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8 de jan. de 2024

Osmar Prado em BH: ‘O Veneno do Teatro’ chega ao Cine Theatro Brasil Vallourec










Foto: Priscila Prade

Osmar Prado estará em BH, na Mostra Cine Brasil de Teatro e Música. São 10 anos longe dos palcos e essa é uma oportunidade especial para o público ver, de perto, o talento desse grande artista.  O espetáculo "O Veneno do Teatro" acontece nos dias 13  e 14 de janeiro, sábado, 21h e domingo, 19h e os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro e no site Eventim. 

Com um texto clássico e contundente do espanhol Rodolf Sirera, um dos dramaturgos contemporâneos de maior renome na Europa, "O Veneno do Teatro" propõe uma reflexão atual e pertinente sobre a ética, estética, as máscaras e convenções sociais, o jogo do poder, em suma, a necessidade de autoconhecimento tão latente em todos nós, dentro dos limites da realidade e da ficção.Trata-se é uma obra mundialmente reconhecida e premiada, que trata de temas importantes e atuais, propondo uma reflexão sobre ética, estética, máscaras e convenções sociais, jogo do poder e a necessidade de autoconhecimento. Já foi traduzido para o inglês, francês, italiano, eslovaco, polonês, grego, português (de Portugal e do Brasil), croata, húngaro, búlgaro, japonês, entre outros idiomas. Foi encenado em mais de 62 países, entre os quais Espanha, Inglaterra, França, Venezuela, Polônia, Grécia, Porto Rico, Argentina, México, Estados Unidos e Japão.

A direção do espetáculo é de Eduardo Figueiredo, responsável por grandes sucessos do Teatro. No elenco os premiados: Osmar Prado (“O Clone” “Chocolate com Pimenta” “Hoje É Dia de Maria” “Ciranda de Pedra” “Meu Pedacinho de Chão” E seu último trabalho de sucesso na novela “Pantanal” todos na TV Globo) e Maurício Machado (‘Alma Gêmea’, ‘Cidadão Brasileiro’, ‘Cama de Gato’, ‘Cordel Encantado’, ‘Chiquititas’ Lei do Amor’, entre outras). Espetáculo pontuado com música ao vivo por Matias Roque. 

1 de abr. de 2019

Ana Rosa em BH, com o espetáculo Violetas na Janela


Estrelada pela atriz Ana Rosa, a peça, que trata sobre a vida após a morte, terá duas únicas apresentações apresentações nos dias 05 e 06 de abril,no Cine Theatro Brasil Vallourec
Conhecida pelos seus papeis na telinha, a atriz Ana Rosa, que esteve em várias novelas, como Três Irmãs, Morde & Assopra, Fina Estampa, Louco por Elas, Boogie Oogie e A Lei do Amor, desembarca em Belo Horizonte nesta semana com o espetáculo Violetas na Janela, que é sucesso por onde passa há mais de 20 anos. A peça terá duas únicas apresentações nos dias 05 e 06 de abril, sexta e sábado, às 21h, no Cine Theatro Brasil Vallourec (Av. Amazonas, 315 - Centro, Belo Horizonte – MG).
Vinte atores que se revezam em cena na peça Violetas na Janela, que é uma montagem baseada no livro homônimo de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho. Adaptada para o teatro por Ana Rosa e dirigida pela mesma com o ator Guilherme Correa, a peça trata da vida após a morte a partir do desencarne de Patrícia, tudo com uma leveza e toques de humor que se encarregam de dar graça ao espetáculo. A trilha sonora foi composta especialmente por Claudio Suisso.
Ana Rosa, que estrela o espetáculo, faz parte da história da dramaturgia brasileira. Ela possui em seu currículo nada mais que uma menção no Guiness Book, como a atriz que mais participou de novelas, como protagonista, coadjuvante ou participações especiais.
"O homem continua sua busca incessante no sentido de ampliar sua capacidade de percepção e atingir sua unidade básica, pessoal e direta com Deus. Nunca um número tão grande de pessoas buscou tantas alternativas ou se interessou por experiências místicas e espirituais como agora. Estamos em plena era da revolução da consciência.
O conhecimento e a prática das religiões orientais e ocidentais é uma realidade. Até mesmo a Ciência procura explicação para fenômenos espirituais através da parapsicologia e da própria psicologia. A literatura é pródiga em técnicas de terapia de regressão a vidas passadas, cura quântica, cura holística, memória holográfica, meditação transcendental, viagens astrais, experiências de quase morte, etc…
Quem de nós já não passou pela dor da perda de uma pessoa querida e não se sentiu compelido a refletir sobre a existência da vida após a morte? Violetas na Janela mostra com simplicidade as experiências de Patrícia, uma garota que desencarnou aos dezenove anos e acordou numa Colônia Espiritual onde a vida continua. Fala de suas descobertas, dúvidas, necessidades, da busca pelo auto conhecimento, seus receios, afetos, seus amores. Uma Colônia onde há hospitais, escolas, teatros, meios de transporte, bibliotecas, onde a tecnologia avançada convive em harmonia com a natureza, os homens, os animais. Um lugar onde é respeitado o livre arbítrio e a justiça reinante é a do amor.
Mas, no nosso Universo infinito também existem outros lugares mais e menos felizes. Para qual deles nós iremos após a morte do corpo, só depende de nós mesmos; do que e de como estamos fazendo aqui e agora."
Ana Rosa



