18 de jul. de 2014

VIVA OS MESTRES!


de 07 a 09 de agosto evento celebra Villa-Lobos, Chopin e Strauss interpretados por grandes nomes da música nacional e internacional


Belo Horizonte sedia, entre os dias 7 e 9 de agosto, quinta a sábado, sempre às 20h30, no Teatro Bradesco (Rua da Bahia, 2244 - Belo Horizonte  MG) “Viva os Mestres” -  importante festival que vai celebrar os 55 anos de morte de Villa-Lobos, 165 anos de morte de Frédéric Chopin e 150 anos de nascimento de Richard Strauss.

O evento, idealizado e produzido pela Karmim , com os beneficios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o  patrocínio do Instituto Unimed BH.
Os ingressos já se encontram à venda e têm valor promocional de compra conjunta para os três dias, que reúnem, no palco, um time de músicos nacionais e internacionais de precioso valor musical: www.ingressorapido.com.br
As obras musicais dos grandes mestres são pilares da história cultural, humana e musical da humanidade. Os compositores contemporâneos tornam-se também grandes mestres porque se inspiram no passado; como Villa-Lobos se inspirou na obra de Bach, Tom Jobim na obra de Villa-Lobos, formando uma rede de recriação musical. Gênios como Bach, Ary Barroso, Tom Jobim, Chiquinha Gonzaga, Garoto, Chopin, Guerra Peixe, Villa-Lobos, entre outros, estão para a humanidade assim como os 10 mandamentos da lei de Deus. São estruturas para a formação do ser humano, por isto, a obra desses compositores deve ser ouvida e re-ouvida pelas gerações atuais, sempre que possível. ‘Viva os mestres’ chega para valorizar esta premissa de levar a boa música ao público, tão merecedor de bons sons”, destaca Carminha Guerra, da Karmim.

INTÉRPRETES
Na abertura, quinta-feira, dia 07, acontece o Recital de Violão Turíbio Santos e os convidados: Fernando Araújo, Celso Faria e Gilvan de Oliveira (violões) e Mauro Rodrigues (flauta), celebrando 55 anos de morte de VILLA-LOBOS.
Na sexta-feira, dia 08, “Viva os mestres” apresenta  Recital de Piano com Giulio Draghi e Luiz Gustavo Carvalho, pelos 165 anos de morte de Frédéric Chopin.
Finalizando a série, o programa do sábado, dia 09, celebra 150 anos de nascimento de Richard Strauss, em Recital de Cordas e Canto, com os intérpretes:  Baptiste Rodrigues (violino), Eliseu Barros (viola), Svetlana Tovstukha (cello), Luiz Gustavo Carvalho (piano) e Eliane Coelho (soprano).

MUITOS BRILHOS
Cada dia revela valores de singular importância no contexto da série:

O primeiro dia de "Viva os Mestres" traz Turíbio Santos, que tão brilhantemente resgatou a obra de Villa-Lobos. Vale lembrar que foi o primeiro a gravar o mestre, interpreta os cinco prelúdios. O programa leva ao público, encontro de gerações e personalidades do instrumento, unindo Turíbio aos violões de Fernando Araújo e Celso Faria em seleção cuidadosa. De Villa-Lobos, “O Trenzinho do Caipira” não poderia faltar, mas, se não bastasse chegar com interpretação peculiar de Gilvan de Oliveira, vem seguido de uma composição do próprio Gilvan,  Ciranda do Trem.A flauta de Mauro Rodrigues, se une ao violão, para juntos, executarem Ária das Bachianas Brasileiras nº 5.

