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22 de ago. de 2024

LEO MINAX & CHICO AMARAL QUARTETO

 



 










Foto:Luana Buenano 


Acontece na próxima terça-feira, dia 27 de agosto, às 20h, no Clube de Jazz do Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 47, Funcionários – BH)   a única apresentação do show  “Leo Minax & Chico Amaral Quarteto”.  Parceiros desde 2006, Leo Minax  e Chico Amaral  apresentam as principais canções que compuseram juntos, além de valiosas parcerias, com diferentes autores mineiros. 

Leo Minax (voz e violão) e Chico Amaral (saxofone e flauta)  se apresentam  acompanhados por André Limão Queiroz (bateria) e Bruno Vellozo (contrabaixo).

Os ingressos para o show custam a partir de R$20,00 e já estão à venda via Sympla:

O SHOW, por Leo Minax:
“Esse show me traz a alegria de rever amigos e  de levar ao público nossas canções. É um grande prazer! 

Não fizemos tantas músicas juntos, se pensamos que são quase 20 anos de parceria mas, talvez, também por este motivo, são canções únicas, compostas com muito carinho, feitas sem nenhuma pressa, e sempre com o critério inegociável de tentar agradar aos compositores em primeiro lugar. Em todo caso, uma robusta e suculenta coleção de canções e, a estas alturas, um perfeito argumento para a realização de um show conjunto. 

Voltar às canções, e comprovar que elas não envelhecem! Sinto as nossas parcerias como se fossem aqueles sonhos, protagonistas emblemáticos da maravilhosa e reverenciada canção-hino escrita há décadas pelos grandíssimos Milton, Lô e Márcio... Encontro muitas referências musicais comuns entre nós: a inspiradora marca de todas as vertentes do Clube da Esquina e suas reverberações, a grandiosidade e a diversidade do formato canção na MPB, atravessando décadas e geografias e, também, a inesgotável e inspiradora beleza da linguagem do jazz. 

Por certo, falando sobre o jazz e da sua importante influência, o Chico é um dos músicos mais virtuosos e estudiosos que conheço! A ideia de um show compartilhado veio depois de assistir muitas performances do parceiro, em diferentes formatos, ao longo de muitos anos, nas minhas viagens a Belo Horizonte. Sempre tive muita vontade de participar ao vivo, também nos palcos, ao lado da musicalidade e do talento do Chico Amaral instrumentista. E, claro, fiquei muito feliz quando ele me disse que gostava da minha proposta!

Também compartilhamos o prazer da leitura, o prazer de conversar, de trocar ideias – o Chico é um desses magníficos conversadores!... Tudo isso também aparece de algum jeito na composição das nossas canções, claro! Algumas vezes de maneira involuntária. Falando sobre o prazer de conversar, fico imaginando as conversas do Amaral com o Milton Nascimento, naquela série de entrevistas que foram a base do belíssimo livro que o Chico escreveu sobre a obra deste artista que é uma das mais importantes referências musicais pra nós, entre tantas referências mundo afora...

E, já que menciono a importância das influências do Milton, a sua forma de compor e interpretar, acho que é o compromisso com um lugar de experimentação, livre, que me conecta ainda mais com o Amaral. É muito bom poder desfrutar este lugar de liberdade e de experiências na atividade de composição de canções. Poder escrever - e também interpretar! - canções, sem saber onde exatamente elas vão nos levar. 
Claro que não são somente coincidências entre nós quando escrevemos uma canção... Mas há muito carinho e respeito nos processos de criação, nas diferentes maneiras de colocar lado a lado as nossas sensibilidades. Saber confrontá-las e, quando se afastam, tentar voltar a reuni-las para a criação daquela canção onde ambos nos reconheçamos, no que somos e, também, no que não somos.

Chico e eu escrevemos músicas e letras, algo que nos ajuda muito no trabalho criativo. Ainda que haja mais canções no nosso repertório onde o Amaral é o autor da letra, e eu sou autor da música, há também canções onde estes papéis se invertem. Há muita liberdade também em relação às nossas atribuições, aos nossos papéis nos nossos processos de composição.