Violetas na Janela em BH

05/04/2019 (sexta-feira), às 21h
06/04/2019 (sábado), às 21h
Local: Cine Theatro Brasil Vallourec (Av. Amazonas, 315 - Centro, Belo Horizonte – MG).
Classificação etária: livre
Ingressos:
Plateia I: R$ 80 (inteira) | R$ 40 (meia)
Plateia II: R$ 70 (inteira) | R$ 35 (meia)
Vendas: www.eventim.com.br ou na bilheteria do teatro

30 de out. de 2018

ÓPERA DIDO E ENEIAS EM BELO HORIZONTE


A ópera “Dido e Eneias” de H. Purcell, uma das grandes obras do barroco inglês, terá

apresentação única no Cine Theatro Brasil

Dido e Enéias, quadro de Pompeo Batoni, 1747



No dia 20 de Novembro, às 21 horas, o Cine Theatro Brasil recebe a montagem da ópera

“Dido e Enéias” de H. Purcell (1659 - 1695), que será realizada pela Virtuosi Produções e

contará com a presença de vários solistas mineiros e da Orquestra e do Coro Acadêmico da Escola de Música da Música da UEMG. Os ingressos serão vendidos a R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia) e podem ser adquiridos na bilheteria do Cine Theatro Brasil ou pelo site da Eventim.

Considerada uma das grandes obras do barroco inglês, a ópera foi composta por Henry Purcell em 1688 e se baseia no Livro IV da “Eneida” do poeta romano Virgílio, que narra a trágica história de amor entre Dido, a Rainha de Cartago, e Enéias, herói troiano. Escrita em 3 atos, a ópera tem duração média de 1 hora.



A história se desenrola após o naufrágio da frota de Eneias em Cartago. O herói se apaixona por Dido, mas as bruxas, por inveja, armam um plano para separar o casal: um elfo se disfarça de Mercúrio, o mensageiro dos deuses, e diz a Eneias que Júpiter ordena que o herói volte à Itália e funde uma nova Tróia, a cidade de Roma. Transtornado, Eneias comunica à Dido a ordem dos deuses, mas que pretende desobedecer os deuses e ficar. A Rainha o convence a ir mas devastada com a dor da partida, morre de tristeza.



“Dido e Eneias” é a segunda ópera a ser montada pela Virtuosi Produções, que em junho deste ano produziu “Bastien und Bastienne” de W. A. Mozart no Palácio das Artes. Segundo o seu diretor, o pianista Ederson Urias, “é um prazer enorme produzir óperas em Belo Horizonte, pois o público sempre prestigia as apresentações. A montagem contará com a participação da Orquestra e do Coro da Escola de Música da UEMG e terá grandes solistas mineiros no elenco, como a mezzo-soprano Aline Lobão no papel de Dido e o barítono Diego Almeida no papel de Eneias.