Giulio Draghi e Luiz Gustavo de Carvalho, dois exímios pianistas brasileiros, se unem com primazia no programa da segunda  noite. Sabe-se que, no início do século dezenove, a maioria dos pianos possuía somente seis oitavas e estavam longe dos amplos e modernos recursos sonoros e mecânicos dos atuais pianos de concerto. Por isso, é hoje uma tarefa rara e hercúlea executar,em um único recital, o ciclo dos 24 estudos de Chopin, por Giulio Draghi.  A noite prossegue com aspectos louváveis da  interpretação de Luiz Gusravo Carvalho . A “Polonaise-Fantaisie” op. 61, de 1846, apresenta tanto avanço sobre as outras polonaises que o autor teve dúvidas de como nomeá-la.  Chopin praticamente recriou o gênero cultivado por ele desde os sete anos ao entremear o ritmo caloroso da dança de seu país com momentos de profunda reflexão.
No último dia do evento, o virtuoso quarteto para piano, violino, viola e violoncelo, traz a oportunidade especial de ouvir a premiada violoncelista russa, Svetlana Tovstukha. A noite reserva, ainda, um mimo especial para o público: radicada na Alemanha, a cantora brasileira Eliane Coelho, cantora da Ópera de Viena, volta ao Brasil a convite da Orquestra de São Paulo e, então, atende ao chamado da Karmim para integrar o programa de “Viva os Mestres”, interpretando as celestiais canções de Richard Strauss.
PROGRAMA
07 de agosto, quinta-feira, 20h30
RECITAL DE VIOLÃO TURÍBIO SANTOS E OS CONVIDADOS:
Fernando Araújo, Celso Faria, Gilvan de Oliveira (violões)
Mauro Rodrigues (flauta)
celebrando 55 anos de morte de VILLA-LOBOS
Heitor Villa-Lobos
(1887-1959)
Cinco Prelúdios para Violão
I. Andantino expressivo, em mi menor
II. Andantino, em mi maior
III. Andante, em lá menor
IV. Lento, em mi menor
V. Poco animato, em ré maior
Dos “12 Estudos para violão”
Estudo nº8 - Modéré, em dó sustenido menor
Estudo nº1 - Allegro non tropo, em mi menor
Estudo nº7 - Très animé, em mi maior
Choros nº1 - Quasi andante, em mi menor

Turíbio Santos, violão
Cirandas (arr. Cuervas-Pujol)
Teresinha de Jesus
A Canoa virou
Francisco Mignone (1897-1986)
Lundu para dois violões
Radamés Gnattalli (1906-1988)
Da “Suíte Retratos”
Ernesto Nazareth (valsa)
Chiquinha Gonzaga (corta-jaca)

Fernando Araújo e Celso Faria, violões

Heitor Villa-Lobos
O Trenzinho do Caipira
Gilvan de Oliveira/Lido Loschi
Ciranda do Trem
Heitor Villa-Lobos
Ária das Bachianas Brasileiras nº5

Mauro Rodrigues, flauta transversal
Gilvan de Oliveira, violão


08 de agosto, sexta-feira, 20h30
RECITAL DE PIANO GIULIO DRAGHI E LUIZ GUSTAVO CARVALHO
celebrando 165 anos de morte de Frédéric Chopin
Frédéric Chopin
(1810-1849)
24 Estudos
Opus 10
1. Estudo em dó maior
2. Estudo em lá menor
3. Estudo em mi maior
4. Estudo em dó sustenido menor
5. Estudo em sol bemol maior
6. Estudo em mi bemol menor
7. Estudo em dó maior
8. Estudo em fá maior
9. Estudo em fá menor
10. Estudo lá bemol maior
11. Estudo em mi bemol maior
12. Estudo em dó menor

Opus 25
1. Estudo em lá bemol maior
2. Estudo em fá menor
3. Estudo em fá maior
4. Estudo em lá menor
5. Estudo em mi menor
6. Estudo em sol sustenido menor
7. Estudo em dó sustenido menor
8. Estudo em ré bemol maior
9. Estudo em sol bemol maior
10. Estudo em si menor
11. Estudo em lá menor
12. Estudo em dó menor

Giulio Draghi, piano

Polonaise op.26 nº1
Valsa op. 64 nº3
Prélude op. 45
Polonaise-Fantaisie op. 61
Berceuse op. 57
Mazurkas op. 59
Polonaise op. 53 (Heróica)

Luiz Gustavo Carvalho, piano

09 de agosto, sábado, 20h30
RECITAL DE CORDAS E RECITAL DE CANTO
Baptiste Rodrigues (violino), Eliseu Barros (viola), Svetlana Tovstukha (cello), Luiz Gustavo Carvalho (piano), Eliane Coelho (soprano)
celebrando 150 anos de nascimento de Richard Strauss
Richard Strauss: Romance para violoncelo e piano
Richard Strauss: Sonata op. 6 para violoncelo e piano
Richard Strauss: Quarteto para piano, violino, viola e violoncelo op. 13
>Intervalo
Richard Strauss: Canções
An die Nacht  op.68 nr 1
Ich wollt ein Sträusslein binden  op.68 nr 2
Befreit op 39 nr 4
Die Nacht  op 10 nr 3
Die Zeitlose op 10 nr 7
Allerseelen  op 10 nr 8
Cäcilie  op 27 nr 2