Também há muitas formas de começar e desenvolver a composição: às vezes a letra vem primeiro, às vezes a música... Houve uma das nossas canções, “Nave”, por exemplo, que nasceu praticamente inteira durante a primeira vez que li o poema original escrito pelo Chico. Ainda bem que estava com o violão no colo, e que decidi ligar o gravador antes de começar a leitura!...

O show “Parcerias” é um pouco de tudo isso. É o que reunimos até agora dessa nossa viagem criativa, da nossa fantasia. São os frutos do nosso grande prazer de tocar e fazer canções, da importância que isso tem pra nós.” (Leo Minax) 
 
Leo Minax é compositor, cantor, violonista e tem vários discos gravados. É parceiro também de Celso Adolfo, Vander Lee, Affonsinho, Marcelo Sarkis, Estrela Leminski, Jorge Drexler, Vitor Ramil, entre outros. Gravou com Toninho Horta, Joyce, Arnaldo Antunes.

Chico Amaral é letrista, saxofonista e compositor. Seu trabalho com Samuel Rosa e o Skank lhe deu projeção nacional. Fez músicas com Erasmo Carlos, Milton Nascimento, Lô Borges, Ed Motta e muitos outros. Atualmente tem se dedicado à música instrumental.

Anexo útil:
Mais sobre Leo Minax
Se falamos de composição, e se o critério for originalidade e sofisticação, Leo Minax é, sem dúvida, um dos grandes nomes entre os músicos brasileiros de sua geração. Vive há muitos anos em Madrid e já publicou dez álbuns na Espanha, com música original, com diferentes propostas e formações. Quase todas as suas produções foram gravadas ao vivo em estúdio, critério com o qual o artista opta pela liberdade na interpretação e improvisação.
No Brasil, a carreira de Minax está associada aos nomes de Toninho Horta, Vitor Ramil, Arnaldo Antunes, Vander Lee, Ronaldo Bastos e Moska, entre outros grandes artistas, como colaboradores, ou como coautores de suas canções. Na Europa e na América Latina sua música já foi gravada pelo uruguaio Jorge Drexler, pela mexicana Ximena Sariñana, pela brasileira Joyce Moreno e pela espanhola Ana Belén, entre outros. Nos seus concertos já partilhou palco com importantes artistas: o argentino Lisandro Aristimuño, a chilena Francesca Ancarola, o espanhol Miguel Poveda, Iván Ferreiro, Miguel Ríos e Javier Ruibal, entre outros.
Leo Minax já apresentou sua música em diversos países. Compôs com grandes autores espanhóis, como Pablo Guerrero ou Pedro Guerra, entre outros. Atualmente desenvolve um projeto, paralelo à carreira como solista, com o quinteto do músico dinamarquês Steen Rasmussen, com quem já lançou dois discos nos últimos anos. Leo também acaba de começar um projeto de shows - e futura gravação - ao lado do grande compositor e instrumentista mineiro, Chico Amaral. O espanhol Suso Saiz é produtor de quatro dos dez álbuns editados pela Minax na Espanha.
Mais @leominax IG. | www.leominax.com


4 de abr. de 2024

Lu e Celinha homenageiam Olavo Romano em show na Casa Outono

Foto: arquivo Lu e Celinha 


No dia 12 de abril, sexta-feira, às 20h30
as cantoras Lu e Celinha, apresentam o show "Coisas do Interior". 

O evento, que acontece na Casa Outono (Rua Outono, 571 Carmo - BH) será uma homenagem especial ao saudoso escritor e ex-presidente da Academia Mineira de Letras, Olavo Romano. 

Durante décadas, Lu, Celinha e Olavo Romano apresentaram este show, juntos. Agora, elas sobem ao palco, nesta homenagem.

A dupla se apresenta acompanhada por Renato Saldanha, violão e  Sérgio Saraiva, acordeon.