Elenco:

Dido : Aline Lobão (Mezzo-soprano)

Enéias: Diego Almeida (Barítono)

Belinda: Amanda Moreira (Soprano)

2a Dama: Mariana Piuzana (Soprano)

Feiticeiro: Célio Souza (Baixo-Barítono)

1o Bruxa: Bárbara Brasil (Mezzo-soprano)

2o Bruxa: Mariana Redd (Mezzo-soprano)

Espírito: Melina Peixoto (Soprano)

Marinheiro: Carlos D'Elia (Tenor)



Orquestra e Coro Acadêmico da UEMG

Regência: Weberson Almeida



Direção Executiva: Ederson Urias

Direção Artística: Sérgio Anders

Direção Cênica: Tom Oliveira



Serviço:

Data: 20/11/2018 (Terça-feira)

Horário: 21:00

Local: Cine Theatro Brasil Vallourec (Grande Theatro Unimed-BH)

Endereço: Av. Amazonas, 315 - Centro - Belo Horizonte

Preço: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)

Venda de ingressos:

25 de set. de 2017

ESTÊVÃO QUEIROGA EM BH - SHOW DE LANÇAMENTO DO CD "DIÁLOGO NÚMERO UM"

foto : Lucas Motta

o artista chega à BH,  para único show que apresenta seu disco (Sony Music),
em turnê que, inicialmente, contempla três capitais brasileiras

Será no dia 11 de outubro, quarta-feira, às 20h, no Grande Theatro  UnimedBH do Cine Theatro Brasil Vallourec (Av. Amazonas 315 – Centro – BH – MG), a única apresentação do show de lançamento do  CD “Díalogo Número Um” (Sony Music), de Estêvão Queiroga.

Na profundidade de sua voz, seu violão e sua poesia, Estêvão Queiroga apresenta músicas cheias de personalidade e carregadas de emoção. Seu álbum de estréia, Diálogo Número Um, apresentado em 2016, pela Sony Music, já no lançamento, alcançou o primeiro lugar de vendas no iTunes Brasil.

O show que integra a Tour Número Um, traz Estêvão Queiroga, (voz e violão) acompanhado pelo renomado músico Robinho Tavares (baixo) e Maick Souza (percussão).
Participação especial de Marcos Almeida, membro fundador da Palavrantiga, banda que já vendeu mais de 60 mil cópias em seus discos, lançou um novo projeto solo denominado “Eu Sarau”, cativando o público com sua linguagem contemporânea e intimista e de Edu Sereno, compositor, músico e poeta, nascido na zona leste de São Paulo, o artista da nova cena da MPB, tem se apresentando Brasil afora e colhido sucesso do seu segundo disco.

Os ingressos já estão à venda pelo link: 

Informações sobre os outros espetáculos da turnê, a saber, São Paulo, 09 de novembro e Manaus 09 de dezembro: http://tocaproducoes.com/ingressos/estevao-queiroga