Eliane Coelho,soprano
Luiz Gustavo Carvalho,piano
VIVA OS MESTRES
grandes intérpretes da música brasileira e internacional,
em recitais de violão, piano, cordas e canto

55 anos de morte de Villa-Lobos
165 anos de morte de Frédéric Chopin
150 anos de nascimento de Richard Strauss

7 a 9 de agosto, quinta a sábado, sempre às 20h30
Teatro Bradesco
Rua da Bahia, 2244 - Belo Horizonte  MG
Ingressos já à venda através do site www.ingressorapido.com.br

R$40,00 – quarenta reais – inteira
R$20,00 – vinte reais – meia entrada
ATENÇÃO:
Preço promocional na compra conjunta de ingressos
para recitais dos dias 07, 08 e 09 de agosto:
R$100,00 – cem reais – inteira
R$50,00 – cinqüenta reais – meia entrada

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA E INFORMAÇÕES ADICIONAIS:


DRAMATURGO E ATOR MAURO GHOÑA LANÇA O LIVRO "A SAGA BAÇÔNICA


No domingo, dia 20 de julho, às 16h, dentro da programação oficial do Festival de Inverno de São Gonçalo do Bação - distrito de Itabirito/MG,   acontece o lançamento do livro "A saga baçônica", do ator e dramaturgo Mauro Ghoña, fundador e diretor do Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação.   O evento tem entrada franca e acontecerá na Casa de Apoio (esquina da Rua das Pimentas - Praça da Matriz - São Gonçalo do Bação).  No dia do evento, o livro será comercializado a R$20,00 (vinte reais).

Mauro Ghoña, é o  nome artístico de Mauro Antônio de Souza, que  nasceu em
São Gonçalo do Bação, distrito de Itabirito-MG, em 1952. Formado em Odontologia, em 1980, pela UFMG exerceu a profissão até 2012. Ingressou no teatro em 1983, através do Curso de Artes Cênicas – Belo Horizonte – MG. Vive atualmente em São Gonçalo do
Bação onde criou e dirige o Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação desde 1997, atuando também como ator, diretor, pesquisador e dramaturgo. Escreveu e dirigiu os espetáculos A
Saga Baçônica, Derrama lá entorna cá!, Dolores é a veia, Auto de Natal, Dominus Tecum, Teatro de Variedades, entre outras montagens e adaptações de peças de outros


autores.

A Saga Baçônica  
(por Mariza Barros) 

A Saga Baçônica?
O que é A Saga Baçônica?
Para muitos, uma peça de teatro. Para outros, a história de um povoado representada por seu próprio povo. Para o Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação, é mais que a materialização de um sonho, é o instrumento que lhe garante identidade e afirmação como grupo. O Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação foi criado em 1997, pelo cirurgião dentista Mauro Antônio de Souza, conhecido como Mauro Ghoña. O marco da iniciação do grupo foi a encenação da Paixão de Cristo, apresentada nessa data. A partir de então, o grupo passou a desenvolver um trabalho de pesquisa sobre a História do Bação, distrito do município de Itabirito-MG, localizado a aproximadamente 70km da capital mineira. Essa pesquisa passou a embasar e dar conteúdo às peças encenadas pelo
grupo. Nesse contexto encenaram:
- A Saga Baçônica (1998)
- Dolores é a veia (2000)
- Derrama lá, entorna cá! (2003)
Atualmente o Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação conta com uma equipe de 40 participantes, elenco e técnicos, com idade entre 8 e 96 anos, todos moradores da comunidade. 
Desde 1999, o grupo realiza anualmente o Festival de Inverno de São
Gonçalo do Bação, ocasião em que todos vivenciam novas experiências e interagem.

SINOPSE:

A Saga Baçônica é relato de memória histórica, fruto de pesquisa realizada com moradores de São Gonçalo do Bação através de relato oral, registro oficial do Arquivo Público Mineiro e do Arquivo Público de Ouro Preto, Livro Tombos da Matriz de São Gonçalo e Biblioteca Municipal de Itabirito. A história se passa na região dos afluentes do Rio Itabirito, alto Rio das Velhas, no século XVIII. O português de nome Antônio Alves Bação ergueu, em 1740, uma capela em honra do santo português – São Gonçalo – e a partir daí o arraial foi se desenvolvendo.