Os ingressos para o show - R$40,00
- já estão à venda pelo Sympla:
No dia do evento, a Casa abrira às 19h30. Lugares ocupados por ordem de chegada. Mesas compartilhadas. Bistrô em funcionamento. Informações adicionais: 31 999060624.

O show - o encontro de Lu, Celinha e Olavo Romano 

Um show que nasceu do desejo de resgatar o universo de causos, canções e toda a simplicidade das cidades do interior e do interior de todos nós. 

O escritor OLAVO ROMANO (in memoriam), o flautista/ compositor /médico cardiologista Dr. Marcus Bolívar e a dupla de cantoras/ irmãs Lu e Celinha, se uniram em torno dessa idéia e no dia 5 de outubro de 1992 estrearam no Teatro da Cidade, do grande Pedro Paulo Cava - um dos mentores deste espetáculo. Ficaram em cartaz, com grande sucesso de público, durante as segundas e terças-feiras daquele mês. Desde então, o show passou a acontecer em praças, teatros e eventos, levando a platéia a momentos de aconchego, risadas e emoção. 

Em 16 de novembro de 2023, o nosso amigo, nosso contador de causos, a gargalhada mais gostosa, que nunca vamos esquecer, virou estrela… E no dia 12 de abril, sexta feira, vamos prestar a nossa carinhosa homenagem, para agradecer por tantos momentos de alegria e pura emoção. Olavo Romano… este show  é pra você.”
(Lu e Celinha) 

21 de nov. de 2023

VIVER DE ARTE: NOVO SHOW DE SIDNEY GRANDI

Foto:Mônica Brant 


Será no dia 5 de dezembro, terça-feira, às 20h30, na Casa Outono (Rua Outono, 571 – Carmo - BH), o show “Viver de Arte”, do cantor e compositor Sidney Grandi.

Administrador com especialização em Economia Industrial, Sidney Grandi é empresário e desde 1968 atua na área de indústria gráfica e distribuição de papéis, em Belo Horizonte/MG, sua terra natal. Começou a cantar com 60 anos de idadeAtualmente, aos 75 anos, celebra cinco álbuns em sua discografia: Sidney Grandi, 2006; Roda de Samba, 2007; Meu ideal, 2014; Meu Interior, 2018 e Viver de Arte, 2022.

 

O show do dia 5, com repertório de MPB autoral, que traz entre os ritmos, o samba e a bossa-nova, tem direção musical, arranjos e violão: Samy Erick; vozes de Sidney Grandi e Stéfanni Lanza; baixo de Sanches Almeida – Chacal e percussão por Serginho Silva.

 

Os ingressos: R$40,00, já à venda pelo Sympla:

https://www.sympla.com.br/sidney-grandi---show-viver-de-arte__2256970

 

Sidney Grandi é desses artistas que a vida convida a emprestar seu talento às questões profissionais, antes de mostrar, nos palcos, a que veio. Sempre atuou nas pioneiras empresas familiares do ramo gráfico, onde construiu, inovou e segue surpreendendo em qualidade e profissionalismo. Quando a música já não cabia naquele coração, nos presenteou com uma sequência discográfica cuja força está na sensibilidade do ser às coisas cotidianas, simples e de origem essencial. As composições falam de amor, tem humor e beleza. Sua música contempla as raízes da MPB, com a fluidez de sua assinatura.  Tive a honra e alegria de ser o produtor musical, gravando um dos seus álbuns. E a cada novo convívio, através das plataformas digitais ou nos palcos, celebro, no artista, sua profunda qualidade de viver o presente”.

(Sérgio Moreira, cantor e compositor)

 

SIDNEY GRANDI, por ele mesmo:

“O samba e a bossa-nova marcaram minha juventude. Sendo assim, minhas composições, em sua maioria, navegam por essas águas.

Baden Powell, Paulinho Nogueira, Hélio Delmiro, Sebastião Tapajós, Rafael Sete Cordas e tantos outros violonistas inovaram e expandiram as fronteiras da música brasileira. Em capítulo à parte, poderíamos gastar horas falando só de Chico Buarque, Tom Jobim e Vinícius de Moraes. Privilégio viver em uma época de músicas inspiradas e letras de pura poesia.

