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17 de mai. de 2025

JARDIM MUSICAL RECEBE O CANTOR E COMPOSITOR SERGIPANO, LULA RIBEIRO

Foto: Miguel Aun 

O Jardim Musical já tem ingressos à venda para o show do dia 05 de junho, quinta-feira, às 20h30, na Casa Belloni (Av. João Pinheiro, 287 - BH - MG).  O projeto sob curadoria da jornalista Márcia Francisco, recebe o cantor e compositor sergipano, Lula Ribeiro. O show marca o lançamento do single “Era você”, em parceria com Sérgio Rodrigues – disponível nas plataformas digitais a partir do dia 30 de maio.

Com nove discos autorais e diversos  singles com outros artistas, Lula Ribeiro tem entre seus parceiros musicais: Zeca Baleiro, Vander Lee, Pierre Aderne, Gabriel Moura, Paulinho Pedra Azul, Sérgio Rodrigues e Alexandre Nero.

Neste show desenhado para o Jardim Musical, realizado em voz e violão, Lula trará canções autorais e vai prestar homenagens especiais a compositores brasileiros, entre eles: Flávio Venturini, Vander Lee, Caetano Veloso.

Do repertório autoral, o público terá oportunidade de escutar canções valiosas, como:  Caverna (Lula Ribeiro e Zeca Baleiro), Nos trilhos (Lula Ribeiro e Paulinho Pedra Azul), Mercê de você (Lula Ribeiro e Ismar Barreto), Primeiro amor e Vida haverá (Lula Ribeiro e Sérgio Rodrigues).

Jardim Musical se caracteriza por uma proximidade em versão intimista de contato com o artista e sua obra. Mesmo com o elogiado bistrô funcionando durante o show, a oportunidade de audição ativa, vem sensibilizando o público em experiência singular. Os jardins da Casa Belloni - uma casa dos anos 40 decorada com mobiliário e louças antigas -, foram projetados pelo botânico e paisagista Wanderlan Pitangui e configuram um verdadeiro recanto no Circuito Liberdade.

Validado pelo refinamento qualitativo da música celebrada em suas edições, o respeitável projeto já recebeu nomes como: Amaranto e Tabajara Belo, Henrique Portugal, Célio Balona,  Clóvis Aguiar, Sérgio Moreira, Tadeu Franco, Celso Adolfo, Túlio Mourão, Diana Lara e Luiza Lara, Ladston do Nascimento, Patrícia Ahmaral e Rogério Delayon, Lívia Itaborahy e Arnon Oliveira. Nolli Brothers, Projeto Brasil, Formosas, Duo Serenata e a dupla Lu e Celinha.

Ingressos: R$ 60,00, já à venda no Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/lula-ribeiro-no-jardim-musical/2961593

O evento tem venda total antecipada e são somente 70 lugares. Assentos ocupados por ordem de chegada e sujeitos a compartilhamento de mesa. Não há reserva.

Lula Ribeiro, começou sua trajetória musical, em sua cidade natal, Aracaju (SE), participando de shows coletivos com outros artistas sergipanos. Em 1986 passa a morar no Rio de Janeiro e há 20 anos, reside em Belo Horizonte. Lançou os discos "Cajueiro dos Papagaios" em 1985, com os também sergipanos Paulo Lobo e Irineu Fontes, "Janeiros" 1993, O Sono de Dolores em 1996, "Muito Prazer" em 1999, "Algum Alguém" em 2002, "Palavras que não dizem tudo", lançado também em DVD, no ano 2008.  

Esse trabalho gravado ao vivo, conta com as participações especiais de Moska e  Luiz Melodia. Em 2009 apresentou o show “Palavras que não dizem tudo”, com o Projeto Música na Urna, contando com as participações especiais do grupo A Cor do Som, Kleiton & Kledir, Doces Cariocas, Edu Krieger, Vander Lee, Zé Renato, Sá & Guarabyra e Bossacucanova, embrião do projeto "Lula Ribeiro Convida", lançado em 2010 em Belo Horizonte e há nove anos também em Aracaju, onde já dividiu o palco com Flavio Venturini, Zeca Baleiro, Vander Lee, Fernanda Takai, Flávio Renegado, Roberta Campos, entre outros. Em 2018 lançou o CD "O amor é sempre assim", última produção do baixista Arthur Maia, onde apresenta parcerias com compositores como: Zeca Baleiro, Vander Lee, Pierre Aderne, Gabriel Moura, Paulinho Pedra Azul, Alexandre Nero, e outros, e participações especiais de Zeca Baleiro, Chico César, Flavio Venturini, Fernanda Takai, Tony Bellotto e Flávio Renegado. Durante a pandemia lançou alguns singles e EP's em parceria com Zeca Baleiro, Kleiton & Kledir, Zé Renato, Sergio Guizé e Paulinho Moska. No final de 2022, lançou o álbum “Vida haverá”, com todas as canções compostas em parceria com Sérgio Rodrigues, escritor premiado, com vários livros editados. Em fevereiro de 2023, lançou nas plataformas os singles “Retirança”, música do bloco de Carnaval criado por ele, e “Estácio, Holly Estácio”, gravada com Luiz Melodia, ao vivo, em show no Sesc Palladium, em BH. Em fevereiro de 2024, lançou nas plataformas digitais, o single “Ferve o frevo”, e em junho o EP “Noite nova de São João”, celebrando as festas juninas. 