XVI FESTIVAL DE INVERNO DE SÃO GONÇALO DO BAÇÃO

Um super festival idealizado pelo Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação, acontece no Inverno mineiro, em São Gonçalo do Bação, distrito de Itabirito/MG. O evento  potencializa e integra a diversidade das expressões culturais, individuais e coletivas, através do intercâmbio de experiências e conhecimento dos participantes. Teatro, artesanato, cinema, música, ecologia e dança. Participe! Evento gratuito.
Confira toda a programação em: http://festivalinvernobacao.blogspot.com.br
No facebook, curta, siga e compartilhe: www.facebook.com/festival.sao.goncalo.do.bacao



2 de jun. de 2014

PEDRO IVO DE MOURA OLIVEIRA LANÇA O LIVRO “Lynn e a Irmandade do Esmeralda”PEDRO IVO DE MOURA OLIVEIRA LANÇA O LIVRO “Lynn e a Irmandade do Esmeralda”



Com entrada franca, será no dia 05 de junho, quinta-feira, das 19h às 22h, na LEITURA Pátio Savassi   (Av. do Contorno, 6061. Lj 235/236. São Pedro - Belo Horizonte/MG), a noite de autógrafos e lançamento do livro “Lynn e a Irmandade do Esmeralda”, de Pedro Ivo de Moura OliveiraEd. D’Plácido.
“Lynn e a Irmandade do Esmeralda” representa a primeira fase da vida do espadachim que nos anos futuros virá a se tornar um herói, à qual se seguirão os livros dois, três e quatro – o último da série.
O livro narra o início da jornada de Lynn, um jovem espadachim que terá que lutar com todas as forças para manter um minúsculo fio de esperança em meio às trevas que se erguem ao seu redor. A história de uma batalha dolorosamente impossível de ser vencida, mas que ainda assim tem que ser travada. Por amizade, por coragem, por amor.

Pedro Ivo de Moura Oliveira nasceu em Belo Horizonte, em 1987, e graduou-se em Direito pela UFMG. Desde sempre foi atraído por literatura e histórias, tendo começado a produzir suas primeiras narrativas já aos oito anos, distribuídas entre os familiares e os colegas de escola.  Admirador do gênero de ficção, viu-se logo influenciado por jogos de aventura e fantasia. O texto que ora se dá ao conhecimento público começou a ser escrito há mais tempo, quando o autor contava apenas dezesseis anos.
NOITE DE AUTÓGRAFOS E LANÇAMENTO DO LIVRO
“Lynn e a Irmandade do Esmeralda”
de Pedro Ivo de Moura Oliveira
Editora D’Plácido
05 de junho, quinta-feira, das 19h às 22h
LEITURA Pátio Savassi
Av. do Contorno, 6061. Lj 235/236. São Pedro – Belo Horizonte/MG
ENTRADA FRANCA:
preço do livro: R$49,90 – quarenta e nove reais e noventa centavos

2 de mai. de 2014

DORA VERGUEIRO TRAZ SEU BALANÇO ÀS TERRAS MINEIRAS



Única brasileira mulher a concorrer no Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Samba, a cantora Dora Vergueiro chega a Minas Gerais para show no dia 02 de maio, sexta-feira, 22h, no Seu  Bar (Rua N, 77 – Nova Lima –MG -  estrada, imediatamente ao lado do condomínio Vila Castela - 5 minutos do BH Shopping). A cantora paulista, filha do compositor Carlinhos Vergueiro,  tece seu caminho de talento notável,  swing atual e sonoridade lúcida.

Dora Vergueiro se apresenta com Rico Farias (violão), Matheus Alcântara (baixo), e Thiago Silva (bateria) e traz no repertório, o álbum Dora Vergueiro (2013), incluindo Vagabundo Confesso e chuva de sucessos do disco Pé na Estrada; músicas do novo álbum indicado ao Grammy: Vento Leste (parceria com Toquinho) Paixão na Rede (parceria com Carlinhos Vergueiro), entre outras e ainda, releituras de Steve Wonder, Roberto Carlos, Bob Marley e Gilberto Gil.