Sempre gostei de música, mas, só aos 60 anos resolvi abraça-la, realizando um sonho

Nossa última apresentação foi em 20 de agosto de 2018, com o CD “Meu interior”.

Em 2020, quando retomaríamos os shows, ocorreu a Pandemia.

Em 2021/2022, preparamos e gravamos o CD “Viver de Arte” e só agora, em 2023, vamos retomar as apresentações com músicas deste álbum, além de algumas inéditas: “Menina do mar”, “Portas abertas”, “Pegada”, “Acordes banais”, “Conselho”     e “Palavras”.

Aos 75 anos, é preciso vencer o medo e ousar. Mas, afinal, seu eu não mostrar o trabalho, ele vai ficar escondido, no fundo de uma gaveta. Minha coragem é sustentada por meus amigos músicos renomados, que me suportam há 15 anos, pelos meus familiares e amigos que me incentivam e minha professora de canto, Steffani Lanza, que não deixa minha voz ficar muito velhinha”. (Sidney Grandi)

 

6 de jul. de 2016

TAVINHO MOURA NO BELARMINA

show e lançamento do CD Beira da linha e
do Livro Vale do Mutum – aves da Mata Atlântica

Ramon Fiuza e seu Belarmina Bistrô (Brumadinho/MG), apresenta no dia 23 de julho, sábado, a partir das 16h, show com o cantor e compositor Tavinho Moura, em lançamento do CD “Beira da linha” e do livro “Vale do Mutum – aves da Mata Atlântica”. 
A tarde, que integra o projeto Belarmina Música, começa com o cantor, compositor e violonista Felipe Bedetti. O show de Tavinho Moura contará com a participação do músico Beto Lopes (violão). 

BELARMINA é uma bistronomia de 40 lugares, localizado em Brumadinho, quase divisa com Moeda, há 4 km do condomínio Retiro do Chalé. Nasceu da inspiração de Ramon Fiúza (vide Cozinha de Minas, Mascaras Casa de Dança e Cabaré Mineiro) 

Funcionamento: sábados, domingos e feriados, das 11h30 às 16h. Quarta-feira, das 18h às 22h.
Nas vésperas de feriado, o Belarmina abre a boate MÁSCARAS com o melhor dos anos 80. Acontece uma vez por mês um SARAU DE POESIA, além de exposições de artes plásticas ou fotografia. Outra programação especial é o BELARMINA MÚSICA que acontece uma vez por mês, sempre aos sábados, a partir das 16 horas. Vinhos portugueses, chilenos, argentinos e franceses, comida de boteco e petiscos e receitas autorais do Chef Ramon Fiúza, compõe o cardápio, para todos os paladares.

Como chegar: vindo de BH, use a rota -20.231187,-44.002696 ou siga pela BR 040 sentido Rio de Janeiro;  Passe pelo trevo de Ouro preto e vire à direita sentido Retiro das Pedras/Topo do mundo. Desça a montanha até o final, passando pela portaria do Condomínio Retiro do Chalé. No final da montanha, vire à esquerda em sentido à Suzana (placa indicativa).  Na Igrejinha, vire à direita e siga em frente, por 4 km, sempre no sentido Suzana. O Belarmina Bistrô, fica á direita na estrada -  toda asfaltada.

Informações adicionais e reservas: 31 996655335


VALE DO MUTUM – aves da mata atlântica, de Tavinho Moura
 127 espécies de aves e dez mamíferos.
Apaixonado pela flora e fauna brasileira, Tavinho vem estudando as aves e se revelando um fotografo surpreendente.

