 09 e 10 de abril, sábado, às 21 horas e domingo, às 20h na sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional.
Com figurino criado para o espetáculo pelo estilista Ronaldo Fraga, “ADORNO” reúne nove bailarinos no palco e música ao vivo, criada especialmente por Lula Ribeiro e Marco Lobo, composição original com percussão, cello, violino, piano, marimba, acordeon e a voz de Titane.
O grupo faz um percurso do primitivo ao sideral. O espetáculo de dança contemporânea é inspirado em fotos de tribos africanas da região do Vale do OMO. Suely Machado, diretora do grupo, teve sua primeira inspiração para o espetáculo há cerca de um ano, ao deparar com fotos feitas pelo fotógrafo Hans Silvester, que esteve durante seis meses pela região do vale do Omo e registrou o modo como os representantes das tribos Mursi e Surma se adornavam. Para os Surmaris e Mursis, uma folha, um fruto,
raízes e plantas são facilmente transformadas em adereços naturais e, depois, enaltecidos pela pintura
corporal. Os pigmentos usados nas pinturas também são encontrados na natureza, como pedras em pó,barro e frutos vermelhos. Os habitantes das tribos se enfeitam sem fazer distinção entre masculino e feminino. Os adereços são os mesmos para homens e mulheres. Estas imagens levaram Suely a umareflexão sobre o primitivo e o sideral, na evolução do ser humano, na aproximação entre masculino efeminino, suavizando suas diferenças e apagando os fortes traços que os dividem. Uma divagação sobre
passado e futuro. Pensando na África como berço da cultura, ela traça um olhar sobre o que virá, o amanhã, um futuro de transparência e abertura para a sensibilidade, um tempo em que o conceito de feminino e masculino estão mais abertos, menos definidos, mais amplos e menos pré-conceituosos.
Sobre o processo criativo, Suely Machado destaca que as fotos serviram de inspiração, mas o trabalho vai além. “Ele permeia o caminho do afeto, da memória ancestral, do lúdico cada vez mais presente na evolução de nossa espécie. O humano cada vez mais valorizado pelos que querem transmutar.



PROGRAME-SE:


MILTON NASCIMENTO E UNIMED

Dentro das comemorações dos 40 anos da Unimed, Milton Nascimento se apresenta na Praça do Papa. O evento, no 08 de abril, sexta-feira, 20h, traz Vander Lee, no show de abertura. Milton será acompanhado pelo grupo Cobra Coral. Acesso gratuito.






TERÇAS POÉTICAS ESTÁ DE VOLTA
Sempre com entrada franca, o projeto Terças Poéticas,idealizado e coordenado a seis anos por Wilmar Silva, estréia a temporada 2011 no dia 12 de abril com uma homenagem a Patativa do Assaré, feita pelo ator e poeta Jackson Antunes. Às 18h30 os Jardins Internos do Palácio das Artes recebe o público para um sarau que contempla a literatura de cordel do poeta nordestino. A programação do Terças continua no dia 19 de abril com o poeta Olavo Romano homenageando Libério Neves.