Os ingressos (R$40,00 quarenta reais = feminino/ R$60,00 – sessenta reais = masculino) já têm vendas online - http://www.sympla.com.br/seubar
Informações adicionais - (31) 3889 2003

Dora Vergueiro é uma paulista de nascimento que encontrou no calor do Rio de Janeiro a cumplicidade perfeita para o jeito inquieto, a vontade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo agora.
Cresceu na barra do samba do pai, o compositor Carlinhos Vergueiro, com quem aprendeu muito cedo que a música se faz e acontece nas ruas das cidades, no entra e sai das casas dos amigos durante a madrugada. Suas primeiras grandes influências vieram do samba, principalmente da convivência com verdadeiros personagens da música brasileira que achavam graça naquela menina curiosa e tímida, fascinada pelo som e muito afinada.
Aos 15 anos subiu no palco com um time de responsa, que definiu de vez os caminhos da cantora: Robertinho Silva, Raul de Souza, Ron Carter e o pianista e tio Guilherme Vergueiro embalaram a projeção dela na mídia paulistana. Dali para o primeiro disco não demorou muito. Em 1996 Dora gravava Leve, título da parceria dos amigos de pelada Carlinhos Vergueiro e Chico Buarque.
Da experiência como apresentadora do canal Sportv veio o segundo disco, Pé na Estrada, com um repertório mais voltado para o público do programa Zona de Impacto, que queria ouvir as músicas que Dora cantava nos luaus improvisados pelo Brasil. Ali ela experimentou o reggae, a surfe music, o forró e as composições próprias.
No 3º CD, "Samba Valente", Dora volta às raízes fazendo samba, e agora chega ao seu quarto disco, que traz regravações de clássicos como "Meu drama", de Silas de Oliveira.
Ela foi a única brasileira mulher a concorrer no Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Samba. Este recente trabalho aposta na sonoridade moderna de Dora, em parcerias múltiplas e nas homenagens a dois ícones da musica popular brasileira: Clara Nunes e Cartola.

VISITE:

20 anos sem Sérgio Sampaio - Sérgio Moreira e Kiko Ferreira fazem a homenagem

HORA DE “BOTAR O BLOCO NA RUA":

20 ANOS SEM SÉRGIO SAMPAIO!
Cachoeiro de Itapemirim, 13 de abril de 1947 + Rio de Janeiro, 15 de maio de 1994
Na lembrança de Sérgio Moreira,
que não se furtaria a celebrar a data - em justa reverência e afinidade,
“Terças Poéticas” traz o cantor e compositor mineiro,
junto ao jornalista Kiko Ferreira em um momento inusitado de
canções, poemas e revelações inéditas do encontro com Sérgio Sampaio,
ocorrido em BH, no início da década de 80 





















Terça-feira, 6 de maio, às 19h, na Casa Una Centro de Cultura (Rua Aimorés, 1451 – Centro – BH – MG) acontece uma edição imperdível do projeto “Terças Poéticas – encontro internacional de leitura, vivência e memória da poesia”, sob a curadoria de Wilmar Silva de Andrade. No palco, o cantor e compositor Sérgio Moreira e o poeta e jornalista Kiko Ferreira lembram e nos convidam a um passeio pela vida de Sérgio Sampaio, evocando a história e os 20 anos da partida do artista para o bloco do infinito.
O evento promete ser um reencontro emocionado entre dois compositores com percursos distintos na cena musical brasileira e de um jornalista e poeta conectados por uma profunda identidade de propósito e inspiração.
“Terças poéticas” tem entrada franca, mediante distribuição de senha,  que será feita uma hora antes do evento. Informações adicionais: 31 3235-7314 ou contato@casauna.com.br
Um é o mineiro Sérgio Moreira, cantor e compositor nascido em Teófilo Otoni, vivido em Nanuque e vivente em Belo Horizonte desde 1972, participando ativamente da vida cultural da cidade até então, o segundo é Kiko Ferreira, Jornalista , poeta, promotor cultural, oriundo de Ipatinga e radicado em BH desde os anos 70 e o terceiro é o capixaba Sérgio Sampaio, nascido em Cachoeiro do Itapemirim e consumido no Rio de Janeiro, depois de despontar como um dos mais criativos compositores da safra dos anos 1970/80.
Os três se conheceram em 1981, em Belo Horizonte/MG, trocaram impressões sobre o fazer poético num momento em que a produção musical brasileira se dividia entre duas vertentes dominantes: a MPB e o Rock nacional. Não seguiram nem uma nem outra dessas trilhas. Optaram por um caminho diferente, uma derivação poético-musical marcada por certo radicalismo romântico, com tonalidades regionais e temas universais, no rastro do movimento hippie, Tropicália e da revolução dos costumes.
Sérgio Sampaio, artista de trajetória dita marginal, mas de compreensão meio que, antecipada dos tempos, ainda que com rico legado contemporâneo, acabou por ficar consagrado  em hits que tocaram em todas as rádios brasileiras e até hoje permanecem na lembrança de todos nós, como “Eu quero é botar meu bloco na rua” e “Cala a boca, Zebedeu”. Além dessas canções de grande sucesso popular, que lhe valeram grana e consideração por curto período, ele queria mostrar mais de seu tesouro poético, mas não conseguiu. Até hoje elas habitam um limbo visitado apenas por uma seleta tribo de admiradores fiéis.
Além de canções do Sampaio os convidados também apresentarão musicas e textos autorais, em noite que traz repertório de rara expressão, cantado por Sérgio Moreira e contado por Kiko Ferreira, com a devida licença de cúmplices e amigos deste poderoso compositor popular brasileiro, Sérgio Sampaio.