 “Sabedor de um projeto pioneiro de reintrodução de aves silvestres, que vem sendo desenvolvido desde 1990, no município de Ipaba em Minas Gerais, e motivado pela vontade de aprimorar a arte de fotografar aves e escrever sobre elas, fui em busca de autorizações para trafegar livremente, realizar a pesquisa e posteriormente um livro. Pude trabalhar numa vasta área e viver a emoção de ver pela primeira vez o Mutum Crax blumembachii, o Saci Tapera naevia, a Jacutinga Aburria jacutinga, a Tiriba-de-orelhas-brancas Pyrrhura leucotis e outras e outras tantas aves registradas nestelivro.” Escreve Tavinho Moura.

O engenheiro florestal Paulo Henrique Souza Dantas, logo nas primeiras páginas, nos ajuda a compreender como a região foi colonizada.
Tavinho Moura encontrou nos poemas Bota e Espora – Chamado Geral, de Carlos Drummond de Andrade, e no poema do parceiro de música e amigo Fernando Brant, o que pensa sobre a beleza, a variedade de vidas e a destruição deste que considera o mais rico dos biomas brasileiros: a mata atlântica.
“Voos brincantes e pifes de passarinhos”. Nos textos de Tavinho Moura para suas fotos as aves são reveladas com imaginação e poesia, por sua graça, habilidade na construção dos ninhos, hábitos alimentares, plumagem, vocalização.
Vale do Mutum – aves da mata atlântica é enriquecido com ilustrações em aquarelas de Sandra Bianchi, tradução para o inglês de Márcio Borges e arrojado projeto gráfico de Mariana Hardy.

Para o renomado fotógrafo Miguel Aun, observar pássaros na natureza é uma tarefa que necessita muito conhecimento e treinamento, já fotografá-los é bem mais complicado. Mas a emoção de se ter uma boa imagem, nítida, com o pássaro bem posicionado e iluminado, compensa todas as horas de tentativas e frustrações. “Tavinho Moura possui a paciência do pescador, a perseverança de um tocador de viola, o ouvido treinado e o romantismo dos poetas, todos os elementos necessários para executar esta difícil tarefa”, definiu.

O livro Vale do Mutum – aves da mata atlântica foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CENIBRA. Lançamento marcado para o dia 10 de dezembro a partir das 18hs na Sala INHOTIM, Rua Antonio de Albuquerque 909.


BEIRA DE LINHA
"Estamos habituados a falar de discos como o resultado de um esforço criativo. Beira da Linha seria melhor descrito como processo. Nele, inspirado e motivado unicamente por sua memória musical, Tavinho Moura nos guia por universos do sentir. Em tempos de demarcações forçadas, Beira da Linha é orgulhosamente fronteira: lugar de trocas, portanto alheio a definições formais. Como tal, suas músicas – de origens imaginadas, mas nem sempre conhecidas – são mutáveis, abertas ao trânsito e ao transe. Pelas 14 faixas, Tavinho Moura e sua viola catalisam riquezas transcendentais para as quais pensamentos fortuitos e momentos fugazes equivalem a toda a filosofia e aos mais cerimoniosos ritos. "Me sinto obrigado a criar algo que acrescente alguma coisa a aquele mundo específico e para isso solicito sempre um motivo condutor, aquele que com o passar dos anos se sedimentou na memória. Músicas que ouvi desde quando menino, que envelheceram comigo e que hoje me iluminam aonde vou." Tavinho Moura." (do site Dubas)