No momento prepara o lançamento do single “Era você ”, um arrasta-pé daqueles, programado para final de maio.

28 de jan. de 2025

“YOU’VE GOT A FRIEND” TRIBUTO A JAMES TAYLOR - ESTREIA NACIONAL

              foto de Affonsinho: Anna Lara e Amanda Mendonça 

No dia 22 de fevereiro, sábado, às 20h30, na Casa Outono (Rua Outono, 571 – Carmo), acontece a estreia nacional de “You’ve got a friend – Tributo a James Taylor”. Trata-se de uma homenagem inédita, criada pelo cantor e compositor Affonsinho em homenagem a um dos grandes artistas da folk music.

“Sempre soube de bandas mineiras tocando rock e achei que seria legal, também, um Tributo a James Taylor e outros artistas “folk” importantes da época. E sei que muitas canções lançadas no final dos anos 60, início dos 70 (chegando aos 80), ficaram para sempre no coração do público. Escolhemos algumas realmente deliciosas para este show!”, afirma Affonsinho, muito empolgado.

O espetáculo traz, portanto, releituras dos grandes hits de Taylor - You´ve Got a Friend”, “How Sweet It Is (To Be Loved By You)”, “Carolina In My Mind”, entre outros. Aquelas canções da nossa memória afetiva. Para celebrar, Affonsinho traz, ainda, suas criações sobre canções dos contemporâneos Cat Stevens, America, Elton John, Beatles (carreira solo) e surpresas especiais, preparadas para o momento.

Os ingressos -  R$40,00 (quarenta reais) -  já estão à venda pelo Sympla: 

https://www.sympla.com.br/evento/affonsinho-em-youve-got-a-friend--tributo-a-james-taylor/2809245 

Para este show, o trio de músicos é composto por Affonsinho, voz e guitarra; Jaciara Marshner, vocais; e Luadson Constâncio, teclados. Como fez em seus dois álbuns de muito sucesso, “Esquinas de Minas, vol 1 e 2” (lançados e, rapidamente, esgotados no Brasil e Japão, em 2002 e 2003), Affonsinho criou releituras personalizadas para cada canção deste Tributo.

James Taylor

Aos 18 anos James Taylor foi morar em Londres e teve a “sorte” de ser o único artista americano a ser contratado pela Apple Music, selo lançado pelos Beatles em 1968 e que procurava novos artistas. Imediatamente, McCartney e Harrison, impressionados com o talento e a personalidade única do jovem compositor, mandaram preparar o contrato e, ali mesmo, Taylor iniciou sua carreira de muitos sucessos.  

Affonsinho

Cantor, compositor, instrumentista e produtor, Affonsinho Heliodoro é autor de “Gentil Loucura”, primeiro “hit” do Skank, e foi professor de guitarra de Samuel Rosa. Estudou na famosa Berklee College of Music (EUA) e é considerado um dos melhores guitarristas de blues do Brasil. No final dos anos 80, foi cofundador do grupo carioca Hanoi Hanoi, do “hit” - “Totalmente Demais” - gravado também por Caetano Veloso em seu álbum homônimo.

Em carreira solo, nos anos 2000, Affonsinho emplacou diversas canções nas Fms brasileiras e plataformas de streaming mundo afora, como: “Vagalumes”, “Belê”, “Aquela Bossa Axé”, “Sas Sies Sons” etc. e foi gravado por dezenas de artistas, como Sandra de Sá, Verônica Ferriani, Marina Machado, Fernanda Takai, entre outros. 

Em 2006 trabalhou também como ator, na minissérie JK, da Globo, como o personagem César Prates.

Affonsinho gravou mais de 200 canções desde o ano 2000. Foram 14 álbuns autorais, dois de releituras do Clube da Esquina, dois DVDs ao vivo, além de quinze “AffonSingles”, nome dos lançamentos durante a pandemia, sempre com convidados especiais.

Discografia: “Tudo Certo?” (1994), Sambando Assim Meu Rock'n'Roll (1998),  “Zum Zum” (2001), “Belê” (2006), “Meu Plano” (2009), “Voz e Viô” (2010), “Zague e Zeia” (2011), “Trópico de Peixes” (2013), “Depois de Agora” (2013), “Lá de um Lugar” (2015) “Bluesing” (2015), “Certeza?” (2017), “Rock’n’Blues” (2019), “Outros Outros” (2019). Além desses 14 discos autorais, o artista lançou dois discos como intérprete: “Esquina de Minas” (2002) e “Esquina de Minas – Dois Lados da Mesma Viagem” (2003). E os DVDs “Disco Voador” (2010) e “Outros Outros” (2019) e os “AffonSingles”.

22 de jan. de 2025

O cantor e imitador Fernando Ângelo faz show na Casa Outono



















foto: Lívia Bastos 

No dia 15 de fevereiro, sábado, às 20h30, a Casa Outono (Rua Outono, 571 - Carmo - BH) recebe o show "4 Estações", de Fernando Ângelo. 