Biografia completa de Sérgio Sampaio, por Cravo Albin: http://www.dicionariompb.com.br/sergio-sampaio

25 de fev. de 2014

“Bacharéis no Congado fazem o Carnaval do Reinado”

Foliões do  bairro São Pedro, Morro do Papagaio, Vila Estrela e Vila Santa Rita
dão o ritmo da justa inclusão social ao
Grêmio Recreativo Bloco Caricato Bacharéis do Samba



Na noite da segunda-feira,  03 de março, mais precisamente às 22h40, os Bacharéis do Samba desfilam na Avenida Afonso Pena. Eles fazem homenagem ao Congado contando a história do Chico Rei, levando alegria e arte à capital mineira 

O Grêmio Recreativo Bachareis do Samba, bloco caricato, várias vezes campeão no Carnaval de BH é formado por moradores do bairro São Pedro e adjacências e tem como principal objetivo, a inclusão através de trabalho social com os mais necessitados do Morro do Papagaio, Vila Estrela e Vila Santa Rita, dando-lhes mais oportunidades de lazer e cultura.

Grêmio Recreativo Bloco Caricato Bacharéis do Samba
 Foi fundado em 01 de dezembro de 1965. Além de participar em desfiles de carnaval, promove atividades extras (Oficinas de arte – Encontros – Apresentações). Composto por moradores do bairro São Pedro e adjacências, tem como principal objetivo, ajudar os mais necessitados do morro do Papagaio, Vila Estrela e Vila Santa Rita, dando-lhes oportunidades de lazer e cultura.  O Grêmio possui 250 pessoas inscritas, sendo 80%  jovens de 12 a 25 anos). Participou dos carnavais oficiais de Belo Horizonte nos anos de 1966 até 1987 (Ano de paralisação do carnaval de Belo Horizonte).  Com a retomada do carnaval em 2001, o atual presidente, o carnavalesco  Fernando Junqueira Ribeiro, também presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Bairro São Pedro  reativou o bloco, que vem se apresentando de 2002 até os dias de hoje.  De 2002 até 2013 sempre conquistaram troféus  de 1º, 2º ou 3º lugar e foram campeões em 2007 e 2008.

Fernando Junqueira Ribeiro (Carnavalesco)
É o Presidente e Diretor tesoureiro do Grêmio Recreativo Bachareis do Samba. Entrou para os Bacharéis em 1982, como ritmista. Em 1983, foi  convidado a  ser o Diretor Artístico do Grupo, onde atuou até 1987. Fim da participação dos Bacharéis nos desfiles. 

ENREDO 2014
No samba cantado, homenageiam o  Congado de Chico Rei.

Este ano de 2014 será especial devido o retorno do Carnaval para Avenida Afonso Pena que foi Palco dos Carnavais de ouro da década de 80. Nesta época, não existia carnaval em São Paulo e nem na Bahia. Era o Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Assim sendo é um motivo maior de mostrar na avenida, um desfile digno de uma terceira capital para que nossos dirigentes apoiem ainda mais esta manifestação cultural.”
(Fernando Junqueira Ribeiro)

Num tema de muito respeito, os Bacharéis vão exaltar o Congado que é uma manifestação cultural e religiosa de influência Africana celebrada em várias regiões de Minas Gerais, porem pouco divulgada pela nossa sociedade. Contarão a lenda do escravo Chico Rei que veio para Minas Gerais, onde, trabalhando nas minas de Ouro comprou sua liberdade. Mais tarde, comemorando a sua liberdade  e a do seus súditos, dançavam nas Igrejas cantando belas ladainhas, utilizando instrumentos musicais como; Caixa batuqueira, pandeiro, patangome, gunga, etc. Com o crescimento desta organização foram criadas irmandades e Chico Rei construiu a Igreja de Santa Efigênia do Alto de Santa Cruz em Ouro Preto.