ESTÊVÃO QUEIROGA
cantorcompositorprodutor musicalmulti-instrumentista, arranjadorjornalista e publicitário brasileiro nasceu na Paraíba e foi  criado no Amazonas, tendo passado pelo Rio de Janeiro e,  hoje está radicado em São Paulo.
Estêvão é autodidata e soma influências musicais tão diversas quanto os lugares onde já viveu. Sua MPB de alma nordestina se funde com naturalidade a gêneros como folk, pop e jazz, numa mistura autenticamente brasileira e contemporânea.
Reforçando o caráter pessoal de sua arte, o primeiro clipe lançado pelo artista, A Partida e o Norte, foi gravado no meio da floresta amazônica, sobre as águas do rio que passa em frente ao sítio de sua família. E são justamente seus pais, irmãos, esposa e filhos, que protagonizam o vídeo ao seu lado.
Abrindo caminho para o álbum, o single ficou entre as faixas mais virais do Spotify e o clipe também chegou ao topo do iTunes Brasil. Já o segundo vídeo clipe, que conta com participação de sua esposa, é um clipe romântico e bem-humorado que se passa no universo dos games. Especialmente para esse clipe, foi desenvolvido um minigame pra celular, disponível gratuitamente em iOS e Android, onde é possível jogar com o cantor numa aventura lúdica inspirada no clipe.
A repercussão de seu primeiro trabalho proporcionou um convite para que Estêvão participasse da coletânea "Se Assoprar Posso Acender de Novo - As Inéditas de Adoniran Barbosa" ao lado de grandes nomes da MPB, como Fernanda Takai, Criolo, Simoninha, Kiko Zambianchi, Maurício Pereira e Ney Matogrosso. No projeto, que traz obras até então desconhecidas do gênio imortal do samba paulistano, Estêvão interpreta a faixa "O Mundo Vai Mal", acompanhado pelo violeiro Yassir Chediak.
Estêvão faz parte do selo Terceira Margem do Rio, do cantor cristão Leonardo Gonçalves, mas prefere não rotular sua música e conversa confortavelmente com as mais variadas audiências, já tendo feito participações em shows de artistas de diversos segmentos, do Loop Session Friends (projeto de Mauro Henrique, vocalista da banda Oficina G3) à Luiza Possi.
Além de músico, ao longo da última década ele construiu uma bem-sucedida carreira como publicitário, tendo ganhado prêmios nacionais e internacionais de criatividade. Inquieto, ele tem viajado pelo Brasil para divulgar seu trabalho musical e ainda encontra tempo para dar palestras sobre criatividade e se envolver criativamente em projetos que vão de games e tecnologia a filmes e conteúdo para a TV.
Sem nunca parar de compor, Queiroga faz planos para seu próximo disco. Que não venha só daqui a seis anos.

O DISCO:
Assinado por Samuel Silva, que dividiu os arranjos com o próprio Estêvão, o disco levou aproximadamente seis anos para ser produzido. As peculiaridades da produção vão de detalhes singelos, como participação especial de sua avó, à sonoridade arrebatadora das cordas, gravadas na República Tcheca. A masterização ficou por conta do renomado Metropolis Studios, em Londres.
Seu repertório e arranjos fogem dos clichês poéticos e musicais para traduzir suas experiências em canções que falam sobre amor, sofrimento, esperança e fé, narrando sua própria trajetória e percepção de mundo. Num nítido caso onde a obra é indissociável do artista, Estêvão consegue ser autobiográfico e ao mesmo tempo universal. Ao longo das 12 faixas do disco, ele conta uma história e constrói um diálogo, levando o ouvinte a se encontrar nas canções, ora densas e contundentes, ora guiadas por leveza e despretensão.
 Show de lançamento do  CD “Díalogo Número Um”
de Estêvão Queiroga
11 de outubro, quarta-feira,  às 20h
Grnade Theatro do Cine Brasil Vallourec
Av. Amazonas 315 – Centro – BH – MG
Ingressos:

Plateia I (A até I)
R$ 100,00 inteira
R$ 50,00 meia

Plateia I (J até P)
R$ 80,00 inteira
R$ 40,00 meia

Plateia II (AA até EE)
R$ 80,00 inteira
R$ 40,00 meia

Plateia II (FF até HH)
R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

Plteia II (II até LL)
R$ 20,00 inteira
R$ 10,00 meia
MEIA SOCIAL:  meia entrada promocional a todos sob a doação de 1k de alimento não-perecível no dia do evento.

10 de abr. de 2017

CAFUZO - SÉRGIO MOREIRA SE APRESENTA EM BH!

foto: Mônica da Pieve

“Misturaram pretos e índios, dalí nasceu minha avó, eu vivia meio confuso sem saber o porque do arrepio ao bater do tambor,mas agora eu sou cafuzo, a morena tingiu minha cor, eu não vivo mais tão confuso, compreendo o porque do arrepio ao bater do agogô”
Este é um trecho da canção “Cafuzo” de Sergio Moreira, composta em 1982.