Reconhecido como o melhor cantor-imitador do Brasil, Fernando Ângelo - que volta a residir em Belo Horizonte, após os 22 anos vividos na capital paulista - , sobe ao palco acompanhado pelo músico Will Motta (teclados) para cantar e fazer humor com as imitações que o consagraram na TV, como Louis Armstrong, Roberto Carlos, Frank Sinatra, Jair Rodrigues, Roberta Miranda, Nelson Gonçalves, Tetê Espíndola, Cauby Peixoto e Billie Paul, além de surpresas especiais preparadas para este show. 

“Muita gente reclama, comigo, da minha ausência nos programas de TV e também nos palcos de BH. É que ando muito envolvido com a produção e ensaios do Tributo a Belchior. Mas, resolvi abrir uma pausa no Tributo para lançar este novo show:  “4 Estações”. As pessoas vão ter a oportunidade de assistir o espetáculo, ao vivo. E tenho certeza de que elas vão gostar, porque tem muito amor envolvido.” (Fernando Ângelo). 

Ingressos, R$70,00 (setenta reais), já à venda, via Sympla: CLIQUE AQUI

16 de dez. de 2024

SERGIO MOREIRA – 70 ANOS

 












O cantor e compositor celebra a vida em show na Casa Outono

Sergio Moreira, cantor e compositor, chega aos 70 anos de vida e para comemorar faz um show na Casa Outono (Rua Outono 571 – Carmo – BH), no dia 17 de Dezembro, terça-feira, às 20h30.  

Aos 70 anos de idade e 56 anos de carreira, Moreira sente-se confortável para comemorar a data em um show repleto de histórias, emoções e maturidade, onde o gosto eclético se funde ao eterno e ao moderno. Sergio estará junto a músicos e amigos que o inspiraram a ser o que ele é: um homem que abraça tendências, recria formatos e experimenta, sempre, sem se prender a estereótipos. Assim revela, inclusive, em uma das sua primeiras canções gravadas no primeiro álbum “Sergio Moreira”.  Em “Garra e Sentimento” diz: “Começar com os corações reunidos, pela força  viva do que não se toca, pela força ativa do que se medita, pelo fogo frio que mantém acesa a vida”.

No show comemorativo, ao lado de Sergio Moreira (voz e violão) estão vários músicos, grandes amigos de jornada: Alexandre Lopes (guitarra e violão); Rogério Delayon (violão, bandolim, guitarra) e os convidados especiais: Serginho Silva (percussão); Jairo de Lara  (saxofone e flauta); Bill Lucas (percussão);  Clóvis Aguiar (piano) e Affonsinho (guitarra).

Sergio Moreira interpretará um repertório com canções de sua autoria e, ainda, canções de outros autores e compositores que o influenciaram em sua trajetória. Na lista das  autorais: Avenida Amazonas, Cafuzo, Lajedo Negro, Cara Metade e Oriente/ Necessidades (esta última, em parceria com Kiko Ferreira). Entre as  inéditas: Flora Coração e Lá.  Pablo Milanez, Sílvio Rodrigues, Sérgio Sampaio, estão entre as interpretações.

Nascido em Teófilo Otoni iniciou sua vida profissional em Nanuque, onde foi crooner de conjunto de baile e também funcionário da Rádio Difusora daquela cidade. Ser um crooner e radialista lhe propiciou muitas experiências musicais. Um aprendizado em diversos estilos  que estimulou sua criatividade e a possibilidade de trafegar em muitas direções. Em 1972, veio para Belo Horizonte, onde pode vivenciar toda efervescência cultural daquele momento. Logo, participou de movimentos estudantis e grupos musicais como o Ingazeira e Nuvem de Gafanhotos. Em 1980 partiu para a carreira solo e seguiu por festivais e outras manifestações. Sempre envolvido ao meio artístico local, numa carreira repleta de busca da originalidade e  criatividade musical poética e estética.

Com três álbuns gravados: Sergio Moreira (1985), Transparente (1991) e Negro (2005),  privilegia conteúdo à quantidade. Em “Um Breve Olhar”, traduz: “Eu faço música sem preocupar se alguém quer ouvir, eu faço música como que toca num bar, sei que as minhas palavras têm alguma coisa a dizer, sei que o meu coração tem alguma coisa a calar”. Entretanto, junto aos discos, o artista tem mais de 900 músicas compostas. Várias delas, interpretadas por dezenas de artistas.

SHOW SERGIO MOREIRA – 70 ANOS

17 de Dezembro, terça-feira, às 20h30

Casa Outono

Rua Outono 571 – Carmo – BH

Ingressos: R$ 50,00 (cinquenta reais)

Ingressos: https://www.sympla.com.br/sergio-moreira---70-anos__2746447

19 de nov. de 2024

JAZZ BRAZZILIANO celebra o dia do Músico, em show na Fundação de Educação Artística

 

Foto Márcia Francisco 

Em comemoração ao Dia do Músico (22), o Jazz Brazziliano se apresenta na Fundação de Educação Artística (Rua Gonçalves Dias, 320 – Funcionários – BH), na próxima sexta, 22 de novembro, às 20h.