O samba enredo:   “Bacharéis no Congado fazem o carnaval do Reinado”.
Autores: Mario da Viola, Marcelo Boy, Oscar Souza, Jorginho do Cavaco.
I
ntérpretes: Ivo do Pandeiro, Geraldo Magnata  

Letra:
Amando a natureza contemplando o céu e o mar
Assim viviam negros africanos, em uma aldeia distante
cheios de mistérios e riquezas. Mas com a invasão portuguesa
a paz naquele reino se acabou. Foi tamanha a crueldade
que sucumbiu a liberdade e um lamento triste ecoou

O nego penou, chorou o tempo inteiro
desde sua terra natal até o cativeiro (BIS)

O soberano Chico Rei, escravizado juntamente com seu povo,
jurou a liberdade outra vez e prometeu reconstruir um mundo
novo. Garimpando em Vila Rica, escondendo o pó de ouro em
seus cabelos, foi que o valoroso Rei abriu as portas para
um reino tão sonhado. Comprou terras e alforrias com sua fé
e seu espírito de luz, onde era feita a lavagem dos cabelos.
Uma igreja ele fez, com o nome de Santa Efigênia do alto da Cruz.

Chico Rei... foi coroado... quando nas Gerais
reconquistou o seu reinado. (BIS)

Ôiê ingoma ôiêô... Ôiê ingoma ôiêa...
Ôiê ingoma ôiêô... Ôiê ingoma ôiêa...

Salve Nossa Senhora, salve Santo Rosário.
Salve Nossa Senhora, que intercedeu pelo escravo. Ôiê ingoma
Viva Cosme e Damião. Trouxe a cura e o perdão.
Viva Cosme e Damião. Viva os santos irmãos. Ôiê ingoma
Bendito Santo Preto. Benedito Franciscano.
Benedito que enche a mesa e ampara quem lhe ama. Ôiê ingoma


Desfile:  140 integrantes (Passistas, Ritmistas, Abre Alas, Velha Guarda e crianças).
O Grupo, que será o  7º Bloco a desfilar  - (entrada prevista:22h40), contam com a subvenção da Prefeitura e doações espontâneas.

Os Bacharéis do Samba contam com o apoio operacional e institucional de Noemi Gelape –  García Lorca Produções, que  também participará da Ala "Cosme e Damião", junto com os Congadeiros. 

19 de fev. de 2014

ATRÁS DO JACARÉ

no pré-Carnaval 2014, Juscelino, Sarah e Márcia Kubitschek
convidam Carmem Miranda, capivaras e garças junto à  
alegria do público em matinê do bloco inclusivo
que desfila na orla da Pampulha

Em seu terceiro ano de vida, o bloco carnavalesco belo-horizontino “Atrás do Jacaré” conquistou o carisma público pelo diferencial de seus desfiles. Marchinhas tradicionais executadas por foliões que durante a semana prévia participam de oficinas de ritmo e voz, através da Celinha Braga Oficina de Música, ganham a orla do cartão postal mais bonito da cidade - a lagoa da Pampulha.  O  pré-Carnaval  reúne pessoas de todas as idades, incluindo portadoras de deficiência, visita à  um centro de terceira idade, famílias e amigos fantasiados ou não em festa de pura alegria.

“Atrás do Jacaré vai até quem já morreu”, diz a marchinha.

E é assim mesmo... anfitrionados por Juscelino Kubitschek (Walber Braga Jr), sua esposa Sarah Kubitschek (Márcia Francisco) e a filha Márcia Kubitschek (Gabriela Francisco Rajão), o bloco rememora e homenageia com delicadeza a ilustre família apaixonada pela Pampulha, através dos personagend que  seguem pela orla em interação simpática com o público.

As idealizadoras do bloco -  a cantora e professora de canto, Celinha Braga  e  a percussionista Analu Braga -  não deixam por menos: puxando o bloco,  Analu é o Jacaré (em alusão ao famoso réptil da Lagoa da Pampulha) e Celinha Braga, este ano, virá de Carmen Miranda, convidada especial de Juscelino e Sarah, trazendo consigo as cantoras do rádio.