O índio habita a criação de Sérgio Moreira desde o início da sua carreira, é um discurso permanente em suas apresentações. “Ser índio não é questão de sangue, é estado de espírito” - é nesse pensamento que Sérgio Moreira subirá ao palco no próximo dia 19 de abril, Dia do Índio, apresentando canções que nos levam a meditar sobre a nossa existência, neste momento caótico em que vivemos.

show “Cafuzo”, de Sérgio Moreira, acontecerá no dia 19 de abril, quarta-feira, às 20h30, no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil Vallourec (Av. Amazonas, 315 – Centro – BH).  No palco, Sérgio Moreira (voz e violão), Serginho Silva (percussão), Rogério Delayon (violões, viola de 10, ukelele) e Juninho Fiuza (baixo). Participação especial: Déa Trancoso. Ingressos já à venda: www.compreingressos.com

Nascido em Teófilo Otoni, moldado em Nanuque e amadurecido em Belo Horizonte, Sérgio Moreira começou sua carreira aos 15 anos na Rádio Difusora de Nanuque.  Ali, a música se fez presente através de artistas também em início de carreira como Xangai, Zé Edison, Kamil, e o jovem Sérgio absorvendo todas aquelas informações.
Em 1972 mudou se para Belo Horizonte e foi estudar no Colégio Estadual Central, referência  cultural da época, onde conheceu Flávio Venturini, Sirlan, Fernando Brant, Lô Borges, Beto Guedes, Melão, Leri Faria, Celso Moreira e muitos outros músicos da “geração 70”. Logo fundou sua primeira banda “A nuvem de Gafanhotos” e depois foi convidado a participar do “Grupo Ingazeira”, até iniciar sua carreira  solo em 1980. A partir daí Sérgio Moreira começa a gravar seus primeiros discos, dirige espetáculos, apresenta-se em festivais e feiras de cultura, participa ativamente da vida cultural da cidade.

Sérgio Moreira por Sérgio Moreira
“Faço música pautado na capacidade de mudar, de incluir, de abraçar. Os temas surgem do cotidiano, das minhas vivências comigo mesmo e com o próximo. Faço da música um escape e a música faz de mim seu veículo. Preciso conversar com o íntimo e o externo, fazer essa ponte de duas vias. Todas  as letras têm um traço próprio. A poesia ensina e meu estilo conta estórias como num roteiro de curta metragem ou videoclip. Sou visionário com os pés no chão, me encanto com as estrelas, mas sou difícil de seduzir. A música tem sua própria força, quem faz a música é ela própria, o músico é só o pedreiro”.

O primeiro LP - “Sérgio Moreira” - gravado em 1985, já dava notícia de um ecletismo sem preconceitos, provavelmente herança de seu trabalho em rádio FM do interior, onde Odair José, Jerry Adriani, Tom Jobim, João Gilberto e Chopin conviviam em santa harmonia , cada um em seu contexto e importância.
O segundo CD - “Transparente” - é fruto da tentativa de organizar esse ecletismo. Todas as canções falam de coisas bem de dentro, de como o artista se posiciona  diante  do lúdico, do pensamento subjetivo. Em uma das faixas, a letra diz “Quando a luz do raio / apaga a luz da rua / e vem aquela estranha sensação / cidade nua / os faróis iluminam teu rosto / e teu corpo ganha um novo tom”.
O terceiro CD - “Negro” - aporta em sua vida a partir de histórias contadas pela mãe. “Negra é a pele que me veste / é o calor que me reverte a um lugar onde vivi / eu sou filho do teu leite / e espero que me aceite / na cor em que me acolhi”. Todas as canções têm raiz afro, incluindo “Brejo da Cruz” de Chico Buarque,  “Cravo e Canela” de Milton e Ronaldo Bastos, “Lero Lero” de Edu Lobo e Cacaso.
Sérgio tem a sensação de seguir seu percurso tentando explicar o inexplicável - “afinal a arte nunca se explica, é por isso que se chama Arte”
 SÉRGIO MOREIRA
Show “Cafuzo”
19 de abril, quarta-feira, às 20h30
Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil Vallourec
Av. Amazonas, 315 – Centro – BH
Ingressos já à venda: www.compreingressos.com