Neste show inédito, o respeitável grupo que sucede a memorável Orquestra Engeletro, interpreta um emocionante repertório de música brasileira, jazz, cinema e internacionais, com qualidade e alto astral!

O saudoso Maestro João de Deus Peluci (falecido em 2022), regente da extinta Engeletro e primeiro maestro do Jazz Brazziliano será lembrado nesta noite, através da execução de composição feita em sua homenagem, pelo  atual regente, Frederico Carlos Natalino.

Os ingressos (R$40,00 inteira /R$20,00 meia) já estão à venda pelo site da Fundação:  https://bit.ly/3CvJGD5

Informações adicionais: WhatsApp 31 999819984

JAZZ BRAZZILIANO

Sob a direção geral de Marcelo Ribeiro da Silva, o Jazz Brazziliano é composto por treze músicos, entre saxofones, trompetes,  trombone, piano, contrabaixo, bateria e percussão. O grupo conta com  músicos veteranos e de grande experiência, atuantes do auge das big bands, além de jovens talentos, convergindo em uma fusão artística especial. Os integrantes são: Paulo Sérgio de Moura Linhares (sax alto/clarinete), Marcos Soel Paulino da Silva (Sax Alto), Moisés Adelmo Oliveira (Sax Tenor),  Marco  Paulo Alvim Reis (Sax Tenor), Marcelo Ribeiro da Silva (Sax Barítono), Francisco de Assis Ribeiro (Trompete), José Geraldo Fernandes (trompete), Ana Cecília Soares de Souza (trompete), Oscar  Pereira da Rocha Neto (trombone), José Dias Guimarães de Almeida (contrabaixo), Bo Hilbert (bateria), Victor José de Oliveira Barbosa (bateria),    Valmirar Bernardino Soares  (percussão) e Frederico Carlos Natalino (piano/regência).

HISTÓRIA

O Jazz Brazziliano sucede a  memorável Orquestra Engeletro e  nasceu em 2007, com integrantes da Orquestra e artistas convidados. 

Orquestra Engeletro

A Orquestra Engeletro nasceu na década de 80 e foi uma big band atuante, por mais de 25 anos. Mantida pela empresa Engeletro, foi fundada e dirigida pelo Marcelo Ribeiro da Silva.

Em história memorável, marcou presença em, praticamente, todos os clubes e salões de festas em Belo Horizonte, além de eventos em muitas cidades mineiras e outros estados. Destaque para Brasília (apresentação na Granja do Torto).

Entre inúmeros reconhecimentos, a Orquestra foi agraciada com o diploma de “Mérito Artístico Rômulo Paes”, em 1996, pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, por relevantes serviços prestados à Cidade e com o diploma de  “Melhor Orquestra de Baile”, em Belo Horizonte, em 1995.

Nasce o Jazz Brazziliano

Administrado pelo engenheiro eletricista e eletrônico, Marcelo Ribeiro da Silva  - diretor da Engeletro -, o Jazz Brazziliano ganha vida, em sequência à Orquestra Engeletro, graças ao seu amor à música e à sua determinação em conservar a memória musical do gênero no Brasil, como foi com a Orquestra Engeletro.

Formado em 1970, pela UFMG, com especialização em Automação Industrial, pela mesma Universidade e músico profissional, Marcelo cuida de cada detalhe para que a qualidade artística do grupo some-se ao amor de cada integrante pela Música. E é assim que este grupo se fortalece e encanta o público com a expressão dos artistas em sentimento é técnica.

Acervo e memória

O Jazz Brazziliano conserva em seus arquivos, os arranjos originais de orquestras belohorizontinas, desde a década de 1950, tais como: as Orquestras dos maestros Osvaldo Castilho, Delê, Erasto Meniconi, João de Deus Peluci, entre outros.

Conserva, também, o repertório de arranjos originais da famosa Orquestra Tabajara, do maestro Severino Araújo, (Rio de Janeiro). Big band mais longeva do mundo, com mais de 80 anos de atuação no Brasil e exterior.

Maestros:

João de Deus Peluci

Com uma vida inteira dedicada à música, João de Deus Peluci foi o maestro exclusivo da Orquestra Engeletro e, em seguida do Jazz Brazziliano  até 2022, quando faleceu, aos 93 anos.

Frederico Carlos Natalino

O atual Maestro do Jazz Brazziliano é Frederico Carlos Natalino, pianista formado pela UFMG. É o mais jovem do grupo. Aos 38 anos, além de regente, atua como compositor e arranjador para  formações musicais diversas, inclusive big bands.

Curiosidades sobre o Jazz Brazziliano

Com diversos integrantes longevos em história musical e vida, o Jazz Brazziliano conta com artistas de  38 a 88 anos de idade.

Há músicos oriundos da Policia Militar do Estado de Minas Gerais e do Corpo de Bombeiros.

De origens profissionais diversas, traz entre seus músicos: piloto de Linha Aérea, psicólogo, empresários...  