TAVINHO MOURA
Tavinho Moura é mineiro de Juiz de Fora. Músico, cantor e compositor. Seu primeiro trabalho como compositor foi para o cinema, trilha sonora do filme de longa metragem O Homem de Corpo Fechado, de Schubert Magalhães. No primeiro Festival Estudantil da Canção, ganhou o segundo lugar com a música Como Vai Minha Aldeia, parceria com Márcio Borges. Deste festival participaram vários compositores que viriam a ser seus amigos, parceiros e músicos em futuras gravações: Lô Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Milton Nascimento, Túlio Mourão, Murilo Antunes entre outros.
Discos e CD´s: Como Vai Minha Aldeia (RCA), Tavinho Moura (RCA),Cabaré Mineiro (EMI/Odeon), Engenho Trapizonga (EMI/Odeon),Noites do Sertão, patrocinado pela Cenibra, Cabloco D'água-Intrumental de Viola (Velas), Trindade- Tavinho Moura, Marcus Viana e Carla Vilar (NS), O Aventureiro do São Francisco (Quilombo/Warner), Diadorado-Instrumental de Viola (Velas), Conspiração dos Poetas, Tavinho Moura e Fernando Brant, participaçào especial de Beto Lopes (CD Minas), O Tronco (Raiz), CD Cruzada (Lapa discos), Fogueira do Divino (Dubas),Tavinho Moura (OSMG) orquestração e regência de Wagner Tiso (Dubas), Rua do Cachorro Sentado(Dubas), Minhas Canções Inacabadas (Dubas)e Beira da Linha-Instrumental de viola (Dubas).
Paralelo ao trabalho de disco Tavinho se dedica a composição para o cinema. Cabaret Mineiro, Perdida, Noites do Sertão, Minas Texas, Idolatrada, O Bandido Antônio Dó, Dois Homens Para Matar, Amor e Cia, O Tronco, O Mineiro e o Queijo, Castelar e Nelson Dantas no Pais Dos Generais, entre outros. Recebeu prêmios como melhor autor de Trilha Sonora nos festivais de cinema de Gramado (3 vezes), Brasília (3 vezes), prêmio da crítica de São Paulo e Minas, Coruja de Ouro. A trilha sonora do filme Amor & Companhia de Helvécio Ratton ganhou o Prêmio do III Festival do Cinema Brasileiro de Miami.
Outros trabalhos foram realizados para teatro e ballet, destacando-se O Padre e a Moça, com coreografia de Gilberto Motta, para o Palácio das Artes, comemorando os oitenta anos do poeta Carlos Drummond.
Algumas de suas composições foram gravados por Milton Nascimento, Beto Guedes, Almir Sater, Boca Livre, 14-Bis, Flávio Venturini, Simone, Pena Branca e Xavantinho, Engenheiros do Havaí, entre outros.
Seus principais parceiros: Fernando Brant, Márcio Borges, Murilo Antunes, Milton Nascimento, Beto Guedes, Ronaldo Bastos.
Realizou a ópera popular Fogueira do Divino em parceria com Fernando Brant apresentada no Palácio das Artes sob a regência de Nelson Ayres, com arranjos para orquestra sinfônica de Nivaldo Ornelas, coro, nove interpretes. O espetáculo foi gravado ao vivo e o CD já lançado pela gravadora Dubas de Ronaldo Bastos.
A convite da Rhythmic Music Conservatory de Copenhagem participou da semana de música brasileira na Dinamarca, oferecendo um curso sobre sua música, ritmos e harmonias da música mineira.
CD com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, interpretando 16 obras de sua autoria, com arranjos e regência de Wagner Tiso.
Trabalhou como ator (principal) no filme “Castelar e Nelson Dantas no País dos Generais”, de Carlos Alberto Prates Correia, grande vencedor do festival de Gramado de 2007. Escreveu e lançou o Livro: Maria do Matué - uma estória do Rio São Francisco, o CD Rua do Cachorro Sentadoacompanha o livro. 
Participou do DVD e livro Violeiros do Brasil (2009)
Trilha sonora do filme O Mineiro e o Queijo de Helvécio Ratton (2011).
Participou do V Festival Internacional de Violões acompanhado do músico Beto Lopes.
Tavinho Moura e Milton Nascimento, show pelo dia mundial da Água no espaço Tom Jobim, Jardim Botânico RJ (2011). Finalista do Grammy Latino 2014 Melhor CD  Música de Raízes Brasileiras “Minhas Canções Inacabadas”. Em 2015, lançou pela gravadora DUBAS o CD Beira da Linha – instrumental de viola.
A paixão pelas aves brasileiras o levou a fazer dois livros de fotografias e textos: pássaros poemas-aves na Pampulha em 2012 e, em 2015  Vale do Mutum – aves da mata atlântica.