No desfile 2014 do Bloco Atrás do Jacaré, que acontecerá na manhã de sábado dia 22 de fevereiro, os anfitriões Juscelino, Sarah e Marcinha Kubitschek sairão em um carro da década de 50, como nos bons tempos. O automóvel foi gentilmente cedido pelo Museu de Carros Antigos, que tem a curadoria de Jeferson Rios Domingues. * As Kubitschek usam chapéu (Sarah) e luvas by Ricardo Melo.

PROGRAMAÇÃO 2014:

SAÍDA DO BLOCO: 22 de fevereiro, sábado, na praça da  Igreja de São Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha)
CONCENTRAÇÃO: 9h
DESFILE : 10h, rumo à CBOM, localizada à Av Alfredo Camarate
*A  dispersão do desfile acontecerá na CBOM, onde a festa continua no quarteirão fechado!  
Lembre-se:
as fantasias terão a cara da Pampulha!
Estarão presentes, personalidade do mundo musical atual, capivaras, garças, pássaros e aguapés, Juscelino Kubitschek, sua esposa Sarah Kubtischek  e a filha Márcia Kubitschek,  Niemeyer, São Francisco de Assis, Niemeyer, Iemanjá e muito mais.
Carmen Miranda, convidada de honra, vai puxar a ala das cantoras do rádio, com marchinhas deliciosas.
O Bloco convida: fantasia, garrafa d’agua e muita alegria “Atrás do Jacaré”!!!
Acesso livre.

E, no dia 20 de fevereiro, às 19h30, também na CBOM: 
TEM ESQUENTA DE CARNAVAL!!! 
NÃO PERCAM!

CBOM -  Celinha Braga Oficina de Música:
 Av Alfredo Caramate, 279 - Pampulha
Informações adicionais e inscrições para as oficinas 31 34413464
  
Parceiros: LSM – Corretora de Seguros, Crossfit Pampulha, Libreto, Só para homens - aluguel de roupas Ltda e Ricardo Melo.
Realização Celinha Braga Oficina de Música – CBOM

HISTÓRICO:
Idealizado em 2012, e  pela cantora e professora de canto, Celinha Braga  e pela percussionista Analu Braga - dentro das comemorações de  15 anos da Celinha Braga Oficina de Música - CBOM -  localizada na Pampulha,  o Bloco “Atrás do Jacaré”nasceu  para resgatar os tradicionais blocos de carnaval e suas marchinhas, valorizando ainda mais a região da Pampulha, em proposta de bom humor. O nome escolhido faz alusão ao famoso jacaré existente na Lagoa da Pampulha. O primeiro desfile foi  marcado por pura alegria e sucesso e agora, “Atrás do Jacaré” já é parte do calendário oficial do Carnaval em BH. Na versão 2012, anfitrionados por Juscelino Kubitscheck (Walber Braga Jr) e sua esposa Sarah Kubitschek - que usou chapéu by Lenice/ Berta Bismarcker (Márcia Francisco), o bloco contou com a participação das Formosas: Babaya, Lu e Celinha, puxando as marchas, nos vocais,  a presença de Dona Jandira entre várias vozes igualmente especiais e, de  Marcos Flávio, Alaécio Martins e Juventino Dias, nos sopros.  Puxando a bateria, composta por oficineiros e músicos convidados, a percussionista Analu Braga. Surpresas divertidas fazem parte das caracterizações dos foliões, incluindo o Jacaré, na pele de Analu Braga e muitos animais da Lagoa, encarnados pela bateria. Em 2013, o Bloco saiu da CBOM seguiu pela Alfredo Camarate até a orla da Lagoa, rumo à Praça São Francisco de Assis, ao lado da Igrejinha, como no primeiro ano. Puxando a bateria, na percussão, junto com a regente Analu: Fábio Feriado e Marcos Nascimento. Os personagens Familia Kubitschek ganharam o gosto do público e em 2013, apresentaram o programa Noite de Museus - Uma noite no Cassino, no Museu de Arte da Pampulha.

A Marchinha Atrás do Jacaré composta por Claudia Passos, já é o hit decorado pelo bloco:

ATRÁS DO JACARÉ
Cláudia Passos
Pampulha não é só mais um cartão postal
A Pampulha agora também tem seu carnaval
E se a lagoa anda cheia de aguapé
Não me importa, assim mesmo eu saio “atrás do jacaré”!
Pampulha do JK
Do Niemeyer, do Mineirão
Da Igrejinha, do Parque Guanabara
Pampulha é arte, ousadia e diversão
Tem lugar prá quem gosta de correr
E também prá quem só caminha
E quem traz a música no coração

Vem correndo pro cordão da Oficina da Celinha.