Formada pela UEMG, a trompetista Ana Cecília é a única representante do sexo feminino.

O baterista dinamarquês BO Hilbert, músico de grande experiência, deixou sua terra Natal e veio morar no Brasil, onde constituiu família e história de vida.

24 de ago. de 2024

BOLERO METAL - CELSO PENNINI E BANDA




















Hay que romantizarse, pero sin perder lo overdrive jamás.

Já estão à venda, os ingressos para o show do compositor, arranjador, guitarrista e cantor Celso Pennini, realiza no dia 21 de setembro, sábado, às 19h.  A única apresentação de "Bolero Metal”, acontece no Chopperhead Garage Pub (Rua Cássia, 26 – Prado – BH).  Haverá show de abertura da Banda Quo-tzar, que também tem Pennini como integrante. 

O show, que inclui algumas músicas do novo álbum, a ser lançado em doses homeopáticas, através de singles, até o final do ano, chega com um repertório de composições do artista e surpresas  para se divertir e  refletir e, principalmente, se emocionar com as melodias. 

Celso Pennini – voz e guitarra será acompanhado por Ricardo Gomes – baixo, Inácio Cavallieri – voz e guitarra e Luis Patrício – bateria. 

Ingressos já à venda pelo Sympla. 
Reservas de mesa: 31 984304996. 

BoleroMetal é uma síntese das minhas influências. Um show que traz a guitarra elétrica como catalisadora das emoções que quero transmitir através das minha música. Trago, além de minhas canções e temas e instrumentais, algumas releituras que refletem este meu conceito. Apresentar isso ao público, encontrar as pessoas que curtem meu trabalho, me traz muita alegria. Pois, a força desta conexão direta  justifica a criação. Tenho me envolvido em várias composições novas. Estou gravando, somando participações especiais e, em breve, haverá partilhas através das plataformas musicais, também. Está sendo um ano fervilhante. Então, chegou a hora de soltar as crias." (Celso Pennini)

CELSO PENNINI
Guitarrista de raiz roqueira e violonista de dedilhados sutis são boas definições para o músico. Mas, vale reiterar o que disse uma vez o grande jornalista Kiko Ferreira sobre  Celso Pennini: “é mais conhecido como mola propulsora, que veste de adrenalina e energia boa parte da carreira inicial da cantora Patrícia Ahmaral”. Afinal, foram 12 anos de parceria nos palcos com a Artista. Pennini transitou desde os bailes com orquestra dos anos 80, música instrumental, samba punk na lendária banda Los Amigos de Tu Madre, com Ana Proença, diva do samba de BH, com quem chegou a ser finalista do concurso de marchinhas Mestre Jonas. O artista integrou também outras bandas de rock do underground de BH, mas nunca deixou de lado seu trabalho autoral. Já soma três álbuns – todos disponíveis nas plataformas digitais: Outras cenas (2003), Tênue como o tempo (2014) e Dados Biográficos (2022). Sua reconhecida atuação como arranjador, compositor e guitarrista, soma-se, a partir do disco mais recente, à sua vertente de cantor. Veja mais em @celsopennini: Instagram e linktree. 

SHOW CELSO PENNINI E BANDA
21 de setembro,  sábado, 19h 
Chopperhead Garage Pub 
Rua Cássia, 26 – Prado – BH 
Ingressos já à venda pelo Sympla: R$40,00
Reservas de mesa: 31 984304996

22 de ago. de 2024

LEO MINAX & CHICO AMARAL QUARTETO

 



 










Foto:Luana Buenano 


Acontece na próxima terça-feira, dia 27 de agosto, às 20h, no Clube de Jazz do Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 47, Funcionários – BH)   a única apresentação do show  “Leo Minax & Chico Amaral Quarteto”.  Parceiros desde 2006, Leo Minax  e Chico Amaral  apresentam as principais canções que compuseram juntos, além de valiosas parcerias, com diferentes autores mineiros. 

Leo Minax (voz e violão) e Chico Amaral (saxofone e flauta)  se apresentam  acompanhados por André Limão Queiroz (bateria) e Bruno Vellozo (contrabaixo).

Os ingressos para o show custam a partir de R$20,00 e já estão à venda via Sympla:

O SHOW, por Leo Minax:
“Esse show me traz a alegria de rever amigos e  de levar ao público nossas canções. É um grande prazer! 

Não fizemos tantas músicas juntos, se pensamos que são quase 20 anos de parceria mas, talvez, também por este motivo, são canções únicas, compostas com muito carinho, feitas sem nenhuma pressa, e sempre com o critério inegociável de tentar agradar aos compositores em primeiro lugar. Em todo caso, uma robusta e suculenta coleção de canções e, a estas alturas, um perfeito argumento para a realização de um show conjunto. 

Voltar às canções, e comprovar que elas não envelhecem! Sinto as nossas parcerias como se fossem aqueles sonhos, protagonistas emblemáticos da maravilhosa e reverenciada canção-hino escrita há décadas pelos grandíssimos Milton, Lô e Márcio... Encontro muitas referências musicais comuns entre nós: a inspiradora marca de todas as vertentes do Clube da Esquina e suas reverberações, a grandiosidade e a diversidade do formato canção na MPB, atravessando décadas e geografias e, também, a inesgotável e inspiradora beleza da linguagem do jazz. 

Por certo, falando sobre o jazz e da sua importante influência, o Chico é um dos músicos mais virtuosos e estudiosos que conheço! A ideia de um show compartilhado veio depois de assistir muitas performances do parceiro, em diferentes formatos, ao longo de muitos anos, nas minhas viagens a Belo Horizonte. Sempre tive muita vontade de participar ao vivo, também nos palcos, ao lado da musicalidade e do talento do Chico Amaral instrumentista. E, claro, fiquei muito feliz quando ele me disse que gostava da minha proposta!

Também compartilhamos o prazer da leitura, o prazer de conversar, de trocar ideias – o Chico é um desses magníficos conversadores!... Tudo isso também aparece de algum jeito na composição das nossas canções, claro! Algumas vezes de maneira involuntária. Falando sobre o prazer de conversar, fico imaginando as conversas do Amaral com o Milton Nascimento, naquela série de entrevistas que foram a base do belíssimo livro que o Chico escreveu sobre a obra deste artista que é uma das mais importantes referências musicais pra nós, entre tantas referências mundo afora...

E, já que menciono a importância das influências do Milton, a sua forma de compor e interpretar, acho que é o compromisso com um lugar de experimentação, livre, que me conecta ainda mais com o Amaral. É muito bom poder desfrutar este lugar de liberdade e de experiências na atividade de composição de canções. Poder escrever - e também interpretar! - canções, sem saber onde exatamente elas vão nos levar. 
Claro que não são somente coincidências entre nós quando escrevemos uma canção... Mas há muito carinho e respeito nos processos de criação, nas diferentes maneiras de colocar lado a lado as nossas sensibilidades. Saber confrontá-las e, quando se afastam, tentar voltar a reuni-las para a criação daquela canção onde ambos nos reconheçamos, no que somos e, também, no que não somos.

Chico e eu escrevemos músicas e letras, algo que nos ajuda muito no trabalho criativo. Ainda que haja mais canções no nosso repertório onde o Amaral é o autor da letra, e eu sou autor da música, há também canções onde estes papéis se invertem. Há muita liberdade também em relação às nossas atribuições, aos nossos papéis nos nossos processos de composição.

Também há muitas formas de começar e desenvolver a composição: às vezes a letra vem primeiro, às vezes a música... Houve uma das nossas canções, “Nave”, por exemplo, que nasceu praticamente inteira durante a primeira vez que li o poema original escrito pelo Chico. Ainda bem que estava com o violão no colo, e que decidi ligar o gravador antes de começar a leitura!...

O show “Parcerias” é um pouco de tudo isso. É o que reunimos até agora dessa nossa viagem criativa, da nossa fantasia. São os frutos do nosso grande prazer de tocar e fazer canções, da importância que isso tem pra nós.” (Leo Minax) 
 
Leo Minax é compositor, cantor, violonista e tem vários discos gravados. É parceiro também de Celso Adolfo, Vander Lee, Affonsinho, Marcelo Sarkis, Estrela Leminski, Jorge Drexler, Vitor Ramil, entre outros. Gravou com Toninho Horta, Joyce, Arnaldo Antunes.

Chico Amaral é letrista, saxofonista e compositor. Seu trabalho com Samuel Rosa e o Skank lhe deu projeção nacional. Fez músicas com Erasmo Carlos, Milton Nascimento, Lô Borges, Ed Motta e muitos outros. Atualmente tem se dedicado à música instrumental.

Anexo útil:
Mais sobre Leo Minax
Se falamos de composição, e se o critério for originalidade e sofisticação, Leo Minax é, sem dúvida, um dos grandes nomes entre os músicos brasileiros de sua geração. Vive há muitos anos em Madrid e já publicou dez álbuns na Espanha, com música original, com diferentes propostas e formações. Quase todas as suas produções foram gravadas ao vivo em estúdio, critério com o qual o artista opta pela liberdade na interpretação e improvisação.
No Brasil, a carreira de Minax está associada aos nomes de Toninho Horta, Vitor Ramil, Arnaldo Antunes, Vander Lee, Ronaldo Bastos e Moska, entre outros grandes artistas, como colaboradores, ou como coautores de suas canções. Na Europa e na América Latina sua música já foi gravada pelo uruguaio Jorge Drexler, pela mexicana Ximena Sariñana, pela brasileira Joyce Moreno e pela espanhola Ana Belén, entre outros. Nos seus concertos já partilhou palco com importantes artistas: o argentino Lisandro Aristimuño, a chilena Francesca Ancarola, o espanhol Miguel Poveda, Iván Ferreiro, Miguel Ríos e Javier Ruibal, entre outros.
Leo Minax já apresentou sua música em diversos países. Compôs com grandes autores espanhóis, como Pablo Guerrero ou Pedro Guerra, entre outros. Atualmente desenvolve um projeto, paralelo à carreira como solista, com o quinteto do músico dinamarquês Steen Rasmussen, com quem já lançou dois discos nos últimos anos. Leo também acaba de começar um projeto de shows - e futura gravação - ao lado do grande compositor e instrumentista mineiro, Chico Amaral. O espanhol Suso Saiz é produtor de quatro dos dez álbuns editados pela Minax na Espanha.
Mais @leominax IG. | www.leominax.com


4 de ago. de 2024

Hermes Pardini - 65 anos: Edição especial do Festival Meu vizinho Pardini terá show de Zélia Duncan



Foto: Ale Catan



Um sábado dedicado às famílias, aos amigos e à natureza. A próxima edição do Festival Meu Vizinho Pardini (especial 65 anos Hermes Pardini) já tem data marcada: dia 10 de agosto, a partir das 10h, na Praça da Assembleia.  O evento - que acontece desde 2016 ocupando espaços públicos de Belo Horizonte com entretenimento e lazer por meio da arte e cultura - oferece uma programação para todos os públicos com atrações infantis, apresentações musicais, jogos, oficinas, praça de alimentação, serviços de saúde e espaço pet. Como atração principal, o palco do festival recebe a cantora Zélia Duncan com o show #Bailão ZD, que traz canções de todas as fases da sua carreira.

 

O Festival Meu Vizinho Pardini é fruto do Programa de Relacionamento com a Comunidade Meu Vizinho Pardini, realizado pelo Hermes Pardini, rede de medicina diagnóstica que é referência para os mineiros há 65 anos. O evento é para toda família compartilhar momentos de entretenimento e lazer por meio da arte e cultura. Um projeto da Árvore, promovido em espaços públicos desde 2016, de forma democrática e segura. Todas as edições contaram com área dedicada a pessoas com deficiência, gestantes e idosos, além de tradutora em libras e audiodescrição. O festival já soma um público de 110 mil pessoas e mais de 33 edições. O projeto é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

Além de ser reconhecido pela excelência de seus serviços em mais de 70 unidades espalhadas pela Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Hermes Pardini se faz presente por meio de apoio a projetos com causas sociais e parcerias em eventos estratégicos. “Nós fazemos questão de estarmos próximos de nossa vizinhança com cuidado, atenção e afeto. É uma alegria celebrarmos esse marco dos 65 anos com uma edição especial do Festival Meu Vizinho Pardini”, comenta a Diretora de Negócios do Grupo Fleury, Adriana Linhares.

 

Programação

O sábado começa com atração para a criançada. O grupo Pé de Moleque apresenta o show “Canto de Passarim”, às 10h, com canções e cantigas tradicionais, brincadeiras da cultura das infâncias e histórias de tradição oral protagonizadas pelos passarinhos. Em um espetáculo narrativo e musical, histórias são entrelaçadas pela musicalidade e pelos cantos de diferentes passarinhos: Bem-Te-Vi, Rouxinol, Sabiá e muitos outros! “Canto de Passarim” é uma celebração às infâncias e à liberdade.

 

Os palhaços Benedita Jacarandá e Sabonete, do Grupo Trampulim, apresentam o espetáculo “Pratubatê”, às 11h. A dupla resolve que são maestros de uma grande orquestra. Com muita interatividade, jogos musicais e gags tradicionais de palhaço, eles conduzem o espetáculo a um momento surpreendente: o público, sob a regência destes palhaços-maestros, se transforma numa grande orquestra musical. O espetáculo também investe no papel do público como parte integrante da cena, transformando a apresentação numa experiência rica e arriscada.

 

O coletivo Abre a Roda Mulheres no Choro faz show do seu repertório autoral, além de músicas de compositoras brasileiras, às 12h. O grupo lança um olhar para instrumentistas por meio de uma roda de choro aberta e democrática, na qual as mulheres são protagonistas. Em seguida, às 13h30, o violeiro Renato Caetano mostra ao público sua sonoridade única que coloca a viola no gênero do rock.

 

Ainda na pegada do rock, às 15h, a banda Rádio Caos toca grandes sucessos do pop rock nacional e internacional e promete resgatar memórias de diferentes gerações. O samba também está na programação com a sambista Andrezza Duarteàs 16h30, que apresenta o projeto Samba da Baixinha. A cantora irá revisitar as obras de grandes sambistas brasileiras, privilegiando o trabalho de mulheres intérpretes e compositoras do samba, dentre elas: Leci Brandão, Clara Nunes, Beth Carvalho, Jovelina Pérola Negra, Clementina de Jesus, Dona Ivone Lara, Alcione.

 

A grande atração desta edição especial do Festival Meu Vizinho Pardini, Zélia Duncan encerra a programação com o show #Bailão ZDA cantora e compositora promete uma apresentação nostálgica, com músicas de todas as fases de sua carreira, entre elas Catedral, Alma, Nos Lençóis Desse Reggae, Lá vou eu. No palco, ela é acompanhada por Ézio Filho (direção musical e baixo), Webster Santos (violão, guitarra e cavaco), Léo Brandão (teclado e acordéon), Christiano Galvão (bateria), além de Senhorita Paola e Luanah Jones nos vocais. O show de Zélia Duncan está marcado para as 18h.

 

Praça de alimentação

Esta edição do Festival Meu Vizinho Pardini conta com um espaço de alimentação em parceria com o Santuário Nossa Senhora de Fátima. Toda a renda arrecadada será revertida para ações sociais.

 

SERVIÇO

Festival Meu Vizinho Pardini – Edição especial 65 anos Hermes Pardini
Dia 10 de agosto, sábado, a partir das 10h
Praça da Assembleia (Praça Carlos Chagas, S/N - Santo Agostinho) - Entrada Franca

Programação:
10h - 
Grupo Pé de Moleque; 11h - Grupo Trampulim; 12h - Abre a Roda Mulheres no Choro
13h30 - Renato Caetano; 15h - Rádio Caos; 16h30 - Andrezza Duarte; 18h - Zélia Duncan

 

Dica: se o sol estiver quente, passe protetor solar. Se houver previsão de chuva, leve sua capa de proteção. Para manter a praça em bom estado de conservação e limpa, recolha seu lixo e observe se as crianças estão fazendo uso adequado dos brinquedos. Chame a família e os amigos e divirtam-se. O espaço conta com acessibilidade e as apresentações têm tradução em libras e audiodescrição.


Viola caipira de Gabriel Sater se une a Orquestra Opus para uma experiência sonora única










FOTO: Isabela Rezende 

Uma noite para reviver clássicos importantes da música de raiz do cancioneiro popular com arranjos orquestrais e um toque de música erudita, é o que promete o encontro entre Gabriel Sater e a Orquestra Opus no próximo dia 17 de agosto, sábado, às 20 horas, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. Patrocinado Tracbel, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura, o show vai contar com uma fusão de sons e emoções, através de um repertório que mescla a riqueza da música clássica com a sensibilidade da música caipira e popular brasileira. A Orquestra Opus, sob a regência do maestro Leonardo Cunha, apresentará arranjos especiais para canções que serão interpretadas por Gabriel Sater acompanhado de sua viola caipira. Os ingressos custam a partir de R$50,00 a meia-entrada e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro e pelo site da Eventim.


Gabriel Sater, filho do renomado Almir Sater, segue os passos do pai, mas com uma identidade própria que mistura tradição e inovação. Músico, compositor e ator, Gabriel tem se destacado no cenário nacional com seu talento multifacetado. Seu trabalho é marcado por uma profunda conexão com as raízes musicais brasileiras, especialmente a música de viola, combinada com influências modernas que trazem frescor e originalidade às suas composições. Além de sua carreira musical, Gabriel também tem se aventurado na teledramaturgia e é conhecido por suas atuações em novelas e séries de sucesso, como "Pantanal".


O repertório da noite inclui "Tigre do Rio" (Gabriel Sater), "Noite de Tempestade" (Gabriel Sater/Luiz Carlos Sá), "Amanheceu Peguei a Viola" (Renato Teixeira), "Caçador de Mim" (Luiz Carlos Sá/Sérgio Magrão), "Trindade" (Gabriel Sater/João Gaspar), "Boca do Mato" (Gabriel Sater/Luiz Carlos Sá), "Maria Maria" (Milton Nascimento/Fernando Brant), "Nas Montanhas de Minas" (Gabriel Sater), "Mercedita" (Gabriel Sater), "Nós Dois" (Celso Adolfo), "Tocando em Frente" (Almir Sater/Renato Teixeira), "Nós" (Tião Carvalho), "Marruá" (Gabriel Sater), "Amor de Índio" (Beto Guedes/Ronaldo Bastos) e "Cavalo Preto" (Anacleto Rosas Jr.).

Orquestra Opus

Com mais de 15 anos de fundação, a Orquestra Opus realizou mais de 250 espetáculos por oito estados brasileiros, onde pode fomentar a música orquestral, motivo que levou à criação do projeto Orquestrando Brasil, iniciado em 2006. Além desses concertos onde busca democratizar a música de concerto com uma comunicação mais próxima do público, a Orquestra Opus começou a convidar artistas da MPB para realizar o projeto Orquestra OPUS convida. Com este projeto, realizou espetáculos com Milton Nascimento, Daniela Mercury, Ana Carolina, Fafá de Belém, Guilherme Arantes, Leo Jaime, Flávio Venturini, Sá & Guarabyra, Maria Gadú, Dado Villa-Lobos, Derico Sciotti, Sandra de Sá e Nando Reis, o que deu uma notoriedade e experiência nessa mistura de música popular com música erudita. Ao longo desses anos, a Orquestra Opus gravou 2 CDs e levou a música brasileira para outros países, como Alemanha, França e Peru.

Orquestra Opus convida Gabriel Sater

Data: 17/08/2024, sábado, 20h
Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes
Endereço: Av. Afonso Pena, 1537 - Centro - Belo Horizonte/MG
Classificação etária: livre. Menores de 14 anos devem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Compra online: https://www.eventim.com.br/artist/orquestra-opus/

Bilheteria Palácio das Artes
Av. Afonso Pena, 1537
Horário de funcionamento: Segunda a Sábado: 12h às 21h
Domingo: 17h às 20h